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Archive for the ‘Espetáculo’ Category

Nos próximos dias 12, 13 e 14 de Agosto, Salvador receberá a Cia. de Teatro Madalenas de Belém – Pará, para a realização de uma curta temporada do espetáculo CORPO SANTO no Teatro Martim Gonçalves (Escola de Teatro da UFBA).

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Teatro

Maldito Coração (me alegra que tu sofras) com Alice Lopes

Na tragicomédia, uma mulher de meia idade interpretada por Alice Lopes (Uma Mulher Vestida de Sol) faz confissões da sua vida às pessoas. Com comentários bem humorados e carregados de emoções, a personagem, que fora enganada por um homem e mergulhara em nostálgicas lembranças, relata os motivos que a fizeram chegar naquele lugar desenrolando uma história que transita entre a realidade e fantasia. O texto de Vera Karam, dirigido por Tânia Tôko, leva o público a se identificar com suas próprias vivências e questionar as insanidades do coração.

Serviço
Quando: 01, 08 e 15/06 (quarta-feira)
Horário: 20 horas
Onde: Teatro Gamboa Nova
Valor: R$10 e R$5 (meia)
Classificação: 12 anos

Ficha técnica

Texto: Vera Karam
Direção e produção: Tânia Tôko
Interpretação, compilação de texto, trilha sonora (seleção), figurino e
maquiagem: Alice Lopes
Assistentes de produção: Jossi Santana e Lanny Cerqueira

Música

Banda Maria Coisa no show Outra vez Marinês

O show cênico-musical retrata o universo nordestino a partir da obra da cantora Marinês. As interpretações da Banda Maria Coisa resultam de pesquisas sobre danças e ritmos populares realizadas pela cantora e dançarina Isis Carla, que mostra para o público um pouco dos aspectos culturais, sociais, políticos, naturais, históricos e econômicos da região. Além disso, a cenografia e o figurino expõem os valores estéticos produzidos pela riqueza da aridez do sertão e as paisagens litorâneas.

No cenário da música nordestina, Marinês (1935-2007) teve grande
destaque por diversos aspectos, mas inclusive por ser uma cantora à frente
de uma banda, combatendo preconceitos num período em que as mulheres
ainda atuavam no ambiente doméstico, quase que exclusivamente, ou em
profissões reservadas ao sexo frágil. Desta maneira se configurava a coragem
e a liberdade de expressão exercida por ela, quando as conquistas feministas
ainda avançavam no campo profissional e pessoal.

Serviço
Quando: 02, 03, 09 e 10/06 (quinta e sexta)
Horário: 20 horas
Onde: Teatro Gamboa Nova
Valor: R$ 10 (inteira) e R$5 (meia)
Classificação: Livre

Ficha técnica

Voz: Isis Carla
Sanfona: Lucas Campelo
Violão: Marcos Gomes
Zabumba: Anderson Petti
Triângulo: Alan Feeling
Direção artística: Rino Carvalho
Cenografia: Agamenon Brito
Iluminação: Ismael Marques
Sonoplastia: Eder Miranda

Oráculo Musical Lunar com Stefano Cortese

Ele não fala muito, se expressa em vários idiomas e só aparece uma vez por mês, quando o satélite natural da Terra atinge seu ápice da plenitude. Os movimentos também são reflexos de quem experimentou a gravidade poucas vezes. Quem tem uma pergunta para a lua pode se manifestar em particular ou público e o Senhor Lua, personagem interpretado pelo músico italiano Stefano Cortese, responde através do piano, num fluxo musical em que as improvisações e atuações funcionam como tarô, que no final do número forma um sábio conselho. Nesta forma nasce o Oráculo Musical Lunar que mistura canções e artes cênicas.

Atualmente residente no Vale do Capão, Chapada Diamantina (BA), Stefano Cortese começou há cinco anos essa história com “A Lenda do Pianista no Furgão”, um espetáculo itinerante e eventual no qual interpreta vários personagens num pequeno caminhão e um piano de armário. Assim, nasceram Mr. Teach, o professor de música fugido dos EUA que fala sobre os avôs italianos, o irmão “Mudo”, que se comunica através de escritos e músicas, o Senhor Saúde (Mr. Health) que cura tocando música e Mr. Sing que faz serenatas a domicílio. O Senhor Lua ganhou vida numa noite quando Stefano chegou ao meio de um jardim, perto de uma lagoa, ao lado de um piano, para responder as perguntas dos presentes. Desde aquele momento, mensalmente, ele aparece em qualquer lugar e propõe o jogo cênico musical.

Serviço

Quando: 16 e 17/06 (quinta e sexta)
Horário: 20 horas
Onde: Teatro Gamboa Nova
Valor: R$10 e R$5 (meia)
Classificação: 12 anos

Dança

Quinto Quarto à Direita com a Uó Cia de Artes

Recriando a atmosfera dos cabarés, a Uó Cia de Artes apresenta um espetáculo composto de esquetes, números de dança, canto e improvisações, que acontecem em diferentes ambientes do Teatro Gamboa Nova, ora de forma simultânea, em cena de instalação, ora de forma itinerante. Os intérpretes criadores Baldez, Heyder Moura e Roberta Rox propõem ao público um jogo cênico, conduzindo o caminho de fruição e possibilitando não só o deslocamento, mas a percepção sensorial de partes da obra. Ao descentralizar o palco convencional o espetáculo flexibiliza a criação artística em relação com o ambiente. Durante a encenação ocorrem também mini performances de artistas convidados.

Serviço

Quando: 04 e 05/06 (sábado e domingo)
Horário: 20 horas
Valor: R$10 e R$5 (meia)
Onde: Teatro Gamboa Nova
Classificação: 16 anos

Ficha técnica

Direção: Coletiva
Dançarinos: Dandara Baldez, Heyder Moura e Roberta Rox
Artista convidado: Thales Branche
Iluminação: Camila Corrêa

Memória das Águas com Ana Rita Almeida e Viviane Bastos

Considerada a manifestação do feminino em nosso planeta, a água deu origem a grandes mitos femininos de relevância cultural desde a ancestralidade até os dias atuais. E esse elemento, que se apresenta salgado ou doce é a inspiração das intérpretes-criadoras Ana Rita Almeida e Viviane Bastos na concepção do espetáculo de dança Memória das Águas. Para realizar a montagem, elas mergulharam na pesquisa corporal e convidaram Adriana Oliveira, que contribuiu com o roteiro e intervenções audiovisuais. Juntas, elas navegaram em mares e rios para reaproximar essas duas forças e dialogar com os múltiplos símbolos que atualmente cercam as questões das almas das mulheres, abarcando suas relações afetivas, sexuais, familiares e profissionais. E assim, abordar as lembranças femininas seculares e sua revinculação com a natureza, sobretudo com a água.

Serviços

Dias: 11, 12,18 e 19/06 (sábado e domingo)
Horário: 20 horas
Valor: R$10 e R$5 (meia)
Onde: Teatro Gamboa Nova
Classificação: 14 anos

Ficha técnica

Concepção: Ana Rita Almeida, Adriana Oliveira e Viviane Bastos
Direção: Ana Rita Almeida
Coreografia: Ana Rita Almeida e Viviane Bastos
Intérpretes: Ana Rita Almeida e Viviane Bastos
Intervenções audiovisuais: Adriana Oliveira
Figurino e ambientação: Ana Rita Almeida

Exposição

Exposição Costura em Linha Reta de Maria Falcão

Usando tecidos em algodão, principalmente a cassa bordada, materiais reciclados e reutilizáveis, Maria Falcão brinca com o movimento, a forma e o espaço dando vida a orquídeas, tulipas e outras flores cheias de vivacidade. Também fazem parte da seara, garrafas com aplicações de botões e outros objetos delicados. De acordo com a artesã, o compromisso da mostra não
é com o exato, nem com o certo, muito menos com o perfeito, mas sim com a liberdade. “Os trabalhos apresentados têm origem no encontro do feminino
com o primitivo. É como procuro entender a criação que é única, particular.
Embora considere a memória e a tradição, é fruto do agora”, afirma a arte-
educadora. Diplomada em Pedagogia, ela também atua, desde criança, como
costureira, a iniciação deu-se através da convivência com a mãe. A partir do
conhecimento da matéria e do material, Maria procura fazer experiências até
produzir objetos alegres e coloridos. Quando se identifica com o processo
de criação, segue educando os sentidos até que o objeto alcance, além da
identidade própria, uma utilidade.

Serviço

Quando: até 19/06
Galeria Jayme Fygura
Visitação: de quarta a domingo, das 16 horas às 20 horas
Entrada gratuita
Classificação: Livre

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Um dos espetáculos de maior sucesso de público do Brasil está de volta à Salvador.


O espetáculo “Improvável” da Cia Barbixas de Humor estará em cartaz nos dias 27,28 e 29 de maio no Teatro SESC Casa do Comércio.  Improvável é um espetáculo de Improvisação Teatral, resultado de um projeto da Cia. Barbixas de Humor inspirado no programa televisivo Whose Line is It Anyway? e em peças como Zenas Emprovisadas e Jogando no Quintal. O espetáculo sempre conta com dois convidados especiais, que compõe o elenco juntamente com os atores da Cia. Barbixas de Humor.

O mestre de cerimônias faz um aquecimento com o público e apresenta as regras dos jogos de improvisação. Os temas desses jogos são sugeridos pela platéia e os atores criam cenas na hora, tornando o espetáculo sempre original e único. Nenhum espetáculo é igual ao outro. Já foram convidados do Improvável os principais nomes do humor brasileiro e improvisadores da América Latina e Europa.

Os vídeos produzidos durante os espetáculos alimentam semanalmente uma websérie do Improvável no Youtube, sendo que o canal da Cia Barbixas de Humor conta com mais de 150 vídeos e uma audiência de mais de 180 milhões de visualizações (cerca de 4 milhões de visualizações por mês), sendo um dos canais de humor do YouTube mais vistos no mundo.

O Improvável acontece há 3 anos, todas as quintas-feiras, na cidade de São Paulo e viaja todos os finais de semana por diversas capitais e cidades do pais.

O projeto conta com o incentivo do Ministério da Cultura através da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) com patrocínio cultural da empresa 3M do Brasil Ltda, e apoio das empresas TVA e Cacau Show. A turnê passará por 10 (dez) capitais do país ao longo do ano de 2011.

Os ingressos já estão à venda na bilheteria do teatro.

SERVIÇO

SALVADOR (BA) TURNÊ PATROCÍNIO
Teatro SESC Casa do Comércio
Avenida Tancredo Neves, 1109
Telefone: (71) 3273-8732
Dias 27, 28 e 29/05
Sexta e Sábado 20h | Domingo 18h
Duração: 70 minutos
Classificação: 14 anos

Ingressos: R$50,00 (inteira) | R$25,00 (meia)

Bilheteria: 3273-8543

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Após o sucesso em São Paulo, Rio de Janeiro e Paulínia o espetáculo musical  “A Gaiola das Loucas”, assistido por mais de 200 mil espectadores, chega a Salvador. Em turnê nacional desde abril, o musical será apresentado na capital baiana nos dias 27, 28 e 29 de maio, no Teatro Castro Alves.

Escrita por Jean Poiret, para mais uma vez celebrar sua longeva e profícua parceria nos palcos com Michel Serrault, A Gaiola das Loucas (La Cage aux Folles) estreou em 01 de fevereiro de 1973, no Théâtre du Palais Royal, em Paris e imediatamente transformou-se num dos maiores sucessos da história do teatro francês,  ganhando traduções e adaptações pelo mundo todo, inclusive no Brasil, com impagáveis atuações de Jorge Dória e Carvalinho.

Somente em Paris, a peça foi vista por quase um milhão de espectadores nas duas mil apresentações que realizou. Em 1978, o texto de Poiret foi adaptado para o cinema, numa produção franco italiana (Ugo Tognazzi interpretou o papel de Poiret e Michel Serrault imortalizou nas telas sua brilhante Zazá).

A história é conhecida: Georges (Miguel Falabella) é o proprietário do cabaré “A Gaiola das Loucas”, em Saint Tropez. O cabaré, famoso pelos seus shows de transformistas, tem sua vedete: a primeira e única Zazá, o transformista mais famoso de toda Riviera que, ao tirar a maquiagem, transforma-se em Albin (Sandro Christopher), com quem Georges mantém uma relação estável há mais de vinte anos. Na verdade, sua relação é tão solidamente estruturada que ambos tem um filho: Lourenço, fruto de uma aventura de Georges nos bastidores do Lido de Paris, quando ele era bem jovem. A jovem corista não quis criar o filho e Georges e Albin assumiram a tarefa. Lourenço, 24 anos, ao iniciar a comédia chega em casa com uma notícia avassaladora: vai se casar. Está perdidamente apaixonado por Anne e não há meios de dissuadi-lo desta idéia.   Até aí a coisa não seria tão grave, não fosse Anne filha única de Edouard Dieulafoi, presidente do PFTM, o Partido da Família, Tradição e Moralidade, que prometeu varrer do mapa os homossexuais da Riviera, no caso de ser eleito.

A partir daí, a trama constrói-se com excepcional dramaturgia com muito humor e os estratagemas inerentes ao gênero da farsa.

 

Elenco

Miguel Falabella – Georges
Sandro Christopher – Albin / Zazá
Jorge Maya – Jacó
Davi Guilhermme – Lourenço
Carla Martelli – Anne Dieulafoi
Eliana Rocha – Xavière
Carlos Leça – Sr. Dieulafoi
Keila Bueno – Sra. Dieulafoi
Gustavo Klein – Francis, Mercedes e Cagelles
 

Comédia de Jean Poiret
Versão brasileira e direção: Miguel Falabella
Co-direção: Cininha de Paula
Figurinos: Claudio Tovar
Cenografia: Clivia Cohen
Gênero: COMÉDIA

 

Serviço:

O que: Musical A Gaiola das Loucas
Onde: Teatro Castro Alves
Quando: 27, 28 e 29 de maio 2011)
Horário: Sexta e Sábado, às 21h e Domingo às 20h
Quanto: Inteira – R$ 130, (filas A a P); R$ 110, (Q a Z3); R$ 80, (Z4 a Z11)

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O projeto de circulação musical Sons de Canudos, contemplado pelo edital Vivaldo Ladislau da Fundação Cultural do Estado da Bahia com recurso do Fundo de Cultura do Estado da Bahia, vai percorrer na penúltima semana de maio os municípios do sertão baiano Monte Santo (23/ 24), Jacobina (25/26) e Conde (27/28).  As apresentações musicais serão em locais públicos e gratuitas, reunindo os artistas  da música tradicional da histórica Canudos Velho. Landinho Pé de Bode, o último de uma geração de tocadores da sanfona de oito baixos do município. A banda de Pífanos de Bendegó,  com suas caixas artesanais, zabumba e flauta e a Zabumba de Canudos, formada por cinco jovens irmãos que dão continuidade à memória das tradições locais. Antes das apresentações serão realizadas aulas espetáculos nas escolas públicas de cada município.

Mais informações:

sonsdecanudos.blogspot.com

http://www.sonsdecanudos.com.br

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O espetáculo IAURETÊ marca os 33 anos do Grupo de Teatro Palmares Iñaron. A peça é uma livre adaptação do conto Meu Tio O Iauaretê de Guimarães Rosa e da obra literária Maíra de Darcy Ribeiro e cruza as histórias de dois personagens: Oxim um místico caboclo onceiro, interpretado por Victor Kizza (Barrela, Uma Mulher Vestida de Sol) e Mehín Índio que ganha vida com a interpretação de Maria Janaína (Água que Lava Alma) e revela a ancestralidade e os impactos da civilização nos povos indígenas brasileiros.
IAURETÊ é adaptado e dirigido por Lia Spósito (Macunaíma, Cangaço, O Trem Baiano), conta com a direção musical de Bira Reis e a orientação artística de Antônio Godi.
O espetáculo foi premiado no FIT – Festival Nacional Ipitanga de Teatro na edição 2010 com o Troféu de Melhor Ator para Victor Kizza. Este festival de caráter nacional é realizado no município de Lauro de Freitas/BA ao longo de 05 (cinco) edições e vem ganhando expressividade, representando o movimento cultural de Lauro de Freitas por todo o Brasil. Ainda, o espetáculo IAURETÊ foi um dos grandes representantes da Bahia e do nordeste no Festival de Curitiba 2011, que já está em sua vigésima edição e constitui-se como um dos mais expressivos festivais de teatro do país sendo realizado anualmente na capital paranaense.

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O Teatro Cidade do Saber recebe mais uma vez em seu palco, o grande sucesso cômico “As Bondosas”, nos dias 28 e 29/05, respectivamente às 20h e 19h, com ingressos nos valores de R$ 20,00 (Inteira) e R$ 10,00 (Meia).

A história centra-se em três carpideiras (mulheres que são contratadas para prantear os mortos) que velam o corpo da jovem filha de uma família rica.

Astúcia (Juarez Alves), Angústia (Marih Araújo) e Prudência (Michael Oliveira), percebem que seus parentes têm um comportamento estranho, algo que as faz descobrir no decorrer do velório, fatos surpreendentes sobre os familiares e sobre si mesmas. A peça foi escrita pelo ator e dramaturgo cearense Ueliton Rocon, que faz em seu texto, uma sátira à hipocrisia humana.

“As Bondosas” já percorreu diversos estados do Brasil, como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia, chegando até a Portugal, na Europa. Assistido por mais de 70 mil espectadores, no ano de 2009, o espetáculo teve os ingressos esgotados no primeiro dia de apresentação, no Teatro Cidade do Saber, caindo no gosto do público de Camaçari e região, que agora tem mais uma oportunidade de assistir a peça.

Serviço:

O quê? Comédia AS BONDOSAS
Onde? Teatro Cidade do Saber
Quando? 28 e 29/05/11
Horário: Sábado, 20h e Domingo, 19h.
Classificação: 14 anos
Ingressos: R$ 20,00 (Inteira) e R$ 10,00 (Meia)

Obs.: Na bilheteria do Teatro estarão disponíveis nos dias 27/05 das 14h às 18h, 28 e 29/05 das 14h até o início do espetáculo.

Vendas antecipadas: já disponíveis nas lojas Utilar – Shopping Riviera, CCAA – Shopping do Chapéu, CCAA – Dias D’Ávila Ótica Slim (Dias D’Avila – Shopping Dias D’Avila)

Informações: Cia.Biribandos de Artes Produções Artísticas: 8837-2559, 8302-2496, 9641-7458.

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A essência feminina e a negritude ecoam nas vozes do grupo AFRICANTAR que continua em cartaz no Espaço Xisto Bahia, sempre às Quintas-feiras20h, com mais uma temporada do show Lamento das Águas que, a cada semana, conta com a participação de convidados especiais. Depois da emocionante participação da cantora Ana Paula Albuquerque e do baterista e percussionista Ivan Huol, na próxima Quinta, dia 12, o AFRICANTAR convida a Banda Mametto para conduzirem o público a um mergulho musical e poético na ancestralidade negra.
O elo entre o AFRICANTAR e a Mametto está na parceria que ambos possuem com o cantor e compositor Mateus Aleluia, que na década de 70 participou do grupo Os Tincoãs, contribuindo consideravelmente com a difusão da musicalidade originada nos Terreiros de Candomblé. Para Mateus Aleluia, os integrantes do AFRICANTAR são “jovens anciãos”. Já o nome Mametto, vem do carinhoso apelido que ele deu a Ana, durante as gravações do filme Milagre do Candeal. Ele afirma que “juventude é a semente que brota, porque nós revitalizamos os nossos pés em contato com o nosso chão. E o nosso chão é esse, é Bahia, é África, é Mundo. Este mar de sal que nos trouxe e nos separa também nos une”.
Lamento das Águas tem um tom de reverência à essência feminina e de valorização à negritude, ritmado por Ijexás, Agueres, Sambas e Cirandas, com arranjos especialmente desenvolvidos para a formação musical do grupo, 5 vozes, violão, percussão e trompete.
O repertório passeia por composições dos Tincoãs, Antônio Carlos e Jocafi, Milton Nascimento, Edu Lobo, Roberto Mendes e Afro-Sambas. Entre as músicas, os cantores recitam orikis, poesias, louvores a Orixás femininos e apelos por um mundo mais humano. São textos livremente adaptados de autores como Pierre Verger, José João Craveirinha, Castro Alves, Reginaldo Prandi, Paulo César Pinheiro, Jorge Ben Jor, J. Velloso, Saul Barbosa, Landê Onawalê e Juracy Tavares.
SERVIÇO:
Show Lamento das Águas | Grupo AFRICANTAR e Convidados
Onde: Espaço Xisto Bahia (Barris)
Quando: 05 a 26/05, QUINTAS, 20h
Quanto: R$16 e R$8 (meia)
Informações: 3117-6156

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Pela primeira vez, a cidade de Salvador será palco de um espetáculo teatral profissional estrelado por atores surdos e ouvintes.


A peça DIFERENTE estréia na próxima sexta-feira (06) e permanece em cartaz até 19 de junho, sempre às sextas, sábados e domingos, às 20h, no Café Teatro Sitorne, no bairro do Rio Vermelho. A entrada é gratuita e a censura livre.

O texto, escrito especialmente para a ocasião, é assinado pelo dramaturgo baiano Claudio Simões, em co-autoria com Ivan dos Santos, Leandro Rocha e Roberto Salles. Os autores basearam-se em situações e experiências apresentadas nas oficinas realizadas no período de janeiro a fevereiro 2011, através do PROJETO VOZES EM GESTO. Os 20 participantes tiveram aulas de Teatro, Mímica Corporal Dramática, Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).

O elenco é composto por três atores ouvintes e três surdos – selecionados durante as oficinas – e reúne Beto Cerqueira, Cássia Domingos, Cibele Lisboa, Deise da Hora, Leonardo Alves e Lindinalva Bernardo.

A peça narra a história de amor de Daniele (Cássia Domingos), uma jovem secretária ouvinte, e Vitor (Leonardo Alves), um ator aspirante surdo. A surdez é apenas mais uma das diferenças que ligam os protagonistas e demais personagens. Nesse contexto, DIFERENTE, é uma peça que fala de igualdade na diferença, pois não tem como princípio transformar a surdez em um “problema” e o surdo em alguém que precisa ser “aceito”. Baseado nessa premissa, o espetáculo é falado nas duas línguas oficiais utilizadas no Brasil, LIBRAS e português.

A dramaturgia e a direção do espetáculo foram pensadas em função de proporcionar a ampla compreensão do mesmo tanto por surdos quanto por ouvintes indistintamente. A LIBRAS é falada pelos próprios personagens, propiciando ao público surdo acompanhar o desenrolar dos acontecimentos sem a utilização das recorrentes traduções simultâneas fora da cena. Por também ser falado em português, o espetáculo permite amplo entendimento ao publico ouvinte, além de estimulá-lo a se familiarizar mais com a linguagem de sinais.

O objetivo do espetáculo é contribuir para o cumprimento do princípio de igualdade para todos, incluindo o direito à comunicação e às artes. A iniciativa faz parte do Projeto Vozes em Gesto, realizado pelo Centro de Surdos da Bahia (CESBA), que conta com o apoio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SECULT), através do Edital 33/2008 Cultura e Direitos Humanos.

DIFERENTE – O espetáculo tem direção de Roberto Salles e consultoria em LIBRAS de Panthéia Daniele Mesquita. O cenário foi criado por Maurício Pedrosa, o figurino por Rino Carvalho, a maquiagem por Marie Thauront, a iluminação por Marcos Oliveira e a trilha sonora por Leandro Rocha.

SERVIÇO:

O quê? Espetáculo Diferente
Quando? De 06/05 a 19/06 (sextas, sábados e domingos),
Horário? As 20h
Local? Café Teatro Sitorne (Rua Deputado Cunha Bueno, nº 55, Rio Vermelho, 71 3347-7089)
Quanto? Gratuito

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“Em curtíssima temporada e com apresentações quase diárias, o espetáculo tem grande aceitação do público e da crítica e é a opção de cultura para o feriado prolongado”

O espetáculo “Fim de Partida” atinge a marca de 1000 espectadores na primeira semana. Estrelada por Harildo Déda, Gideon Rosa, Maria de Souza e Gil Teixeira, com texto de Samuel Beckett e direção de Ewald Hackler, a peça contemplada pelo edital Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2009, que acontece no Teatro Martim Gonçalves, casa que comporta 191 pessoas por aprensentação, tem curtíssima temporada, de terça-feira a domigo, as 20h em ponto, até o dia 01/05. A entrada é franca e os ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência na bilheteria do teatro.

Com atmosfera do pós-guerra, a tragicomédia utiliza a estética do Teatro do Absurdo para abordar o enigma da existência humana, a solidão e a esperança através de quatro personagens presos num abrigo à beira mar que sofrem com a escassez de alimentos e remédios. O artista frustrado, cego e paralítico Hamm, interpretado por Harildo Déda (A Prostituta Respeitosa/, Cidade Baixa), mantém uma relação simbiótica com o empregado manco Clov, vivido por Gideon Rosa (Na Solidão dos Campos de Algodão/ Central do Brasil), que não pode sentar-se devido uma estranha doença. Porém, basta o patrão soar o apito que ele se faz presente para travar diálogos aflitivos.

A Companhia de Teatro da UFBA celebra 30 anos de fundação com a montagem “Fim de Partida”, nesses anos todos, Harildo Déda (Hamm) esteve envolvido em mais de 20 espetáculos, seja atuando ou na direção. “Escutei que esse era um projeto da velharia, e de fato é, mas tenho um grande orgulho por isso”, afirma Déda. Para o ator, se hoje ele deixar de fazer teatro, já se sentiria peparado para a vida”. “Essa é a maior terapia”, brinca.

“Fim de Partida” foi muito bem recebida pela crítica especializada que teceu longas críticas. “A montagem de Hackler para este End Game é também uma metáfora para dois atores que são obrigados a conviver/viver apesar de toda excassez material, institucional e física; apesar da falência do corpo e da memória”. Afirma a atriz e jornalista, Jussilene Santana. Segundo ela, Hackler, sem mudar uma linha do texto, deixa claro que aqueles dois homens absurdos que não conseguem se separar nada mais são que dois intérpretes condenados ao mesmo fim: E que este fim seja em cima de um palco”.

Celso Jr., crítico do blog “Cadernos Grampeados”, acredita que a maior qualidade da mantagem está no par central em cena, nos atores Harildo Déda e Gideon Rosa. “Eles se enfrentam descaradamente, abusando do cinismo e do humor ranzinza presente nos textos”, diz Celso.

Gideon Rosa afirma que interpretar um texto de Beckett é se arriscar bastante, pois sempre existirá um abismo a frente do ator. “é bom se arriscar nesse sentido”, completa. Rosa confessa ainda que teve dificuldades de encontrar o tom dessa interpretação, mas com a ajuda de Hackler finalmente o encontrou.

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O espetáculo tem a direção de Paulo Dourado e patrocínio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia através do Fazcultura.

O ingresso será trocado por 1 kg de feijão ou arroz para o programa  Fome Zero

Jackson Costa e Regina Dourado em " A Paixão de Cristo". Foto: Shirley Stolze


Uma superprodução teatral patrocinada pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, através do Fazcultura e pelo Projeto Vivo EnCena,  o espetáculo “A Paixão de Cristo” será apresentado na Semana Santa, de 22 a 25 de abril, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, às 18h30. Sob a direção geral de Paulo Dourado, estarão no palco nada menos que 50 atores e figurantes, além de um coro de 300 vozes regido pelo maestro Dilton César. No elenco, grandes nomes do teatro baiano: Jackson Costa, no papel de Jesus Cristo, Regina Dourado, como Maria, a mãe de Jesus, Andrea Elia, como Maria Madalena, e ainda Marcelo Praddo, Luiz Pepeu, Urias Lima e Carlos Betão, entre outros artistas. Os ingressos serão trocados por 1 kg de feijão ou arroz para o programa Fome Zero, na bilheteria do TCA. Para os quatro dias de  apresentação é esperado um público de 20 mil pessoas. No dia 21, quinta-feira, acontece o Ensaio Aberto, às 18h30.

Tradição cultural – A celebração da Paixão de Cristo é a mais permanente e profunda entre todas as tradições culturais do mundo ocidental. Em função do seu duplo fundamento – religioso e artístico – a realização desse teatro popular se reveste de características especiais que encontram eco na diversidade das classes e das culturas da sociedade contemporânea. Em todo o mundo, ao longo das últimas décadas, ressurgiram novos espetáculos sobre o tema, produzidos com recursos tecnológicos de ponta e elenco de excelência artística.

O diretor Paulo Dourado afirma que a expectativa é lotar a Concha, não só de baianos, mas também turistas. “Estamos retomando em Salvador uma tradição do século passado, quando nos anos 80 e 90 era costume das famílias participarem da Semana Santa, como um momento de reflexão e renovação em torno da Páscoa. Mas houve uma carnavalização progressiva em Salvador, e outros acontecimentos culturais legítimos foram esquecidos.’Paixão de Cristo’ é o piloto de um amplo projeto que pretende envolver as artes sacras, o barroco baiano, os museus, os corais, enfim, todo o universo artístico da Bahia associado à história da religiosidade e do  cristianismo”.

Poesia – O ator Jackson Costa, que curiosamente boa parte do público acha que ele já interpretou Jesus Cristo, garante que esta é a primeira vez em que vive “a história de um personagem muito bonito, totalmente coerente, sofredor e o mais solitário de todos que já fiz. O Verbo Encarnado é totalmente poesia. Jesus é  uma flor e a humanidade um coturno pisando em cima”, compara. Ele destaca que a montagem de Paulo Dourado traz uma proposta diferente, ao colocar nas mãos de atores experientes o embate, o poder da palavra, o julgamento do antigo teatro grego, agora para o público da Concha. “É diferente de ver um presépio com figuras estáticas. Esta é uma oportunidade de compreender muitas coisas que ainda não compreendemos.”

“A mesma emoção” – Também a atriz baiana Regina Dourado, com uma carreira de papéis marcantes na televisão, teatro e cinema, ainda não havia atuado em  nenhum espetáculo sobre a Paixão de Cristo, “o ser mais misterioso e poderoso que colocou os pés na face da Terra. Parece que tudo aquilo aconteceu ontem. A emoção é a mesma”, diz ela, que se sente  honrada e um pouco ansiosa por fazer Maria, “a mãe que queria morrer junto com o filho.” Na montagem, Regina interpreta a personagem numa fase mais madura, que narra todos os acontecimentos. Ela lembra que é um prazer trabalhar novamente com o irmão, o diretor Paulo Dourado, e que “é fantástico o espetáculo acontecer na Concha, porque lembra os aglomerados populares que se faziam na época da Paixão.”

Coral e efeitos especiais – Com duração de uma hora e meia, a peça segue uma linha tradicional baseada em interpretações literais dos Evangelhos e pontuada por falas da Língua Portuguesa arcaica. Ao mesmo tempo, a produção contempla elementos contemporâneos e efeitos especiais. No momento da Ascensão, por exemplo, Cristo irá literalmente voar, revela Antrifo Sanches, coordenador de produção. Para causar esse e outros efeitos cênicos foi convidada a companhia teatral carioca Intrépida Trupe, especializada em arte circense. Por sua vez, a música que marca o ritmo da peça é uma grande compilação do cancioneiro popular de domínio público e do clássico instrumental. Somem-se aí a abertura e o encerramento do espetáculo, a cargo de um coro de 300 vozes, sob a regência  maestro Dilton César, responsável pelos corais do Mosteiro de São Bento e da Petrobras, entre outros.

Paulo Dourado (diretor) Em quase 35 anos de produção artística, é diretor, professor,  roteirista, cenógrafo, dramaturgo, diretor musical e produtor de um grande número de espetáculos, audiovisuais e eventos. Foi diretor da Escola de Teatro da UFBA. Dirigiu “Ubu Rei”, “A Caverna”, Sete Pecados Capitados”, “Los Catedrásticos”, “A Conspiração dos Alfaiates”, “Canudos: A Guerra do Sem Fim”, a ópera “Lídia de Oxum”, “Quincas Berro D’Água” e “Rei Brasil”.

Jackson Costa (ator) Nascido em Itabuna, Bahia, trabalhou em minisséries e novelas da  TV como “Pedra sobre Pedra”, “Renascer” “Tocaia Grande“. “Paraíso”, “Dalva e Herivelto – uma Canção de Amor” e na microssérie  “A Pedra do Reino“, dirigida por Luiz Fernando Carvalho em homenagem aos 80 anos do escritor Ariano Suassuna.  No teatro, entre outras peças fez “Los Catedrásticos”, dirigida por Paulo Dourado,  e “Vixe, Maria! Deus e o Diabo na Bahia!”, dirigida por Fernando Guerreiro. Lançou um CD no qual interpreta poesias de Castro Alves e Gregório de Mattos. Atualmente, apresenta o programa “Aprovado” da TV Bahia.

Regina Dourado (atriz) – Natural de Salvador, a premiada intérprete estreou na televisão no especial “A Morte e a Morte de Quincas Berro D`água”, dirigido por Walter Avancini em 1978. Atuou em “Pai Herói”, “Cavalo Amarelo” “Rosa Baiana”, e brilhou como a inesquecível personagem Lara Sereno de “Pão Pão, Beijo Beijo”. Fez também “Roque Santeiro”, “Renascer”, “Tropicaliente”, “Explode Coração”, “Rei do Gado”, “Esperança”, “América”.“Lampião e Maria Bonita”, “O Pagador de Promessas”, “O Sorriso do Lagarto” e “Tereza Batista”. No teatro, atuou em peças como   “Memórias de um Sargento de Milícias”, “Declaração de Amor Explícito” e “Rei Brasil 500 Anos, Uma Ópera Popular”. No cinema, estreou em grande estilo em “Baiano Fantasma”, de Denoy de Oliveira, em 1984.

Serviço:

“A Paixão de Cristo” – Projeto Vivo EnCena

Direção: Paulo Dourado

Elenco: Regina Dourado, Jackson Costa, Andrea Elia, Marcelo Praddo, Urias Lima, Luiz Pepeu, Carlos Betão

Onde: Concha Acústica do Teatro Castro Alves

Quando: De 22 a 25 de abril, às 18h30 (de sexta à segunda-feira)

Ingresso: 01 kg de feijão ou arroz para o programa Fome Zero. Troca na bilheteria do TCA

Ensaio Aberto: Dia 21 de abril, às 18h30, Quinta-feira

FICHA TÉCNICA

Direção – Paulo Dourado

Dramaturgia – João Sanches

Produção – Sole Produções

Coordenação de Produção – Antrifo Sanches

Figurino – Miguel Carvalho

Cenografia – Zuarte Júnior e Fritz Guttman

Maestro – Dilton César

Efeitos Especiais – Intrépida Trupe

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