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Archive for 30 de agosto de 2010

Quem cansou de fazer sempre os mesmos programas definitivamente afastou a monotonia de sua semana na noite de sábado, 28, no Largo Tereza Batista, com o show da banda pernambucana Mombojó, do grupo baiano Maglore e com a discotecagem eletrizante do DJ El Cabong. As atrações fizeram parte da agenda do Pelourinho Cultural, programa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.
Após dois anos sem se apresentar em Salvador, a Mombojó levou ao Largo um público formado, em sua maioria, por adolescentes e jovens, que vibraram do início ao final do espetáculo. O repertório foi baseado no terceiro CD do grupo Amigos do Tempo, lançado em junho. Mas, isso não foi motivo para um show distante. Ao contrário, a plateia acompanhou a banda em praticamente todas as novas canções, fazendo coro ao vocalista Felipe. Entre os destaques, as músicas “Antimonotonia”, “Amigo do Tempo” e “Papapa”, cujo clipe concorre ao de melhor do ano na MTV. “Quem puder e tiver vontade, vote no site”, comentou Felipe.
No show, a Mombojó fez ainda homenagem ao flautista Rafael Torres, falecido em 2007, dedicando a música “Entre a União e a Saudade” ao músico. O espetáculo de 1h30 terminou em ritmo contagiante. Já eram 23 horas, quando, com o início de chuva, Felipe tirou a camisa e se jogou na plateia, finalizando a última música junto ao público na Tereza Batista. Foi o final de uma noite, como a banda ressalta, antimonotonia.
Maglore – Jà a banda baiana Maglore trouxe em seu repertório um estilo que mescla a elegância do folk e do rock britânico à descontração das harmonias latinas. Composta por Igor Andrade (bateria), Leo Brandão (guitarra, teclado e vocais) Nery Castro (contrabaixo) e Teago Oliveira (guitarra, voz e composições), após o show eles se juntaram ao público e assistiram ao show do Mombojó. O DJ El Cabong também marcou presença com muito samba, rock e batucada e esquentou a galera para a atração principal da noite.

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A Diretoria de Audiovisual (DIMAS) da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), unidade da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), foi contemplada pela segunda vez no edital do Programa de Restauro de Filmes, da Cinemateca Brasileira, instituição da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (MinC) responsável pela preservação da produção audiovisual brasileira. O edital selecionou filmes nacionais, ameaçados pelo tempo ou por condições precárias de conservação, para serem restaurados. Um convênio assinado com a Petrobras destina R$ 3 milhões para preservar a memória cinematográfica do país através do programa.
Com o projeto aprovado, a DIMAS/FUNCEB vai realizar a recuperação de dois filmes baianos, do diretor José Walter Lima: O Alquimista do Som (1978) e Nós Por Exemplo (1979). Ao final da restauração, cópias novas das obras e 20 exemplares em DVD serão concedidos pelo edital. Em troca do financiamento do trabalho, a Cinemateca Brasileira ficará com uma matriz digital e os direitos dos filmes para a Programadora Brasil – que patrocina exibições não-comerciais em lugares que não têm salas de cinema, democratizando o acesso a produções importantes do cinema nacional.
Não é a primeira vez que obras baianas serão restauradas pelo edital do Programa de Restauro de Filmes. Na edição de 2007, a DIMAS conseguiu a aprovação e restauração dos filmes Caveira My Friend (1969/1970), com direção de Álvaro Guimarães, e Tocaia no Asfalto (1962), de Roberto Pires. As cópias das obras já se encontram salvaguardadas no Núcleo de Memória da DIMAS/FUNCEB. “Nós fomos contemplados não somente porque fizemos um bom projeto, mas sobretudo pela importância da cinematografia baiana para o Brasil. Os filmes já restaurados e os que serão agora recuperados são parte da rica memória audiovisual brasileira: portanto, patrimônio valioso da nossa cultura. É esse o principal reconhecimento público que devemos considerar com essa premiação”, completa Sofia Frederico.
A preservação da memória audiovisual baiana é um dos focos prioritários da política pública para o audiovisual implementada pela Secretaria de Cultura, através da FUNCEB e do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB). Com recursos do Fundo de Cultura da Bahia (FCBA), está-se apoiando a restauração de O Leão de Sete Cabeças, de Glauber Rocha, e já foi restaurado o primeiro longa baiano, Redenção, de Roberto Pires. Em breve, será também iniciado o trabalho de reparo de obras do pioneiro do nosso cinema, Alexandre Robatto Filho.

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Até o dia 30 de setembro estão abertas as inscrições para o I Festival de Teatro de Bonecos da Bahia que acontece entre os dias 11 e 17 de outubro no município de Jequié, a 365km da capital do Estado. Grupos amadores e profissionais se apresentarão no Centro de Cultura ACM, espaço administrado pela Fundação Cultural do Estado – FUNCEB, unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado – SecultBA. O Festival tem o apoio da SecultBA através do Fundo de Cultura da Bahia.
Para se inscrever é necessário acessar um dos endereços eletrônicos (www.enfoquecultural.blogspot.com ou www.jequie.ba.gov.br),  baixar o regulamento e a ficha de inscrição, preenche-la em programa word, em folha de ofício branca, tamanho A4, imprimir em uma via, encaminhando junto com DVD do espetáculo na íntegra devendo ser postada através de sedex para o Centro de Cultura ACM – Alto da Prefeitura, s/nº, Praça Duque de Caxias – Bairro do Jequiezinho – Jequié/Bahia – CEP 45.000-000. Serão aceitas propostas encaminhadas até o dia 30 de setembro. Para participar do festival os espetáculos não precisam ser inéditos e as inscrições são gratuitas.
O evento irá oferecer ainda oficinas gratuitas direcionadas para as escolas municipais e estadual da região. Os alunos terão oportunidade de aprender desde a manipulação dos bonecos até a sua construção, com aulas teóricas e práticas, a serem realizadas no Centro de Cultura ACM, com carga horária total de 28h.
SERVIÇO
O quê: inscrições para o I Festival de Teatro de Bonecos da Bahia
Quando: até 30 de setembro
Informações:
www.enfoquecultural.blogspot.com ou www.jequie.ba.gov.br
(73) 8851-3058 / 3526-8051

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O Largo Pedro Archanjo foi palco de uma festa da música instrumental. Na segunda edição do projeto Jazz no Pelô, quem subiu ao palco foi o instrumentista baiano Amadeu Alves e o grupo de rock pernambucano A Banda de Joseph Tourton. O projeto, que levará até novembro, a cada última quinta-feira do mês, ao Centro Histórico, atrações de jazz e da música instrumental, é uma parceria entre o Pelourinho Cultural, Programa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, e a Central Única das Favelas (Cufa) de Itapuã.
A noite de música teve início com o som surpreendente do compositor e instrumentista Amadeu Alves. Criado ao redor de sons como sambas de beira de praia e das festas de largo de Itapuã, Amadeu apresentou trilhas que conduziram o público a sensações inesperadas, pois a música mudava de rumo e de ritmo de forma que, ao se perguntar como havia ocorrido a mudança, era difícil perceber o exato momento. Uma platéia atenta e imersa no som que vinha dos variados instrumentos como violão, flauta, bandolim e atabaques parecia viajar junto com a trilha que se desenrolava.

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A peça, que estreou em 2009, foi indicada ao Prêmio Braskem de Teatro 2010, participou como espetáculo selecionado da mostra nacional do FENATIFS 2009 (2º Festival Nacional Infantil de Feira de Santana), foi convidada para fazer a abertura do 1º FESTIVAL DE CONTADORES DE HISTÓRIAS da Biblioteca Pública do Estado da Bahia, participou do Festival Internacional de Teatro de Curitiba 2010, foi selecionada para o I Festival Nacional de Teatro de Natal (RN) (agosto de 2010) está em cartaz no Teatro SESI – Rio Vermelho e fará apresentação comemorativa de 01 ano de sucesso nesse domingo, às 16h.
Serviço: QUEM CONTA, FAZ-DE-CONTA! – Musical para todas as idades.
Onde: Teatro SESI – Rio Vermelho – Rua Borges dos Reis, 09 – Rio Vermelho
Tel.: (71) 3616 7061 / 3616 7081 / Fax: 3616 7052
Quando: 07 de agosto a 26 de setembro de 2010, Sábados e Domingos, às 16h.
Quanto: R$ 8,00 e 16,00 (Preço promocinal)
Realização: Cabriola Cia de Teatro
Contato: (71) 9618-0555 / 8629-1129 E-mail: cabriola.ciadeteatro@hotmail.com

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Já começou a Roda-de-Samba do Brasil Pandeiro,lá no Teatro Cabaré dos Novos, no Vila Velha,sempre às terças, de quinze em quinze, às 20h, com o couvert artístico a R$10,00.
Ao som de João Jonga de Lima (voz, violão e escaleta),Dú Marques (voz, violão de 8 cordas),Lasinho do Banjo, (voz e banjo),
Ze Mario (bandolim e vocal), Luciano Chaves (flauta).Muito samba e sentimento, com convidados especiais!
Nossos convidados dessa terça, dia 31.08, são as cantoras Clécia Queiroz e Manuela Rodrigues.

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A baiana Manuela Rodrigues contemplará o público soteropolitano na próxima segunda-feira (06) com sua autêntica voz no projeto Conexão Vivo na Sala do Coro do Teatro Castro Alves. Formada em canto lírico pela Universidade Federal da Bahia, Manuela sua carreira musical no contato com a música clássica já aos 9 anos. Manuela apresentará o show  “Uma Outra qualquer por aí”  que traz no repertório canções do segundo Cd de mesmo nome, com lançamento previsto para janeiro de 2011 através do selo Garimpo e Fundo de Cultura. Na ocasião, a artista gravará um DVD.
Seu show anterior, “Reverse”, que foi lançado no final de 2005, rendeu a cantora seis indicações para o Troféu Caymmi 2005/2006 incluindo melhor composição com letra (Profissional Liberal, de autoria própria), melhor cantora e melhor produção, onde foi vencedora. Além de suas atividades como cantora, Manuela também é professora de canto e preparadora vocal de espetáculos teatrais.
Serviço:
Conexão Vivo na Sala do Coro – show da cantora Manuela Rodrigues
Data: 6 de setembro [segunda-feira], às 20h
Valor: R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia), à venda na bilheteria do TCA, duas horas antes de cada espetáculo
Mais informações: www.conexaovivo.com.br/saladocoro

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Como objetivo de angariar fundos para a manutenção de um dos
monumentos mais belo do Brasil, a Irmandade da Ordem 3ª do Carmo de
Cachoeira realiza no dia 23 de outubro de 2010, a partir das 22 horas,
o 1º Baile de Máscaras do Carmo.

Vamos reviver a tradição dos antigos carnavais que aconteciam na nossa
cidade. Com marchinhas, confetes, serpentinas, fantasias e máscaras.
Contamos com a colaboração e participação de todos.

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Realizadores baianos de desenho animado começam a desenvolver cinco projetos de séries televisivas selecionadas pelo edital Apoio à Produção de Projeto Completo para Série de Animação e Interprograma de TV, realizado pelo Fundo de Cultura, Secretaria da Cultura do Estado da Bahia, por meio do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb). O organograma prevê que estejam prontos até o final de dezembro.

Recursos de R$ 50 mil para cada proposta aprovada servirão, nesta etapa de trabalhos, para elaboração de personagens, projeto executivo, sinopses, roteiros e a produção de um interprograma de TV com 1 minuto e meio de duração, que será exibido na TV Educativa e servirá também para demonstrar como será a personalidade de cada uma das séries desenvolvidas, algo fundamental para conseguir parceiros e co-produtores para o desenvolvimento da série completa.

PROJETOS SELECIONADOS

Tadinha (proponente: Maria Luiza Barros)

Tadinha, proposto por Maria Luiza Barros, é uma comédia sarcástica de conflitos familiares, que utiliza da espontaneidade natural das crianças para revelar a hipocrisia social a partir de situações vividas no cotidiano. Ela permite exageros e piadas non sense e sua principal personagem é uma criança de 6 anos, que desconcerta os adultos à sua volta pela sua extrema espontaneidade. Posta da castigo, escapa por um portal para um mundo surreal. A personagem criada por Ana Claudia Caldas tem concepção visual de Ducca Rios. Os roteiros dos episódios serão desenvolvidos por Ana Claudia Caldas e Ducca Rios.

A Bruxinha Lili (proponente: Hugo Dourado)

Criada pela escritora Catarina Andrade e o artista plástico Ducca Rios, a história original de A Bruxinha Lili chegou a ser produzida na forma de curta-metragem, com duração de 5 minutos, após ter sido aprovado no Fazcultura e selecionado no Programa Oi Futuro de Patrocínios Culturais 2007. Na ocasião o trabalho foi dirigido por Leonardo Copello.

A personagem A Bruxinha Lili tem direção de arte voltada para visual “mágico”, que reproduz tecnologicamente o estilo de pintura aquarelada. A série A Bruxinha Lili tem como proponente Hugo Dourado, que produziu junto com Maria Luiza Barros o curta metragem original da história, além de inúmeros outros trabalhos para a área cultural.

Músico, designer e artista plástico, Ducca assinou o roteiro, a concepção visual, a co-autoria e a assistência de direção do desenho animado A Bruxinha Lili, premiado com o Galgo Alado, do Festival de Cinema de Animação de Gramado 2008. O curta integrou em seguida uma mostra de filmes infantis nacionais, levada para o famoso estúdio DreamWorks, em Los Angeles, onde foram produzidos filmes como Shrek.

Ninguém, o Herói do Povo (proponente: Augusto Matos)

Augusto cresceu lendo nomes do quadrinho nacional, como Ziraldo, Maurício de Souza, Flávio Colin, Shimamoto, entre outros, além de artistas norte-americanos de herói clássico, caso de Will Eisner, Frank Miller, Kirby. Mais tarde, assume influências do “quadrinho de autor” europeu (Moebius, Crepax, Tamburini, Pazienza, Gaza) e nipônico (Koike, Otomo, Tesuka).

O autor fez cartuns e ilustrações para o Jornal da Bahia e, em 1990, concebeu o personagem Ninguém, publicado em revistas alternativas e em São Paulo, numa publicação coletiva, Facção. Em 2007 desenvolveu uma animação com o personagem, com o patrocínio da Olhar Filmes.

Ninguém é o jovem Everaldo, (anti) herói que luta capoeira e boxe e foi abandonado ainda bebê num container de lixo, sendo encontrado pelo veterano herói “Carcará” em meio a sua perseguição a um bandido. Treinado pelo Carcará, o jovem Everaldo torna-se Ninguém, o vigilante soteropolitano, o herói  da selva de pedra, o homem que não toma sopa de letras pra não comer H.

Tio Mussarela, direção de Cláudio Guido Silva Cardoso
Cláudio Guido trabalha com animação há uma década e desenvolve, com Daniel Sínola, um projeto para internet voltado para quadrinhos. A partir de 2005 começou a aplicar a técnica do desenho animado para trabalhos na área de publicidade. Em 2008 realizou o primeiro curta, A Morte de Férias, exibido no Festival 5 Minutos, de Salvador.
No começo de 2009, o autor inscreveu o projeto Tio Mussarela no Anima TV. Continuou desenvolvendo a proposta e participou, pelo Estúdio Liberato, da feira Kids Scream, direcionada ao conteúdo de televisão infanto-juvenil.
Contemplada em edital, Tio Mussarela é uma série voltada para o público juvenil, pré-adolescente, e desenvolvida com bom humor. O foco é um velhinho atrapalhado, entregador de pizza de uma cidade fictícia. Seu ajudante é um rapaz meticuloso. A técnica para dar vida a estes e outros tipos é o desenho direto no computador em traços pesquisados pelo autor em referência fotográficas.

Mata Animada, direção de José Vieira de Vasconcelos Neto

Cartunista contemporâneo de Lage e Nildão, José Vieira é também arquiteto e foi nesta função que começou a experimentar a animação em 3D. Neste formato filmou, em 2008, Prisioneiro na torre, curta em animação, 35 mm, vencedor do Prêmio Braskem Cultura e Arte – Categoria Cinema. A aventura, voltada ao público juvenil e adulto, é ambientada no final do século 18 e foca no tema escravidão.
Em Mata Animada o autor vai usar a tecnologia de animação em 2D, valorizando seu traço e atendendo ao público mais jovem a que se propõe a série e ao estilo bem humorado, mais ágil. A trama é uma idéia antiga de José Vieira, que vinha tentando participar de editais mas confessa que não soube lidar com pedidos burocráticos. Selecionado, o projeto foca o tema ambientalista, alavancado por personagens bem brasileiros, como o Saci e a Caipora.

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A Ação Cultural Oficina HQ comemora sete anos de atividades contínuas com mais uma realização: o projeto “Oficina HQ Itinerante”, que vai promover oficinas gratuitas de história em quadrinhos em quatro bairros de Salvador – Mata Escura, Engenho Velho da Federação, Plataforma e Pelourinho –, entre os meses de setembro e novembro. A proposta é de atender comunidades populares, dando oportunidade de formação na técnica e promovendo a arte como uma opção de labor e renda. As inscrições ficam abertas de 2 a 12 de setembro, nos locais onde as oficinas serão desenvolvidas (ver lista abaixo).

São oferecidas 80 vagas (20 em cada bairro) para jovens entre 13 e 30 anos, que tenham afinidade com as artes gráficas, mas que não possuam condições financeiras para investir em formação e qualificação. Os alunos devem residir ou estudar nas proximidades dos locais que receberão as oficinas. As aulas vão acontecer em dias úteis, das 14 às 17 horas, e o material necessário para o desenvolvimento do trabalho será também gratuito. Ao final de cada oficina, os espaços ainda abrigarão uma pequena mostra do que foi produzido nas aulas e, após encerramento do projeto, o conteúdo total será apresentado no site da Ação Cultural Oficina HQ: http://www.oficinahq.com.

A “Oficina HQ Itinerante” foi contemplada pelo Edital de Apoio a Projetos de Formação e Qualificação Artístico-Cultural, lançado pela Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA) através de suas unidades: Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), Fundação Pedro Calmon (FPC), Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) e Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB). O certame está viabilizando a execução de 28 propostas arte-educativas nas áreas de artes visuais, audiovisual, dança, música, teatro, circo, patrimônio, livro e leitura, com investimento total superior a R$ 800 mil, mediante recursos provenientes do Fundo de Cultura da Bahia (FCBA).

Oficina HQ Itinerante

Inscrições:

Quando: De 2 a 12 de setembro
Para jovens de 13 a 30 anos
Nos locais de realização das oficinas
Grátis
Informações:
Telefones: 71 3014-4331/ 8807-4331/ 8707-0951
E-mail: quadrinhos_ssa@hotmail.com
Site: http://www.oficinahq.com

Datas e locais de inscrição e realização das oficinas e mostras:
Mata Escura:
Onde: LTECS – Laboratório de Desenvolvimento e Tecnologias Sociais (LTECS)
Oficina: 15/9 a 23/9/2010
Mostra: 27/9 a 4/10/2010
Engenho Velho da Federação:
Onde: Centro Cultural e Recreativo Bombocado
Oficina: 29/9 a 7/10/2010
Mostra: 11/10 a 18/10/2010
Plataforma:
Onde: Multiusinas Juvenil de Plataforma/PANGEA
Oficina: 13/10 a 21/10/2010
Mostra: 25/10 a 1/11/2010
Pelourinho:
Onde: Museu Casa do Benin
Oficina: 26/10 a 5/11/2010
Mostra: 8/11 a 15/11/2010

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Até o dia 30 de setembro estão abertas as inscrições para o I Festival de Teatro de Bonecos da Bahia que acontece entre os dias 11 e 17 de outubro no município de Jequié, a 365km da capital do Estado. Grupos amadores e profissionais se apresentarão no Centro de Cultura ACM, espaço administrado pela Fundação Cultural do Estado – FUNCEB, unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado – SecultBA. O Festival tem o apoio da SecultBA através do Fundo de Cultura da Bahia.

Para se inscrever é necessário acessar um dos endereços eletrônicos (www.enfoquecultural.blogspot.com ou www.jequie.ba.gov.br),  baixar o regulamento e a ficha de inscrição, preenche-la, imprimir em uma via, encaminhando junto com DVD do espetáculo na íntegra devendo ser postada através de sedex para o Centro de Cultura ACM – Alto da Prefeitura, s/nº, Praça Duque de Caxias – Bairro do Jequiezinho – Jequié/Bahia – CEP 45.000-000. Serão aceitas propostas encaminhadas até o dia 30 de setembro. Para participar do festival os espetáculos não precisam ser inéditos e as inscrições são gratuitas.

O evento irá oferecer ainda oficinas gratuitas direcionadas para as escolas municipais e estadual da região. Os alunos terão oportunidade de aprender desde a manipulação dos bonecos até a sua construção, com aulas teóricas e práticas, a serem realizadas no Centro de Cultura ACM, com carga horária total de 28h.

“Essa é mais uma iniciativa da sociedade civil que é apoiada pelos mecanismos de fomento da Secretaria.  O Teatro de Bonecos e toda sorte de teatro de animação é uma forma especial de teatro que exige técnicas específicas tanto na confecção dos bonecos/objetos/seres quanto na sua manipulação. Um festival específico para uma linguagem no interior da Bahia mostra que para haver movimento, basta puxar o fio – e a vida ao teatro de bonecos acontece”, completa o diretor de teatro da FUNCEB/SecultBA, Gordo Neto.

O projeto de descentralização da cultura, promovido pela SecultBA vem mostrando resultados. Somente no segundo semestre deste ano secretaria investiu mais de R$ 70 mil em dois festivais de teatro que acontecem no sudoeste do estado, promovendo a formação de platéia, a circulação dos espetáculos e artistas.

“Nessa gestão a SecultBA beneficia pela primeira vez os artitas da região do sudoeste e isso é muito importante para nós, porque antes o incentivo ia somente para capital. Com essa realidade nova, nós artistas nos sentimos estimulados a produzir mais, já que a SecultBA vê a importância do trabalho que estamos realizando aqui”, afirma o artista e proponente do projeto do Festival, Álvaro Araújo.

O Brasil é um dos países que possui tradição na arte de manipulação de bonecos. Como referência nacional estão Ilo Krugli do Teatro Vento Forte, de São Paulo, o grupo Giramundo, de Belo Horizonte, com mais de 40 anos de existência. “Podemos perceber a importância do gênero através da forte ligação que os espetáculos de teatro de bonecos têm com o público infantil. Na Bahia, vale citar o grupo A RODA, da artista Olga Gomez, que tem mantido sua pesquisa na criação, confecção e manipulação de seres que ganham vida, sejam através da técnica de sombras da manipulação direta ou da criação de animais e seres que são acionados mecanicamente ou mesmo se acoplam ao corpo dos atores, resignificando-o”, explica Gordo Neto.

SERVIÇO
O quê: inscrições para o I Festival de Teatro de Bonecos da Bahia
Quando: até 30 de setembro
Informações:
www.enfoquecultural.blogspot.com ou www.jequie.ba.gov.br
(73) 8851-3058 / 3526-8051

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Homogenia: Leonardo Costa Braga

O público tem até o próximo domingo (05.09) para conferir a mostra fotográfica “Homogenia”, de Leonardo Costa, em cartaz na Galeria do Palácio Rio Branco. A exposição, vencedora do Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger 2008/2009, da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), apresenta duas séries – Homem e Árvore – compostas por 12 fotografias que estabelecem um diálogo entre as realidades culturais e sociais vivenciadas pelo artista. Uma promoção da Funceb com o apoio da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Dimus-IPAC).

Na série Homem, moradores de rua da Avenida Pedro II, em Belo Horizonte, protagonizam imagens que tematizam o abandono e a solidão num ambiente urbano paradoxalmente colorido e vibrante. Não se tratam de flagrantes; são criações feitas a partir desta realidade e com a participação destas pessoas.

Já a série Árvore retrata o processo de desarborização no município de Caeté, em Minas Gerais; Leonardo produziu as fotografias a partir de árvores cortadas, que ele mesmo recolheu e dispôs pelos passeios da cidade. A intenção é produzir um questionamento sobre a evolução humana e natural. Visitação: terça a sexta, das 10h às 18h. Fins de semana e feriados, das 13h às 17h.

SERVIÇO

O QUÊ: Homogenia | fotografias de Leonardo Costa (Prêmio Nacional Pierre Verger)
ONDE: Galeria do Palácio Rio Branco – Pça Tomé de Souza (entrada pela Rua Chile)
QUANDO: Até 5 de setembro. Visitação: terça a sexta, das 10h às 18h. Fins de semana e feriados, das 13h às 17h.
ACESSO GRATUITO
REALIZAÇÃO: Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) e Diretoria de Museus do IPAC (Dimus/IPAc)

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