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Archive for 20 de agosto de 2010

TUNGA em NY. Foto: Liu Lage

Criada em 2005, a partir de obras do acervo do museu mais famoso do mundo, o Louvre [Paris, França], a instalação À La Lumiere de Deux Mondes (À Luz de Dois Mundos), de Tunga, foi considerada por especialistas e críticos de arte – incluindo os da própria equipe deste museu – “um trabalho profético”, que contribuiria para a projeção da arte contemporânea brasileira. Dois anos depois, esta mesma obra foi exposta no PS1 do MOMA [Nova Iorque, EUA], um dos mais importantes espaços para a arte contemporânea internacional. Até então, apesar da repercussão dessas mostras, a instalação nunca havia sido montada no país do artista.
Agora, a obra de Tunga concebida especialmente para a montagem em Paris chega a Salvador numa exposição muito mais completa. Tunga: À Luz de Dois Mundos acompanha todo o processo criativo em torno da À La Lumiere de Deux Mondes – desde sua concepção até seus desdobramentos. A mostra apresenta quatro peças inéditas inspiradas em La Lumiere, desenhos e estudos da época da produção deste trabalho, cartazes das mostras do Louvre e no PS1 do MOMA e um vídeo sobre estas duas exposições, além de uma apresentação audiovisual que o crítico Paulo Sérgio Duarte criou especialmente sobre a obra principal e que foi incorporada à exposição de Salvador. Tunga: À Luz de Dois Mundos será aberta no dia 27 de agosto (sexta), às 19h, ficando em cartaz até o dia 31 de outubro, na Sala Contemporânea do Palacete das Artes Rodin Bahia (Rua da Graça, 284, Graça, Salvador-BA).
Serviço
O que: Tunga: À Luz de Dois Mundos (Programa Quarta Dimensão)
Onde: Palacete das Artes Rodin Bahia (Rua da Graça, 284, Graça, Salvador, Bahia). Abertura: 27 de agosto (sexta-feira) de 2010, às 19h
Visitação: Até 31 de outubro | de terça a sexta, das 10 às 18h, fins de semana e feriados, das 13 às 17h.
Telefone: 71 – 3117-6983
Gratuito.
Realização: Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia / Secretaria de Cultura do Governo do Estado da Bahia.

ALQUIMIA DO BARRO E DAS FORMAS
O público tem até o dia 06 de setembro para conferir a exposição Alquimia do Barro e das Formas, no Museu da Cerâmica Udo Knoff (Pelourinho). A mostra reúne três amigos, donos de uma longa e irreverente trajetória artística, Ramiro Bernabó (filho do artista plástico Carybé), Ediane do Monte e Naco Salles que apresentam algumas de suas inúmeras obras: todas sustentadas na idéia de uma arte livre e na relação quase ritualística com a argila. A exposição é uma promoção da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus – IPAC).
Ramiro Bernabó, explica o titulo da exposição: “A alquimia vem como sinônimo de Gestalt [teoria da psicologia, do século XIX, que possibilitou o estudo da percepção das formas], pois levamos em conta o modo com que cada um de nós três faz seus caminhos com o barro. O jeito de criar cada peça vem desse processo, dessa gestação”. O artista divide com Ediane e Naco o hábito de discutir e buscar novos caminhos para suas criações.
De acordo com o diretor de Museus do IPAC, Daniel Rangel, Alquimia do Barro e das Formas proporcionou a união de amigos, artistas ceramistas de uma mesma geração, que possuem em seu trabalho tanto similaridades conceituais, quanto estéticas. “Todos os três são artistas que têm uma intensa produção, mas caminham à parte dos espaços tradicionais das artes. Eles não estão inseridos neste mercado, nos circuitos de museus e galerias. Por isso, esta exposição é também uma oportunidade única e especial para que o público possa conhecer suas obras”, afirma.
Serviço:
O que: Exposição Alquimia do Barro e das Formas
Quando: Visitação de terça a sexta, das 10h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h. Até 06 de setembro
Onde: Museu de Cerâmica Udo Knoff, Pelourinho
Telefone: 71 – 3117 6389
Gratuito
Realização: Dimus/IPAC

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Pela primeira vez no Brasil, a companhia norte-americana de acrobacias, Antigravity, apresenta espetáculo de coreografias com técnicas aéreas inovadoras, dança, skate, x-games, ginástica olímpica e esportes urbanos, desafiando as leis da física e experimentando os limites do corpo humano.
Serão 22 performers apresentando AntiGravity Brasil 2010: desafiando a gravidade com arte.A turnê brasileira começa em Belo Horizonte, no dia 11 de agosto, e termina em Salvador, na Sala Principal do Teatro Castro Alves, no dia 22 do mesmo mês.

SERVIÇO:
O quê: AntiGravity
Onde: Sala Principal
Quando: 22 de agosto, domingo, às 20 horas
Ingressos (inteira): R$ 50 – Já à venda

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O Projeto “2ª é do Músico”, foi idealizado pelos músicos Gerson Silva e Tito Oliveira, visando ampliar e facilitar o acesso a formação e a informação musical por meio do intercâmbio de conhecimentos e sons.O seu principal objetivo é discutir, através de palestras, diversos aspectos técnicos importantes para os profissionais da área musical na cidade de Salvador.
Assim como também visa à troca sonora de músicos da cidade com outros nacionais através das apresentações musicais que acontecerão após os bate papos. Sua primeira edição terá início no dia 23 de agosto de 2010, e acontecerá sempre às segundas-feiras, às 17:30h, no Galpão Cheio de Assunto, em Salvador. O nome do projeto vem do fato de que as segundas-feiras são o “domingo” dos músicos, pois a maioria desses profissionais está de folga nesse dia, após trabalhar no fim-de-semana.
SERVIÇO
O QUÊ: Projeto “2ª é do Músico” com Orkestra Rumpilezz e Léo Gandelman
QUANDO: Dia 23 de agosto de 2010 (segunda-feira)
ONDE: Galpão Cheio de Assunto (Rua Djalma Dutra, 40 – Sete Portas)
HORÁRIO: 17:30 horas (palestra) e 19:00 horas (show)
QUANTO: R$ 10,00 (Dez reais)

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Evento internacional contempla as realizações simultâneas do 5º Seminário de Arte Rupestre da Universidade Federal da Bahia e a 3ª Reunião da Associação Brasileira de Arte Rupestre – ABAR, com apoio do Governo do Estado da Bahia e SecultBa/IPAC, a partir desta segunda-feira, dia 23, na cidade de Lençóis, Chapada Diamantina, com especialistas mundialmente reconhecidos
Originária de bacia sedimentar com 1,6 bilhão de anos, soerguida em camadas de arenitos, conglomerados e calcários, totalizando 38 mil quilômetros de serras, algumas com mais de mil metros de altura acima do nível do mar, a Chapada Diamantina (BA), considerada uma das mais ricas regiões do Brasil em cavernas, pinturas rupestres, fósseis vegetais e animais, entre outros vestígios arqueológicos, recebe a partir desta segunda-feira, dia 23 de agosto (2010) até dia 25 (quarta-feira), o mais importante evento internacional de Arte Rupestre já realizado no estado da Bahia.
O encontro internacional, que acontece no auditório Afrânio Peixoto da Fundação Pedro Calmon e no hotel Portal de Lençóis, ambos na cidade de Lençóis, Chapada Diamantina, é uma realização da Universidade Federal da Bahia (Ufba) com apoio do Governo da Estado da Bahia, através do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac) e secretaria estadual de Cultura (SecultBA), estando a organização geral à cargo do Grupo de Pesquisa Bahia Arqueológica – Ufba/CNPQ e Instituto Julio Cesar Mello de Oliveira. Também apóiam o evento a Prefeitura Municipal de Lençóis através da sua secretaria de Cultura e Turismo, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), Fundação Pedro Calmon e agência Volta ao Parque.
Tendo como temática principal “Os múltiplos olhares sobre a arte rupestre”, o encontro reúne, simultaneamente, o 5º Seminário de Arte Rupestre da Universidade Federal da Bahia (Ufba) e a 3ª Reunião da Associação Brasileira de Arte Rupestre (Abar), tendo como um dos expoentes a presença da mundialmente reconhecida arqueóloga brasileira Niède Guidon.

POLÍTICA PÚBLICA – O encontro integra as ações que o Governo do Estado da Bahia, vem realizando através do IPAC/SecultBA para desenvolver políticas públicas de preservação dos patrimônios arqueológicos da Bahia e atender expectativas do 1º Fórum de Patrimônio Material da Bahia, realizado em maio de 2008 sob promoção do IPAC/Secult-BA, na cidade de Lençóis, que recomendou a criação de um plano de manejo e um roteiro de visitação dirigida aos patrimônios materiais da Bahia. Desde então o IPAC realiza visitas seqüenciadas aos municípios da Chapada, promove cursos, seminários e oficinas de educação patrimonial, assina acordos, cooperações técnicas e parcerias com prefeituras municipais e com iniciativas como esta, da Ufba/Grupo de Pesquisa Bahia Arqueológica/CNPQ.
Para o secretário de Cultura, Márcio Meirelles, a Bahia é um dos estados brasileiros mais ricos em edificações significativas e sítios arqueológicos. “Nosso estado dispõe de extensa quantidade e qualidade de patrimônio material, como as construções seculares tombadas, pinturas rupestres, fósseis arqueológicos ou grutas”, diz Meirelles. O diretor geral do IPAC, Frederico Mendonça, explica que apesar da reconhecida riqueza patrimonial e arqueológica dessa região, faltavam ações de articulação entre as esferas governamentais e a sociedade civil que possibilitem a salvaguarda permanente e o usufruto desses patrimônios culturais e ambientais.
“Além de mobilização e informação técnica e valorização desses patrimônios arqueológicos, paleontológicos, naturais, paisagísticos e arquitetônicos, com essas iniciativas o governo estadual está formando uma rede voltada à conservação e promoção do patrimônio cultural da Bahia”, explica Mendonça. O diretor do Instituto alerta ainda da urgência dos gestores municipais conhecerem melhor os patrimônios arqueológicos dos seus municípios, criarem legislações próprias de preservação e políticas públicas efetivas que aglutinem as populações locais, organizações não-governamentais e órgãos públicos lá sediados.
Com os encontros fóruns e seminários que apóia, o IPAC/SecultBA pretende fomentar a criação de instrumentos normativos para a proteção e a promoção dos bens patrimoniais, catalogar e mapear esses mananciais, para, finalmente, explorar adequadamente e com segurança ambiental o turismo nessa região. “Essas são premissas básicas para a proteção, conservação e aproveitamento sustentável desses recursos, que, em última instância, serão transformados em vetores de desenvolvimento econômico e social desses municípios”, diz o diretor do IPAC.
“Com um circuito patrimonial, ambiental e turístico construído conjuntamente pelos poderes públicos federal, estadual e municipais, essa proposta pode trazer benefícios concretos para a preservação do patrimônio cultural e ambiental, além de novas perspectivas para o desenvolvimento econômico e social dessa importante região na Bahia”, completa Mendonça.
CHAPADA DIAMANTINA – É definida como uma região de serras, vales e cumes, situada no centro da Bahia, onde nascem quase todos os rios das bacias hidrográficas do Paraguaçu, Jacuípe e Rio de Contas, com formação de quedas d’água, corredeiras e cachoeiras. Na região foi criado um parque nacional, em 1985, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) do governo federal. A vegetação é exuberante, composta de espécies da caatinga e da florada serrana, com destaque para bromélias, orquídeas e sempre-vivas. As serras abrangem cerca de 38 mil quilômetros quadrados. Depois da formação da bacia sedimentar há cerca de 1,6 bilhão de anos, depositaram-se nessa região sedimentos sob a influencia de rios, ventos e mares. Posteriormente, aconteceu o “soerguimento” acima do nível do mar, e as inúmeras camadas de arenitos, conglomerados, e calcários, da Chapada de hoje, mostram esses depósitos sedimentares primitivos. Os conjuntos arquitetônico-históricos da região também são tombados como patrimônios culturais da Bahia e do Brasil.
·    Evento: Encontro Internacional – ARTE RUPESTRE, 5º Seminário de Arte Rupestre da Universidade Federal da Bahia e a 3ª Reunião da Associação Brasileira de Arte Rupestre – ABAR
·    Organização: Grupo de Pesquisa Bahia Arqueológica – UFBA/CNPQ e Instituto Julio Cesar Mello de Oliveira
·    Local: Hotel Portal de Lençóis e Auditório Afrânio Peixoto (Cidade de Lençóis, Chapada Diamantina, Bahia)
·    Data: 23 a 25 de agosto de 2010
·    Contatos: institutojcmo@gmail.com
·    Outras informações e inscrições: www.bahiarqueologica.com
·    Apoios: Governo da Bahia/IPAC/SecultBA, FAPESB, CNPQ, Fundação Pedro Calmon, Agência Volta ao Parque

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O Projeto Coleção Emília Biancardi em parceria com a Escola de Dança da Fundação Cultural da Bahia (Funceb) apresentarão no dia 27 de agosto, no Largo Pedro Archanjo, Centro Histórico, o espetáculo Embaixada Africana. A apresentação, que faz parte da agenda do Pelourinho Cultural, programa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, começará às 16h. No início, 30 crianças do projeto desenvolvido pela etnomusicóloga Emília Biancardi tocarão instrumentos da Coleção junto com a pesquisadora. Em seguida, nove crianças da Escola de Dança da Funceb dançarão coreografia elaborada pela dançarina Vera Passos, que fará ainda uma participação especial. Realizado em homenagem a Alaíde do Feijão, uma das personalidades do Centro Histórico, o espetáculo contará ainda com um coro e três percussionistas da Escola de Dança da Funceb.
A montagem Embaixada Africana é inspirada no encontro histórico, realizado no século XVI, entre a rainha de Angola, Ginza Bandi ou Izinga Bandi, com o comandante das forças de guerra de Portugal, que resolveu fazer um contrato de paz com o reino africano. Em algumas civilizações antigas da África, reis e rainhas costumavam realizar grandes cortejos, com danças e presentes, para comemorar esses encontros de grande importância. Eram formas diplomáticas da época para se assinar e firmar acordos políticos.
Coleção – Etnomusicóloga e pesquisadora da música folclórica brasileira, com seu interesse por instrumentos musicais de cultura popular, Emília fez nascer a Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. Hoje, o acervo compreende mais de mil instrumentos oriundos dos cinco continentes e podem ser vistos na Casa da Coleção, na rua Gregório de Mattos, 31, Pelourinho, de segunda a sexta-feira, das 09h às 12h e das 14h às 17h.
Confira outras atrações do Pelourinho Cultural no site http://www.pelourinho.ba.gov.br
Serviço:
Embaixada Africana
Coleção Emília Biancardi com Escola de Dança da Fundação Cultural da Bahia (Funceb)
Quando: 27 de agosto
Horário: 16h
Onde: Largo Pedro Archanjo
Quanto: Gratuito

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A Secretaria de Cultura do Estado – SecultBA anuncia o projeto selecionado através do edital lançado em parceria com a France Libertés – Fundação Danielle Mitterrand – França para montar espetáculo teatral com base no texto “Reconsiderar a Riqueza” do filosofo francês Patrick Viveret. O projeto escolhido foi criado pela atriz e produtora teatral Deusi Magalhães e será apresentado gratuitamente no evento Eco-Brechó a ser realizado no parque de Pituaçú em outubro deste ano.
“Montar esse texto nos permite uma troca de visões de mundo, tendo sido escrito em francês, ele será montado pela primeira vez aqui no Brasil, a partir da representação que fazemos do mundo, dos valores sobre a riqueza, etc. Então vamos testar, porque mesmo tratando do mesmo assunto, o espetáculo baiano irá mostrar nossas particularidades. Além do mais, esta é uma boa oportunidade para tentarmos restabelecer elos entre a arte, a cultura e os fundamentos éticos, a vida em sociedade”, afirma a assessora de Relações Internacionais da SecultBA, Monique Badaró.
O projeto conta com a participação de outros artistas baianos como Alda Valéria que divide com Deusi Magalhães a direção do espetáculo, Ilma Nascimento na produção, Luiz Parras na direção de arte, Jarbas Bittencourt na direção musical, Aparecida Oliveira, Giovani Nascimento, Jorge Batista e Leandro Reis na atuação.
“O texto será criado a partir de um roteiro e será desenvolvido em processo colaborativo com os atores durante o mês de agosto. A unidade dramática estará a cargo da dramaturga Ilma Nascimento. Numa segunda etapa, já com os textos das cenas definitivos, o ensaio será direcionado para a composição cênica da peça que contará com uma trilha sonora original de Jarbas Bittencourt”, afirma a proponente do projeto Deusi Magalhães.
Reconsiderar a Riqueza – Conhecido em todo mundo, o célebre texto francês trata dos fatores sociais, culturais, éticos e ambientais da sociedade. Em 2001, o então secretário de Estado para Economia Solidaria, Guy Hascoet, encomendou a Viveret a “missão de Eestado” de apresentar um detalhado relatório sobre os novos indicadores do desenvolvimento econômico com intuito de valorização desse desenvolvimento. Para isso, Viveret que também é economista, se juntou com diversos outros economistas de renome internacional para criar essa publicação.
Eles compreenderam um novo paradigma de desenvolvimento onde o foco do crescimento da economia deve estar ancorado nos valores humanos e ecológicos, com destaque para as riquezas humanas, sociais, éticas e culturais dos povos e nações. Após a primeira publicação, foi criado um coletivo de economistas, políticos, sociólogos, filósofos e pensadores independentes para dar continuidade ao trabalho.
Nos últimos anos, a Fundação France Libertés que luta há mais de 20 anos pela defesa dos Direitos Humanos, ingressou nesse coletivo incorporando intelectuais e ativistas que trabalham no eixo franco brasileiro como Henryane de Chaponay, Celina Whitaker e André Abreu de Almeida.
Investimentos – Desde 2007, a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia comprometeu mais de R$ 32 milhões em ações para teatro em todo o Estado, sendo que aproximadamente R$ 5 milhões foram investidos em editais; R$ 18 milhões em projetos patrocinados e apoiados respectivamente pelo Fazcultura e Fundo de Cultura; R$1 milhão em requalificação de espaços e mais de R$ 7 milhões em ações de festivais, apoio a teatros e outras ações.

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