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Archive for 10 de maio de 2011

III Fórum para debater as políticas culturais acontece hoje à noite, a partir das 19 horas na Sala do Coro do teatro Castro Alves, em Salvador. A discussão é feita em meio a uma modificação estrutural da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA) . Antonio Grassi, presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte) é um dos convidados e vai debater as políticas públicas de fomento às artes. O evento vai ser até novembro e vai trazer como convidada a ministra da Cultura Ana Buarque de Hollanda.

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Para integrar o calendário de festivais de música independente na capital baiana em 2011, chega ao Pelourinho no dia 13 de maio o Salvador Rock Festival – Rock sim, drogas não!, promovido pela Rock Entertainment Company. O evento, que faz parte da agenda do Pelourinho Cultural, programa ligado à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia através do Instituto de Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), acontece no Largo Pedro Archanjo.

Em sua primeira edição, o festival apresenta apenas artistas baianos, mas o objetivo é fazer o intercâmbio da música produzida na Bahia com expoentes brasileiros e destaques internacionais.
A noite de rock está prevista para ter início às 18 horas, quando serão abertos os portões para o evento. Com o intuito de reunir diversas tribos em torno do pop rock, além de shows, o festival traz grafiteiros e artesãos entre outras manifestações culturais. A festa musical está garantida com a presença das bandas Soudone, The Honkers, Velotroz e Stigma.

Sobre o nome do evento, o idealizador e produtor do projeto, Venicios Belo, comenta que a intenção é começar a desvincular a imagem do rock ao consumo de drogas. “Hoje em dia já se sabe que o consumo de drogas não é ligado a um determinado estilo musical, mas o rock continua carregado essa imagem. A nossa intenção é desvincular isso”, afirma.

Atrações:
Velotroz
Banda soteropolitana formada em 2007, a Velotroz é composta atualmente por Giovani Cidreira (voz , violão e composições), Tássio Carneiro (guitarra e teclado), Sílvio de Carvalho (guitarra), Caio Araújo (contrabaixo), Maicon Charles (bateria) e Filipe Cerqueira (percussão). A banda mescla influências da MPB dos anos 70 com rock contemporâneo e apuro melódico.

Soudone
Com seis anos de existência e formada atualmente por Vitor Belo (vocal e guitarra), Isamarck Filipe (baixo), Josias Júnior (guitarra), Rudá Flasirolli (bateria), a Soudone lançou em 2011 seu primeiro álbum, batizado de Katrevagem, antigo nome do grupo. Com melodias e letras melancólicas, a banda pratica um rock que traz fortes laços com o Nordeste.

The Honkers
Grupo de rock formado em Salvador no final da década de 90, o The Honkers possui uma música influenciada pelo rock sessentista, mas sem perder a contemporaneidade. Embora melódica, também é capaz de abranger o rock mais pesado. A banda engloba ainda em suas sonoridades o honkabilly bop, um balanço melódico e barulhento, além do garage punk, indie, ska, surf e rockabilly, entre outros.

Stigma
Criada em 2006 com o nome Lótus, a atual banda Stigma define o próprio som como rock alternativo e busca influências em grupos como Green Day, Nirvana, Capital Inicial, CPM22. Compõem a Stigma: Jó (voz), Caio (bateria), Marcos (teclado), Felipe (baixo) e Lucas (guitarra).

Serviço

Salvador Rock Festival
Data: 13 de maio (sexta-feira)
Local: Largo Pedro Archanjo
Horário: 18 horas
Entrada: R$5,00

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Flávio Bauraqui e Aldri Anunciação. Crédito: Crisna Pires

Depois de um mês e meio de bilheteria esgotada em todas as sessões, a peça Namíbia, não! – que caiu no gosto popular – realiza nova temporada em Salvador. Desta vez, apresenta-se no Teatro Martim Gonçalves, no bairro do Canela, na Escola de Teatro da UFBA, de sexta a domingo, sempre às 20 horas.

Escrita por Aldri Anunciação e dirigida por Lázaro Ramos, a peça Namíbia, não! tem argumento provocador ao abordar, sem tentar resolver o assunto, uma situação hipotética: o ano é de 2016 e o Governo brasileiro obrigou que todos os afrodescendentes regressem imediatamente à África, provocando, em pleno século XXI, o revés da diáspora vivida pelo povo africano do Brasil escravocrata.

Situações inusitadas são discutidas com muito humor e ironia. Os debates enfocam a vida dos de “melanina acentuada” e assim o público, mesmo rindo bastante durante a encenação, é conduzido a ponderar as reflexões lançadas a partir dos diálogos entre os atores Flávio Buaraqui e Aldri Anunciação.

O texto foi agraciado com os Prêmios de Teatro Myriam Muniz e Fapex de Teatro 2010 por sua dramaturgia, teve leituras dramáticas no II Ciclo Negro Olhar (RJ) e no FIAC (BA), além de ter sido debatido na 1° Mostra de Teatro Negro (SP).

Sinopse

Em 2016, o Governo brasileiro decretou uma Medida Provisória obrigando que todos os de ‘melanina acentuada’ sejam capturados e enviados imediatamente à África, provocando, em pleno século XXI, o revés da diáspora vivida pelo povo africano do Brasil escravocrata. A medida é uma ação de reparação social aos danos causados pela União. Mas, para não incorrer no crime de “Invasão a Domicílo”, eles só podem ser capturados na rua. Assim, André e Antônio passam o dia trancados no apartamento, debatendo as questões sociais e econômicas da vida atual, seus anseios pessoais e as consequências de um iminente retorno à África-mãe.

Serviço

2ª temporada do espetáculo Namíbia, não!
Quando: de 6 a 22 de maio/2011, às sextas, sábados e domingos, sempre às 20 horas
Onde: Teatro Martim Gonçalves (Escola de Teatro da UFBA – Rua Araújo Pinho, 292, Canela)
Ingressos: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia entrada), à venda no local

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A essência feminina e a negritude ecoam nas vozes do grupo AFRICANTAR que continua em cartaz no Espaço Xisto Bahia, sempre às Quintas-feiras20h, com mais uma temporada do show Lamento das Águas que, a cada semana, conta com a participação de convidados especiais. Depois da emocionante participação da cantora Ana Paula Albuquerque e do baterista e percussionista Ivan Huol, na próxima Quinta, dia 12, o AFRICANTAR convida a Banda Mametto para conduzirem o público a um mergulho musical e poético na ancestralidade negra.
O elo entre o AFRICANTAR e a Mametto está na parceria que ambos possuem com o cantor e compositor Mateus Aleluia, que na década de 70 participou do grupo Os Tincoãs, contribuindo consideravelmente com a difusão da musicalidade originada nos Terreiros de Candomblé. Para Mateus Aleluia, os integrantes do AFRICANTAR são “jovens anciãos”. Já o nome Mametto, vem do carinhoso apelido que ele deu a Ana, durante as gravações do filme Milagre do Candeal. Ele afirma que “juventude é a semente que brota, porque nós revitalizamos os nossos pés em contato com o nosso chão. E o nosso chão é esse, é Bahia, é África, é Mundo. Este mar de sal que nos trouxe e nos separa também nos une”.
Lamento das Águas tem um tom de reverência à essência feminina e de valorização à negritude, ritmado por Ijexás, Agueres, Sambas e Cirandas, com arranjos especialmente desenvolvidos para a formação musical do grupo, 5 vozes, violão, percussão e trompete.
O repertório passeia por composições dos Tincoãs, Antônio Carlos e Jocafi, Milton Nascimento, Edu Lobo, Roberto Mendes e Afro-Sambas. Entre as músicas, os cantores recitam orikis, poesias, louvores a Orixás femininos e apelos por um mundo mais humano. São textos livremente adaptados de autores como Pierre Verger, José João Craveirinha, Castro Alves, Reginaldo Prandi, Paulo César Pinheiro, Jorge Ben Jor, J. Velloso, Saul Barbosa, Landê Onawalê e Juracy Tavares.
SERVIÇO:
Show Lamento das Águas | Grupo AFRICANTAR e Convidados
Onde: Espaço Xisto Bahia (Barris)
Quando: 05 a 26/05, QUINTAS, 20h
Quanto: R$16 e R$8 (meia)
Informações: 3117-6156

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