
“As pessoas lá de São Caetano acham que é um violão”, conta a menina Isa Paula, de 10 anos, falando da reação de seus colegas de São Caetano, bairro pobre de Salvador, quando passa com seu violino.
Para Maiana, 22, a dificuldade é carregar o seu imenso violoncello durante as longas viagens de ônibus do Campo Grande (centro) até o bairro de Mirantes de Periperi, no subúrbio de Salvador. Assim como Isa Paula e Maiana, 107 crianças e jovens apaixonados por música erudita ensaiam quase que diariamente no Teatro Castro Alves, principal teatro da Bahia.
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[...] Mariana e seu violoncelo [...]
O Neojibá é uma das marcas legais da gestão Wagner. Oxalá torne-se cada vez mais presente nas periferias da Bahia, atingindo não mais centenas mas milhares de jovens.