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Mostra segue de 28 de março a 5 de abril

Para comemorar os 462 de fundação da cidade do Salvador, o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, com o apoio da Secult-BA-Fundo de Cultura, promove a exposição fotográfica “As Igrejas e o Palácio” – Arquitetura e Engenharia da Bahia (Séc. XVI a XVIII). A mostra, pertencente ao acervo do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Bahia (Crea-BA), traz fotos do engenheiro e fotógrafo José Spínola. A entrada é gratuita e segue do dia 28 de março a 1° de abril, com horário para visitação das 14h às 17h.

No encerramento da Exposição, dia 5 de abril, às 18h, a professora Maria Helena Flexor (sócia do IGHB e vencedora do Prêmio Clarival do Prado Valladares, da Odebrecht) fará a palestra “Igreja e Convento de São Francisco da Bahia”.

A Exposição contém 20 fotografias que conduzem o olhar para os detalhes do rico universo arquitetônico e artístico da Bahia. Podem ser conferidas belas imagens da Catedral Basílica, Misericórdia, Mosteiros de São Bento, Igreja da Graça, Conceição da Praia, Saúde, São Francisco, além do Palácio Tomé de Souza.


Serviço:
O que: Exposição fotográfica “As Igrejas e os Palácios ”
Quando: De 28 de março a 5 de abril
Horário: das 14h às 17h
Onde: Instituto Geográfico e Histórico da Bahia
Avenida 7 de Setembro, 94 A – Piedade. Tel. 71 3329 4463
Quanto: Entrada gratuita

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A convite do Cine-Teatro Solar Boa Vista, o Atelier Coletivo VISIO. realizará ações artísticas durante a primeira edição 2011 do projeto “Paredes em Movimento”, a exemplo do Mural Colaborativo “FOTO- PAREDE em Movimento” que contará com a participação efetiva da comunidade.Os interessados devem levar fotografias com foco central na dança para uma exposição informal e temporária. A coleta/cadastro das imagens estará sendo feita no referido local durante toda a semana anterior ao evento assim como no próprio dia, quando o público poderá participar da montagem.A ótica pessoal sobre a expressão corporal fragmentada numa simbiose de estilos e manifestações formará uma obra única na sua totalidade. Uma representatividade simbólica da força do coletivo.

Serviço:
Evento: Paredes em Movimento + VISIO.
Programação: Papo Solar e instalações artísticas
Dia: 29 de março, às 19h
Local: Parque Solar Boa Vista – Engenho Velho de Brotas
Acesso: entrada franca

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Foto: João Milet Meirelles


O Teatro Vila Velha recebe no dia 15 de dezembro, às 19h, a exposição “A Cultura Negra e Suas Cidades – Uma Homenagem a Makota Valdina”. A mostra fotográfica reúne um acervo com 60 imagens registradas em diversas locações como Salvador, Cuba e Paris, por diferentes fotógrafos e tem por finalidade celebrar a beleza da cultura negra e homenagear os 67 anos de Makota Valdina. As fotos estarão à venda durante a mostra. Na abertura, haverá um coquetel aos convidados e um pocket show com o cantor e percussionista Peu Meurray. A entrada é gratuita.


Uma Homenagem a Makota Valdina

A exposição “A Cultura Negra e Suas Cidades – Uma Homenagem a Makota Valdina”, ao todo, conta com a participação de 11 fotógrafos. São eles: Pingo Carvalho, Maiara Nascimento, Elias Nunes, Roberta Castro, Moema Franca, Guilherme Cortizo Bellintani, Pablo Florentino, Isabel Gouveia, Elza de Abreu, Luiz Cesar e Salamanda.

Makota Valdina

Aos 67 anos, Makota Valdina (nascida Valdina Oliveira Pinto), filha de Salvador, moradora do Engenho Velho da Federação, educadora e ativista socioambiental, também é chamada de “conselheira da cidade”, num reconhecimento aos anos de trabalho educativo e engajamento político, em prol do meio ambiente, da cultura e da população negra. “A natureza é a essência do candomblé”, ensina. Fincada nestas tradições religiosas, tornou-se um instrumento de expressão da sabedoria popular baiana, brasileira, de base africana.

SERVIÇO:

O Que: Exposição fotográfica “A Cultura Negra e Suas Cidades – Uma Homenagem a Makota Valdina”
Abertura: Coquetel e pocket show com Peu Meurray
Quando: 15 de dezembro de 2010
Horário: 19h
Onde: Foyer do Teatro Vila Velha [Av. Sete de Setembro, s/n – Passeio Público – Campo Grande

O Teatro Vila Velha recebe no dia 15 de dezembro, às 19h, a exposição “A Cultura Negra e Suas Cidades – Uma Homenagem a Makota Valdina”. A mostra fotográficareúne um acervo com 60 imagens registradas em diversas locações como Salvador, Cuba e Paris, por diferentes fotógrafos e tem por finalidade celebrar a beleza da cultura negra e homenagear os 67 anos de Makota Valdina. As fotos estarão à venda durante a mostra. Na abertura, haverá um coquetel aos convidados e um pocket show com o cantor e percussionista Peu Meurray. A entrada é gratuita.

Uma Homenagem a Makota Valdina

A exposição “A Cultura Negra e Suas Cidades – Uma Homenagem a Makota Valdina”, ao todo, conta com a participação de 11 fotógrafos. São eles: Pingo Carvalho, Maiara Nascimento, Elias Nunes, Roberta Castro, Moema Franca, Guilherme Cortizo Bellintani, Pablo Florentino, Isabel Gouveia, Elza de Abreu, Luiz Cesar e Salamanda.

Uma das organizadoras da exposição, Amaranta Cesar, destaca o ponto comum entre eles. “Esses fotógrafos emprestaram suas miradas sobre a cultura negra e suas cidades para homenagear Valdina. Todos eles reconhecem a importância dela, todos já a ouviram falar e sabem do poder de suas palavras. As imagens nos mostram a força do povo negro, em diversos lugares, como Salvador, Cuba e Paris”, afirma.

“Makota Valdina tem nos ensinado a olhar para essa força e essa beleza, a entender as mais belas lições herdadas dos nossos ancestrais africanos. Esta exposição porta os rastros dessa ancestralidade, que Makota cultua de maneira tão bela e fundamental. Apesar de se considerar uma eterna aprendiz, ela é uma grande sábia, que tem nos mostrado caminhos para transformar nossa vida, buscando valores que estão na natureza, no tempo, nos mais velhos”, explica Amaranta.

Makota Valdina

Aos 67 anos, Makota Valdina (nascida Valdina Oliveira Pinto), filha de Salvador, moradora do Engenho Velho da Federação, educadora e ativista socioambiental, também é chamada de “conselheira da cidade”, num reconhecimento aos anos de trabalho educativo e engajamento político, em prol do meio ambiente, da cultura e da população negra. “A natureza é a essência do candomblé”, ensina. Fincada nestas tradições religiosas, tornou-se um instrumento de expressão da sabedoria popular baiana, brasileira, de base africana.

No início da década de 70, Valdina abandonou o catolicismo, e em 1975, foi iniciada na religião do Candomblé. No Terreiro Tanuri Junsara, liderado pela Sra. Elizabeth Santos da Hora, ela é confirmada para o cargo de Makota – assessora da Nengwa Nkisi. Com a iniciação, recebeu seu nome de origem africana, tornando-se a Makota ZIMEWAANGA.  A valorização das especificidades da nação de candomblé angola-congo, de matriz bantu, tem sido uma das marcas da trajetória de Valdina Pinto que, por isso, passou a ser conhecida como Makota Valdina.

Um dos pensamentos de Makota é de que a comunidade de terreiro não deve fechar-se em si mesma, buscando, ao contrário, relacionar-se com os organismos políticos e sociais externos que sejam necessários à manutenção e consolidação das tradições vivenciadas no terreiro – tradições que, por outro lado, ela defende que sejam, estas sim, resguardadas exclusivamente ao contexto religioso de quem as pratica.

Reconhecimento

Com a sua palavra calma e firme, que ilumina, com a sua indignação veemente que entusiasma, a Makota Valdina tem impressionado inúmeras plateias nas conferências e palestras que realiza no Brasil ou no exterior. Mas, como faz questão de frisar, no cotidiano das suas relações num terreiro de candomblé, está o seu local predileto de ensino e aprendizagem.

Valdina Pinto já recebeu diversas condecorações por seu papel na preservação do patrimônio cultural afrobrasileiro, como o Troféu Clementina de Jesus, da União de Negros Pela Igualdade (UNEGRO). Troféu Ujaama, do Grupo Cultural Olodum, em Agosto/2004, recebeu a Medalha Maria Quitéria, a maior honraria da Câmara Municipal de Salvador, em dezembro de 2005 recebeu da Fundação Gregório de Mattos, o Troféu de Mestra Popular do Saber. Makota Valdina é, atualmente, a conselheira ‘mor’ da Cidade de Salvador, convidada a avaliar e avalizar plataformas de governo, campanhas eleitorais e mandatos parlamentares, ou ONG’s e eventos em defesa das tradições de origem africana e do Meio Ambiente.

SERVIÇO:

Exposição fotográfica “A Cultura Negra e Suas Cidades – Uma Homenagem a Makota Valdina”

Abertura: Coquetel e pocket show com Peu Meurray

Data: 15 de dezembro de 2010

Horário: 19h

Local: Foyer do Teatro Vila Velha [Av. Sete de Setembro, s/n – Passeio Público – Campo Grande – Tel.: 3336-1384]

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SALVADOR BA, 04.11.2010 – O Centro Cultural Correios, em Salvador (Praça. Anchieta, 20 – Pelourinho – 40.000-000 Salvador, BA – fone (71) 3321 6665, abrirá seu espaço para a exposição individual do escultor paraibano ERICKSON BRITTO, cujo tema traz A Arte e a Cidade como discussão, sexta-feira, dia 05 de novembro, às 19 horas. Esta mostra, no Centro Cultural Correios, tem o patrocínio do Banco do Nordeste e faz parte do trajeto itinerante da exposição que tem em seu percurso as cidades de Recife-PE (Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco), João Pessoa-PB (Estação Cabo Branco, Ciências, Cultura e Arte), Feira de Santana-BA (Museu Regional de Arte – Universidade Estadual de Feira de Santana), Centro Cultural Correios, em Salvador-BA, Fortaleza-CE (Centro Cultural Banco do Nordeste) e São Paulo onde a agenda ainda está sendo consolidada. Já existem contatos sendo mantidos para que no início do próximo ano a mostra siga para a Europa (Lisboa, Porto, Berlim e Amsterdam), além de Washington, nos Estados Unidos.

A mostra que reúne 30 obras inéditas, traz esculturas, maquetes de obra pública, objetos, além de jóias criadas pelo artista, representativas de seu percurso na incursão pelo designer na joalheria e cujas obras representam o período de transição para a escultura de grande porte. Todas essas peças complementam-se nessa mostra, para formar uma linguagem única da obra do artista plástico e designer Erickson Britto, que também está completando 30 anos de produção.

A exposição, catálogo e textos trazem a concepção de Vera Barros. O site que também foi produzido no mesmo período traz complementos dessa linguagem do artista, com obras de diversos períodos, é assinado pelo web designer Daniel Gularte, permite ao visitante navegar pela produção inicial de Erickson, desde as jóias até a produção contemporânea de objetos, esculturas e obras de grandes dimensões. Recentemente recebeu um prêmio da Prefeitura de João Pessoa, através do Concurso de Obra Pública Jackson Ribeiro, para a construção de uma escultura que está sendo instalada na Av. Beira Mar, junto ao Hotel Tambau, na praia do mesmo nome. Local de grande visibilidade e fluxo turístico.

Esta é a terceira mostra de Erickson Britto na Bahia desde 1991, quando esteve pela primeira vez com uma exposição no Museu Carlos Costa Pinto. Recentemente esta mostra foi visitada por um grande público no Museu Regional de Arte – Universidade Estadual de Feira de Santana, onde, durante o período da mostra, foi promovida uma conversa com os estudantes sobre o percurso artístico de Erickson.

A ARTE E A CIDADE

A primeira visão aérea de João Pessoa, na infância, criou a identidade conceitual das suas obras de arte: o espaço público.
Vera Barros, que também assina a curadoria da mostra, afirma que figuração e abstração em Erickson Britto não são opostas. Sua obra se deriva da influência do seu olhar para a arquitetura e urbanismo de sua cidade natal.

“Quando criança, ao observar a cidade, a partir de uma vista aérea, ao subir no edifício mais alto de João Pessoa tive uma sensação que me marcou: o traçado da cidade, ruas, casas, praças, edifícios, galpões, ginásios cobertos, placas sinalizadoras e fábricas formavam desenhos em blocos compactos com seus telhados de diversas águas…
Eu sempre tenho a sensação, no momento da criação, que todo projeto executado é sempre um protótipo de algo maior, para um espaço mais democrático, para o público que circula nas cidades”, diz o artista.

Composições geométricas agrupadas, com inclinações e arquiteturas diferentes: o colonial, o barroco das igrejas, edificações dos anos 1950 entre outras. Começava aí a sua visão ampla do traçado da cidade. Do alto, a limpeza das formas e o equilíbrio o impressionaram profundamente. Essa experiência de infância potencializou o destino da sua obra e ativou um mecanismo de observação da tridimensionalidade e a percepção da volumetria dos equipamentos urbanos, como, posteriormente, de outras cidades do Brasil e do mundo que conheceu.

“No meu percurso artístico, procuro resgatar a história e o urbanismo daquela cidade inicial, na tentativa de reordená-la plasticamente, com o uso do aço polido, na maioria das vezes, do que restou após tantas mudanças nos estilos arquitetônicos das construções originais”. Afirma Erickson

Formas abstratas e geométricas que tem um vocabulário próximo da tradição construtivista brasileira. E um ciclo se fecha no ano de 2009 e início de 2010, quando Erickson Britto participou de um concurso municipal e foi escolhido com mais cinco artistas, para instalar obras de arte de grandes dimensões em espaços públicos da cidade de João Pessoa. Enfim, ambientes que possibilitam o direito à cultura.

Nesse breve percurso de produção de sua obra, pode-se analisar que a observação inicial da volumetria das cidades possibilitou esse olhar critico dos espaços urbanos e hoje ele devolve esse olhar para a sua cidade natal, através da sua criação, interferindo nos espaços públicos e possibilitando à população uma convivência harmônica entre a arte e a cidade.

Erickson cita uma frase que diz A Arte é aquilo que torna a Vida mais importante que a Arte, para conceituar o sentimento e o foco de seu trabalho. Não pode ser mais importante que a vida, todo o trabalho deve ser calcado na experiência individual, é preciso que esta emoção esteja dentro de você para que ganhe vida fora. Afirma ainda que a arte pública é uma intervenção e é necessário que ela esteja em sintonia com a vida, provocando, afagando ou mesmo fazendo pensar. Deverá ter uma representatividade, mas não mais que a própria vida.

“Saudação ao Sol”, obra pública selecionada pelo concurso da Prefeitura de João Pessoa, traz uma linguagem conceitual e figurativa ao mesmo tempo, remete à cidade onde, por sua situação geográfica, se cultua a poesia de que é lá onde o sol nasce primeiro.

O presidente da comissão julgadora do concurso, escritor, artista plástico e dramaturgo, W J Solha, que também assina o catálogo de Erickson Britto, afirma:

“O projeto Saudação ao Sol, empolgou de imediato a todos da comissão. São seis totens intensamente vermelhos, maciços e densos – evidentemente projetados para encararem o sol onde ele nasce primeiro nas Américas – João Pessoa – e que encheram os olhos e a imaginação de todos, pela força de sua presença, além da clara mensagem de veneração à vida. O coletivo sem especificação de cor, sexo, raça, representado por seis e não apenas um totem, o ambiente e o sol incorporados ao seu conceito. Impossível chegar mais perto da essência do que somos e do que precisamos: a vida e a luz. Impressionou a capacidade de dizer tanto com tão pouco. Tivemos, naquele momento, a certeza de que acabava de surgir um novo poeta da forma“.

A mostra traz ainda comentários do também curador Ricardo Resende, do museólogo baiano Osvaldo Gouveia Ribeiro, da arquiteta e designer Janete Costa e do paisagista e artista plastico Roberto Burle Marx.

SOBRE O ARTISTA

Erickson Britto, nasceu em João Pessoa, viveu por 16 anos em Recife, atualmente mantém residência em Fortaleza onde tem ateliê. Ele tem um percurso inverso de outros artistas. Começou experimentando as formas através da criação de jóias. Mas ao perceber as facilidades do ouro, fascinante por si mesmo e que invariavelmente toda obra produzida seria denominada de jóia, decide abandonar temporariamente aquele nobre metal, começa a laborar em prata, forçando-se a obter resultados igualmente nobres, através da superação pelo designer. As produções desse período podem ser conferidas no site do artista http://www.ericksonbritto.com.br .

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