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Archive for 18 de novembro de 2010

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Ubiratan Castro de Araújo

No dia em que o Brasil homenageia o líder Zumbi dos Palmares e a resistência negra à escravidão e ao racismo, o programa Aprovado convida o Prof. Dr. Ubiratan Castro de Araújo para discutir o tema Bahia de Todas as Culturas. O programa que vai ao ar neste sábado (TV Bahia, Canal 11, às 8h) foi gravado no Centro Cultural da Igreja da Barroquinha, e tem como atração musical a inconfundível batida do Ilê Aiyê, o mais antigo bloco afro da Bahia. O apresentador Jackson Costa conversará com o professor Ubiratan Castro acerca da diversidade cultural e a contribuição que as diferentes ascendências africanas tiveram na formação do povo baiano.

Atual diretor-geral da Fundação Pedro Calmon / SecultBa, Ubiratan Castro de Araújo é Doutor em História pela Université Paris IV-Sorbonne, Licenciado em História pela Universidade Católica do Salvador e Bacharel em Direito pela Universidade Federal da Bahia, além de membro da Academia de Letras da Bahia.

Breve trajetória – Atuando em diversos setores relacionados à luta e fortalecimento da cultura negra e baiana, o Prof. Dr. Ubiratan Castro de Araújo já dirigiu algumas importantes instituições. Foi presidente da Fundação Palmares/MinC, na primeira gestão do presidente Luís Inácio Lula da Silva, diretor do Centro de Estudos Afro-Orientais da Ufba (CEAO); presidente do Conselho para o Desenvolvimento das Comunidades Negras de Salvador (CDCN), além de ser Irmão Professo da Venerada Ordem do Rosário de Nossa Senhora dos Homens Pretos às Portas do Carmo.

Serviço

O que: Programa Aprovado Especial Dia da Consciência Negra

Onde: Rede Bahia de Televisão (Canal 11)

Quando: 20 de novembro, às 08h.

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No próximo dia 20 de novembro, sábado, acontecerá o 7a Caminhada em Exaltação ao Dia da Consciência Negra, no Subúrbio de Salvador, com saída às 9h da manhã do São João do Cabrito até o Parque São Bartolomeu. Promovida pelo Movimento de Cultura Popular de Subúrbio – MCPS -, a Caminhada é realizada por grupos locais que lutam pela transformação social através da cultura e arte-educação. O evento vai contar ainda com a participação de estudantes de escolas públicas e associações, bem como pensadores do movimento negro, personagens marcantes nas periferias da cidade.

Desde o início desse mês acontecem, nas escolas públicas da região e Parque São Bartolomeu, atividades diversas com a ideia de promover acessibilidade ao conhecimento produzido pela comunidade local, afro descendente em sua maioria.

O Movimento de Cultura Popular do Subúrbio tem promovido intensas mobilizações, no sentido de dar visibilidade às belezas e, sobretudo, a memória encontrada no Parque São Bartolomeu. Recepção e acompanhamento (de escolas, universidades, terreiros, organizações socias), seminários, eventos culturais e recreativos figuram entre as principais atividades realizadas pelo MCPS nas dependências da área. Todas essas ações, apesar de estarem sendo desempenhadas em caráter pontual, têm conseguido envolver a comunidade e organizações sensíveis à questão no debate constante com os poderes públicos.

A região do Subúrbio de Salvador enfrenta grandes problemas sociais, entre os quais desemprego, violência e o genocídio da juventude. Essas questões são definitivas para que o Dia da Consciência Negra seja vivido não somente em 20 de novembro, mas sim cotidianamente, potencializando o que a região tem de melhor e conquistando direitos perante a sociedade soteropolitana.

Este ano o Cortejo homenageia Maria Felipa, mulher negra, determinada, articuladora que organizou a resistência aos portugueses na Ilha de Itaparica durante a luta pela Independência da Bahia, em 1823. O objetivo é expor exemplos de uma ancestralidade marcada por conquistas, saberes, modelos intelectuais, cultura e poder de transformação, sobretudo das mulheres negras.

Sobre Maria Felipa:

Heroína da Independência da Bahia, Maria Felipa é descrita, pela maioria dos estudiosos de sua biografia como uma mulher alta, corpulenta, valente. Apesar de possuir nome e sobrenomes portugueses esta heroína era negra e guerreira do povo negro. Nascida na Ilha, onde trabalhava como marisqueira, Maria Felipa organizou a resistência aos portugueses na Ilha de Itaparica durante a luta pela Independência da Bahia, liderando um grupo de mulheres que queimaram cerca de 40 embarcações do exército português que se preparava para atacar Salvador partindo da Ilha de Itaparica, fato crucial para a derrota das tropas portuguesas.

Ainda segundo as informações dos estudiosos, Maria Felipa, que faleceu em 1873, tem sua data e circunstâncias de nascimento envoltas em mistério. Sabe-se apenas que nasceu na própria Ilha e que talvez descenda de africanos do Sudão. Uma personagem singular de histórico curioso como a vinda para Salvador, seu contato com os estivadores do porto, enfrentamento contra os soldados portugueses e a volta ao trabalho como marisqueira depois da guerra.

Serviço:

7a Caminhada em Exaltação ao Dia da Consciência Negra – Marcha Maria Felipa
Quando: 20 de novembro de 2010
Onde: São João do Cabrito, a partir das 9h.
Promoção: Movimento de Cultura Popular de Subúrbio – MCPS
Contato: Raimilton Carvalho – Coordenador do Movimento de Cultura Popular de Subúrbio – MCPS: (71)3398-3355 – MCPS

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Um Centro de Cultura é uma área que reúne manifestações culturais de diversas formas. É um local aberto à população e tem como objetivo reunir pessoas interessadas em cultura, manter um constante incentivo à criação e a descoberta da arte e da cultura, difundindo-as entre a população.

As atividades realizadas num centro cultural não devem ser aceitas passivamente, devem ser discutidas, dialogadas conjuntamente entre o gestor do Centro e o público a que ele se destina. A construção de um centro de cultura é uma decisão política que deve partir de um desejo comum e deve ser discutida pela parte da sociedade, que de certa forma estará ligada a ele.

É nesse sentido que alguns artistas, grupos residentes do Centro de Cultura Amélio Amorim e produtores culturais decidiram se fortalecer enquanto um coletivo capaz de articular políticas culturais direcionadas para gestão do Centro de Cultura, tornando-o adequado às reais necessidades da população feirense. Para tanto, viabilizaremos uma discussão no 1º Seminário a ser realizado nos dias 01 e 02 de dezembro de 2010, às 18:30h, no Centro de Cultura Amélio Amorim em Feira de Santana, cuja temática será:

18 anos do Amélio Amorim: O Que Temos Para Falar?

Reflexões sobre a cultura em Feira de Santana.

Serão dois encontros conduzidos pelos ativistas culturais convidados, Bel Pires (IMAQ) no primeiro dia de discussão, cujo objetivo será realizar um diagnóstico do Amélio Amorim, percebendo qual a sua importância para a cidade e como a sociedade o enxerga; e no segundo dia por Ana Vaneska (Coordenadora do Cine-Teatro Plataforma/ Salvador), com o objetivo de apresentar a experiência da Gestão participativa em Plataforma como um modelo a ser conduzido. O que se pretende com este seminário é alcançar um maior contigente de artistas, grupos e produtores culturais para a construção deste modelo participativo de gestão cultural.

Por isso, contamos com você sugerindo e discutindo um centro de cultura de todos e de todas, depositando nele a identidade da cidade de Feira de Santana.

Seminário 18 anos do Amélio Amorim: O Que Temos Para Falar? Reflexões sobre a cultura em Feira de Santana.

01/ 12/ 2010 – Diagnóstico do Amélio Amorim: Qual a importância do Centro de Cultura na cidade e como a sociedade o enxerga?
Horário: 18:30 horas
Local: Centro de Cultura Amélio Amorim

Condutor: Bel Pires – função IMAC

02/ 12/ 2010 – Experiência da Gestão participativa em Plataforma – Salvador.
Horário: 18h30min
Local: Centro de Cultura Amélio Amorim

Condutora: Ana Vaneska – Coordenadora do Cine-Teatro Plataforma

Para mais informações, acesse o link: http://www.cultura.ba.gov.br/2010/11/18/seminario-18-anos-do-amelio-amorim-o-que-temos-para-falar/

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Neste domingo (21), Vitória e Corinthians entram em campo em disputa pelo Campeonato Brasileiro da 1ª divisão, no estádio Manoel Barradas, em Salvador. Antes, no sábado (20), às 10h, não haverá disputa e sim a união pela preservação do meio ambiente. Em parceria firmada entre a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), por meio do Selo Carbono Zero, e o clube, serão plantadas 300 árvores de espécies nativas da Mata Atlântica no antigo aterro, ao lado do Barradão. O objetivo é reduzir as emissões de gás carbônico na atmosfera, geradas pela partida.

O Vitória caminha na direção do que imaginamos para a realização de grandes eventos sustentáveis e é nossa obrigação apoiar projetos como este, ressalta o secretário estadual do Meio Ambiente, Eugênio Spengler.

Todas as atividades que envolvem a partida e geram carbono, a exemplo da viagem dos jogadores do Corinthians a Salvador, utilização de veículos e aeronaves, bem como da utilização de energia elétrica, serão compensadas para neutralizar as emissões de gás carbônico. A partir de um marco regulatório e metodologia de referência para a adoção de Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL), é realizado um cálculo que define a quantidade de árvores que deverão ser plantadas para redução da emissão de CO2 na atmosfera.

Sobre a área escolhida para o plantio, o coordenador da Diretoria de Áreas Florestais da Sema, Alcides Pinheiro, ressalta que, no passado, o local era utilizado como aterro sanitário num ambiente considerado insalubre. O plantio no local trará vários benefícios como a contribuição para recuperação da área, utilizando vegetação nativa, e a redução dos gases da atmosfera que provocam o efeito estufa. Após a recuperação da área, o microclima ficará mais ameno na região, além de ser mais uma opção de área verde de lazer em Salvador, destaca.

O diretor de Marketing e Sustentabilidade do Vitória, Ricardo Azevedo, revela que a iniciativa surgiu após a criação do Departamento de Sustentabilidade na estrutura do clube. Treinamos uma equipe para instruir os torcedores para práticas ambientais corretas. Após o jogo, vamos avaliar como foi a interação entre os torcedores e o tema, resume.

Azevedo revela que a questão ambiental tem sido uma preocupação constante do Clube. Este ano começamos um processo de sensibilização interna, com coleta seletiva, apoio à ONG Paciência Viva, mantemos um convênio com a cooperativa de catadores de Canabrava, que recolhe os resíduos gerados nas partidas, que são encaminhados para reciclagem. Agora, queremos sensibilizar a nossa torcida e a população em geral, explica.

Floresta Bahia Global: O Selo Carbono Zero está incorporado ao programa Floresta Bahia Global, uma iniciativa da Sema que visa promover ações de recuperação da cobertura vegetal dos biomas e a descarbonização das atividades humanas, contribuindo para minimização dos efeitos das mudanças climáticas.

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A Secretaria de Cultura, através da diretoria de museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia, convida para exposição.

Abertura: 23/11 (terça), às 21 horas

Visitação: Terça a sexta (das 10 horas às 18 horas); Fins de semana e feriados (das 13 horas às 17 horas)

Museu da Cerâmica Udo Knoff: Rua Frei, 03 – Pelourinho

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