Os artesãos de Cocos, Maria e Juventino, viram o mar pela primeira vez (foto: Bruno Maciel).
É a primeira vez que a exposição chega a Bahia, mas o estado já foi tema de outras SAPs com arte popular vinda de municípios como Irará e Saubara.
Maria Santos de Castro e Juventino Souza de Moraes viajaram mais de 1.000 km para a abertura da exposição, hoje, às 19h, no Instituto Mauá – Pelourinho. Eles são de uma comunidade de Cocos que antes “nem existia no mapa”. Além da felicidade pela exposição, outro acontecimento marca a vinda dos artesãos para a capital do Estado: eles conheceram pela primeira vez o mar.
Foi um sucesso o café da manhã que reuniu gestores públicos, arquitetos e empresários do ramo da decoração. À noite, na abertura oficial de “O traiado e o urdido – tecido de buriti dos gerais da Bahia”, os artesãos, junto com a irmã Else, uma freira catarinense que vive há 20 anos no sertão baiano e é articuladora da comunidade, fizeram uma galinha com pequi, prato típico da região. O grupo de samba “Raízes da Pitanga”, vencedor do edital de culturas populares 2007 da Secult, animou a festa.
Você que lê este post está convidado a vistar a exposição no Instituto Mauá – Pelourinho.
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