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Parapapá! Circo Musical resgata canções da MPB, antigos lundus e cantinelas típicas da tradição circense para contar história singela

Um menino pobre do interior vê a chegada do circo em sua cidade, mas não tem dinheiro para ir ao espetáculo. Com brinquedos simples – bolas de gude, iô-iôs e peões – e muita imaginação, o circo vai parar em sua casa. Os Parlapatões encenam Parapapá! Circo Musical no teatro da CAIXA Cultural Salvador, de 1º a 3 de abril, sempre às 16h. A peça tem patrocínio da CAIXA e do Governo Federal.

No espetáculo o mote são as canções, que fazem a narrativa da história. O menino pobre não pode ir ao circo, e não se sabe se é sua imaginação ou a realidade, mas ele vê seus brinquedos se transformarem em números circenses. Passam por ele mágicos, malabaristas, trapezistas e acrobatas.

Nessa mistura entre sonho e realidade, o menino ajuda o palhaço da trupe a conquistar a trapezista, por quem é apaixonado. Em retribuição, o palhaço ensina ao menino como fazer algumas brincadeiras, até transformar o menino em palhaço também. Mas como tudo que é bom acaba, quando chega a hora da partida, surgem as questões: será que o menino seguirá com o circo? Ou o circo seguirá nele?

Parapapá! Circo Musical é um espetáculo de características visuais e musicais bem brasileiras, inspirado no artesanato e brincadeiras populares. É fruto da pesquisa de 20 anos dos Parlapatões, em torno da arte da palhaçaria e dos brincantes brasileiros, e resgata músicas e jogos que fizeram o nascimento do circo brasileiro.

Parlapatões

Em 2011, os Parlapatões completam 20 anos de história. Nesse período, montaram 38 diferentes espetáculos, entre infantis e adultos, além de eventos e mostras. Já passaram pelos mais importantes festivais de teatro brasileiros, passando também por festivais internacionais. Hoje, o grupo mantém o Espaço Parlapatões, onde desenvolve suas atividades, realiza Mostras e Festivais, além de receber temporadas de grupos convidados.

Ficha Técnica

“Parapapá! Circo Musical”
Texto: Hugo Passolo
Direção: Hugo Passolo
Direção Musical e Arranjos: Alexandre Dalóia
Elenco:
Raul Barretto (Menino)
Adonis Comelatto (Palhaço)
Hélio Pottes (Palhaço Gigante)
Fabeck Capreri (Apresentador–Cantor)
Lia Bernardes (Apresentadora–Cantora)
Wallace Alcântara (Acrobata e Malabarista)
Nayara Nascimento (Trapezista)

Músicos:
Fernando Thomaz (bateria e percussão)
Daniel Xingu (violão e viola)
Figurinos: Hugo Passolo
Cenário e Objetos de Cena: Hugo Passolo e Werner Schultz
Coreografias: Henrique Stroeter e Paulo Goulart Filho
Produção Executiva: Cristiani Zonzini
Assistente de Produção: Amanda Yamada
Produção Local das apresentações Salvador: Selma Santos

SERVIÇO

Espetáculo Infantil: “Parapapá! Circo Musical”, com a companhia Parlapatões
Direção: Hugo Possolo e Henrique Stroeter
Apresentações: 1º, 2 e 3 de abril 2011;
Horário: 16h
Acesso: Mediante troca do ingresso por 1 kg de alimento não perecível, a partir das 14 horas do dia do espetáculo, na bilheteria da CAIXA Cultural Salvador.
Censura: Livre;
Duração: 60 minutos
Onde: CAIXA Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57 – Centro, Salvador
(BA)
Telefones: (71) 3421-4200
Patrocínio: CAIXA Econômica Federal

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A Companhia Calhandra de Teatro, ainda em comemoração no mês da mulher, apresenta nos dias 17 e 24 de março a peça “Ô Inho… e eu?”. Com direção do ator diretor e dramaturgo e Rai Alves, o espetáculo transporta o público para realidades trágicas e cômicas que revelam o universo feminino na busca por identidade, valorização e auto-estima em suas relações cotidianas e conflitos. As apresentações acontecem no Teatro Sesi do Rio vermelho.

O texto surgiu a partir de pesquisas em bairros, delegacias e, principalmente, com mulheres em suas relações afetivas. Retrata a vida de mulheres de idades e classes sociais diferentes que resolvem buscar ajuda para falar de seus sentimentos e angústias e denunciam as práticas abusivas do machismo e a relação de poder historicamente desigual entre homens e mulheres.

Representando os universos feminino e masculino, Nêga e Inho. Ela, uma mulher que tem sonhos, mas vive frustrada e desorientada com o casamento e a vida que leva, cuidando sozinha de cinco filhos. Inho, um homem mulherengo que a engravidou com 16 anos e na festa de casamento foi visto por ela se agarrando com outra mulher isso é só uma cena do nosso espetaculo.

Serviço:
O que: Peça teatral “Ô Inho… e eu?”
Quando: 17 e 24 de Março – às 20h
Onde: Teatro SESI Rio Vermelho – Rua Borges dos Reis, 9, Rio Vermelho
Ingressos: R$20 (inteira) e 10 (meia) – venda no local
Maiores informações: (71) 3616-7060

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Espetáculos e oficinas gratuitos com o Grupo Toca Madera a partir do dia 18 de março


A CAIXA Cultural Salvador apresenta, de 18 a 27 de março (sextas, sábados e domingos), a companhia carioca “Toca Madera”, que apresentará três espetáculos de dança Flamenca: “Soleá”, “2/Duos” e “Transitório”. O grupo, formado por músicos e bailarinas do Rio de Janeiro, que estão juntos desde 2001, faz apresentação inédita em Salvador e, para isso, pretende apresentar o melhor do seu repertório à população baiana, nesta curta temporada, que inclui oficinas de música, dança e canto flamenco.

Soleá é um ritmo flamenco considerado “a mãe” de outros aos quais deu origem. Surgiu junto com o baile, sendo primeiramente dançado por mulheres. Para os integrantes do grupo Toca Madera, este ritmo é sinônimo de “puro”. Composto por números instrumentais, solos e bailes em grupo, o espetáculo Soleá mostra, por intermédio da música e da dança, as emoções que cada ritmo pode despertar; partindo do primitivo e profundo, e chegando ao Flamenco de festa.

2/Duos foi realizado com a intenção de criar encontros entre os elementos da música e da dança flamenca, na tentativa de ressaltá-los, valorizando assim o que cada um pode ter de mais essencial.  A primeira parte acontece como um jogo de duplas, inspirado pelo poema “Traduzir-se”, de Ferreira Gullar, nas vozes do próprio autor e do ator Paulo José. Na seqüência, com a entrada de mais uma bailarina e um novo instrumento – o violoncelo, a estrutura proposta anteriormente é rompida. O jogo é ampliado e passa a explorar as combinações possíveis de som e movimento. Torna-se um duo entre música e dança, no qual todos participam da cena.

Transitório tem como ponto de partida o desejo de dar prosseguimento à pesquisa corporal e musical do grupo Toca Madera, na fusão entre o flamenco e outros elementos cênicos.  A proposta do espetáculo é manter os intérpretes em um fluxo ininterrupto de movimento, criando um jogo que embaralhe as noções de espaço-tempo no qual, tanto os limites tradicionais da cena quanto a linearidade narrativa, se estilhassem compondo mosaicos de sensações, impulsionados pela dança e pela música. O início e o fim de cada “quadro”, e do espetáculo como um todo, não são facilmente reconhecíveis, promovendo a sensação de uma permanente transitoriedade, paradoxo que impulsiona a pesquisa.

Atividades Complementares
Além dos espetáculos, haverá palestra/bate-papo para 50 inscritos no dia 27/03, às 20h30, para a classe artística, estudantes de dança, música e teatro, e interessados em flamenco de modo geral.

As oficinas para iniciantes oferecem aos participantes um contato com os princípios da linguagem flamenca, abordando elementos vocais, musicais e corporais. É destinada a interessados em música e dança, a oficina se divide em módulos específicos:
– Dança (técnica de sapateado, braços e mãos, giro e coreografia);
– Canto flamenco (técnica vocal e melodia “por tangos y bulerías”) ,e;
– Música (dividido em “Ritmo e percussão” e violão).
Por seu caráter abrangente, o flamenco estabelece relações com áreas diversas, como teatro, dança e música.

Oficinas:
– 1 hora e meia de dança; 1 hora e meia de técnica vocal; 2 horas de ritmos e percussão; 1 hora e meia de violão (total: 6 horas e meia). As oficinas acontecem aos sábados e domingos, com até 30 participantes por módulo. As inscrições devem ser feitas previamente pelo telefone: (71) 3421-4200 ou pessoalmente na CAIXA Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57, Centro, de segunda a domingo, das 9h às 18h.

Sábado
Das 10h às 11h30 – Dança Flamenca para iniciantes (levar sapatos fechados)
Das 11h30 às 12h30 – Percussão (levar Cajón)
Das 12h30 às 14h – Técnica vocal no flamenco e cantos flamencos diversos

Domingo
Das 10h às 11h30 – Dança Flamenca para iniciantes (levar sapatos fechados)
Das 11h30 às 12h30 – Percussão (levar Cajón)
Das 12h30 às 14h – Guitarra flamenca para iniciantes (necessário ter noções de como tocar violão e levar instrumento próprio)

Serviço:
Espetáculo: Grupo Toca Madera – Performances:  Soleá, 2/Duos e Transitório
Direção: Clara Kutner
Apresentações:
Soleá: 18 e 25 de março (sextas-feiras)
2/Duos: 19 e 26 de março (sábados)
Transitório: 20 e 27 de março (domingos)
Horário: 19h30Local: Anfiteatro da CAIXA Cultural SalvadorEndereço: Rua Carlos Gomes, 57, Centro – Salvador (BA)
Censura: Livre
Acesso: Gratuito
Participação na palestra e Oficinas: Inscrição pelo telefone: (71) 3421-4200 das 10h às 17h
Realização: Toca Madera
http://www.caixa.gov.br/caixacultural
CONTATO PARA ENTREVISTAS: Ana Zalcbergas (71) 3421-4200 – Gerente da CAIXA Cultural Salvador.

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Foto: Maira Lins/ Comunika Press

Este é o último final de semana para quem quer ver Pólvora e Poesia. A peça de Fernando Guerreiro – que encantou o público e crítica na Bahia – fica em cartaz até domingo, 20/fevereiro, no Espaço Cultural da Barroquinha.

De alta densidade dramática, retratando o amor entre 2 homens (os poetas franceses Arthur Rimbaud e Paul Verlaine), a montagem baiana do texto de Alcides Nogueira causou comentários e muitas catarses. Foram 34 apresentações entre dezembro de 2010 e fevereiro de 2011, mais de 3 mil espectadores, visitas de outros artistas, muitos elogios e 5 indicações ao Prêmio Braskem de Teatro (Melhor Espetáculo; Melhor Diretor (Fernando Guerreiro); Melhor Ator (Caio Rodrigo); Prêmio Revelação (para o ator Talis Castro) e Prêmio Especial (para o cenário de Rodrigo Frota), fazendo de Pólvora e Poesia o líder em indicações.

A equipe se despede de Salvador, mas recebe novo desafio: dias 31/março, 1, 2 e 3/abril se apresenta na capital paranaense, em meio à Mostra Fringe, a paralela da oficial do Festival de Curitiba, evento que faz parte do calendário do teatro nacional e vem sendo amplamente acompanhado pela imprensa.

Para Fernando Guerreiro, ir ao Festival de Curitiba representa “Um grande teste, vez que exibiremos o espetáculo a um público seleto e exigente. Estar no Fringe representa mais interação com a classe, já que o evento é o mais importante do teatro no país e poderá nos servir como um marco para nossa trajetória nacional. Tenho muita vontade de montar Pólvora em outras praças”.

Antes disso, em 25/março, Pólvora e Poesia se apresentará na sala principal do TCA, às 20h, como parte das comemorações do Dia Internacional do Teatro na Bahia. O público poderá acompanhar a trajetória da peça através do blog www.polvoraepoesia.com.br

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No último domingo, dia 06, o grupo AFRICANTAR estreou no Teatro Gamboa Nova, o show Lamento das Águas, que fica em cartaz até o dia 26/02, sempre aos domingos, às 17h.

Em Lamento das Águas, o AFRICANTAR apresenta canções que mergulham na ancestralidade afrodescendente, intermeadas por textos de autores que acentuam a temática.

O repertório passeia pelos Tincoãs, Afro-Sambas, Milton Nascimento, Edu Lobo e Roberto Mendes. Ao longo do show, são recitados ainda orikis, textos e poesias de autores como Pierre Verger, Craveirinha, Castro Alves, Reginaldo Prandi, Paulo César Pinheiro, Jorge Ben Jor, J. Velloso e Saul Barbosa e Juracy Tavares.

O grupo vocal é formado por Chicco Assis, Fabio Sacramento, Gil Ferreira, Raquel Monteiro e Tâmara Pessoa. Conta ainda com a participação especial de Ana Paula Albuquerque, que também faz preparação vocal do grupo, que é acompanhado pelo talento dos músicos Paulo Mutti (arranjos, direção musical e violões), Gabi Guedes (percussão) e Mateus Aleluia (trompete).

SERVIÇO:

O Que: Show Lamento das Águas – Grupo AFRICANTAR
Onde: Teatro Gamboa Nova (Largo dos Aflitos)
Quando: 06 a 27/02 (DOMINGOS), 17h
Quanto: R$10 e R$5 (meia)
Informações: 3329-2418A
FRICANTAR na Web: www.africantar.wordpress.com

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Foto: Márcio Lima

Em sua primeira investida solo, a atriz Maria José de Abreu (Volpone/ Comédia do Fim) foi buscar inspiração além-mar em cinco correspondências seculares sobre o amor. Cartas Portuguesas, autoria atribuída à freira Mariana Alcoforado (1640-1723) e destinadas ao Cavalheiro De Chamilly, oficial do exército francês, que serviu em terras lusas, são um dos mais ardentes escritos de que se tem notícia sobre a solidão e agonia amorosa, o retrato de um romance mal-aventurado que atravessou gerações.

Dirigido e adaptado por Cristina Dantas, Cartas Portuguesas estréia no Teatro Gamboa Nova, dia 11 de fevereiro e realiza temporada toda sexta e sábado do mês, às 20h, com ingressos a preços populares de R$ 10 e R$5. A peça apresenta, num tom confidencial, a superação de um amor não correspondido. Com o intuito de preencher o vazio da existência, a personagem se entrega a paixão, porém, depara-se com um mundo triste e fantasioso. “A personagem central escreveu textos preciosos como escoadouro de toda a sua angústia, que percorreram séculos e chegaram aos dias atuais com a mesma força e densidade, refletindo as fases de um sofrimento, cujas dores da ausência e da indiferença, vão se transformando no amor por si mesma”, diz a diretora.

No monólogo, Maria José de Abreu igualmente confidencia sua história de vida e, assim, expõe a força de superação, revelando a sua dolorosa luta com o próprio corpo e a sua face feminina. O jogo cênico se faz quando as realidades da freira e da atriz se misturam e se sintetizam na ficção, pois da mesma forma que no século XVII Mariana Alcoforado fez das epistolas o palco da sua vida, Maria José faz do palco uma ficção da própria existência. Em determinado momento, o público não vai saber mais qual personagem a atriz interpreta, se a freira ou a si própria.

Como metáfora ao universo feminino, a música da peça é introduzida através de um cravo tocado pela atriz, que dialoga com um baixo acústico executado pelo músico Alexandre Vieira, incorporando o universo masculino. O monólogo se divide em cinco quadros-estações, parafraseando a composição dramatúrgica do Drama de Estações que vestiu a fase expressionista da história do teatro. Esta estrutura se assemelha às Estações da Cruz ou Via Crucis, caminho percorrido por Jesus até o seu Calvário, onde em cada estação (foram 14 ao todo) se apresentam os acontecimentos que fizeram Jesus sofrer até ascender aos céus. A busca pelo autoconhecimento e amor próprio é a tônica da peça, mas sem o peso da máxima cristã de que para evoluir é preciso se sacrificar. Em todo caso, a personagem ao se deparar com as contingências que a fizeram sofrer ou com as suas próprias fantasias malogradas no plano da realidade, elabora de alguma forma, falando, escrevendo ou atuando para que possa escoar o fardo das dores.

SERVIÇO

O Que: Espetáculo – “Cartas Portuguesas”
Quando: 11 a 26/02 (sexta e sábado)
Horário: 20h
Valor: R$ 10 (inteira) R$ 5 (meia)
Onde: Teatro Gamboa Nova
Classificação: 14 anos
Informações: (71) 3329-2418 ou pelo site www.teatrogamboanova.com.br

FICHA TÉCNICA:

Direção e adaptação: Cristina Dantas
Elenco: Maria José de Abreu
Direção Musical: Jarbas Bittencourt e Alexandre Vieira
Figurino: Rino Carvalho
Iluminação: Fernanda Paquelet

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