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O Departamento de Educação (DEDC) do Campus VIII da UNEB, em Paulo Afonso, realiza o I Colóquio sobre História do Teatro no Piemonte Norte do Itapicuru: o Centenário de José Carvalho (1910-2010), entre os dias 4 e 7 de setembro, na cidade de Senhor do Bonfim.
O evento vai debater as práticas teatrais nos nove municípios que compõem o território (Senhor do Bonfim, Jaguarari, Andorinha, Filadélfia, Ponto Novo, Caldeirão Grande, Pindobaçu, Antônio Gonçalves e Campo Formoso).
A iniciativa, voltada para estudantes e profissionais da área de artes cênicas, oferece 200 vagas para as palestras e outras mil vagas para os espetáculos teatrais previsto na programação do colóquio.
Os interessados devem se inscrever no Memorial de Senhor do Bonfim, até o dia 3 de setembro, mediante apresentação do RG e doação de um quilo de alimento não-perecível, que será repassado para instituições beneficentes.
Mais informações no site: www.uneb.br

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Evento internacional contempla as realizações simultâneas do 5º Seminário de Arte Rupestre da Universidade Federal da Bahia e a 3ª Reunião da Associação Brasileira de Arte Rupestre – ABAR, com apoio do Governo do Estado da Bahia e SecultBa/IPAC, a partir desta segunda-feira, dia 23, na cidade de Lençóis, Chapada Diamantina, com especialistas mundialmente reconhecidos
Originária de bacia sedimentar com 1,6 bilhão de anos, soerguida em camadas de arenitos, conglomerados e calcários, totalizando 38 mil quilômetros de serras, algumas com mais de mil metros de altura acima do nível do mar, a Chapada Diamantina (BA), considerada uma das mais ricas regiões do Brasil em cavernas, pinturas rupestres, fósseis vegetais e animais, entre outros vestígios arqueológicos, recebe a partir desta segunda-feira, dia 23 de agosto (2010) até dia 25 (quarta-feira), o mais importante evento internacional de Arte Rupestre já realizado no estado da Bahia.
O encontro internacional, que acontece no auditório Afrânio Peixoto da Fundação Pedro Calmon e no hotel Portal de Lençóis, ambos na cidade de Lençóis, Chapada Diamantina, é uma realização da Universidade Federal da Bahia (Ufba) com apoio do Governo da Estado da Bahia, através do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac) e secretaria estadual de Cultura (SecultBA), estando a organização geral à cargo do Grupo de Pesquisa Bahia Arqueológica – Ufba/CNPQ e Instituto Julio Cesar Mello de Oliveira. Também apóiam o evento a Prefeitura Municipal de Lençóis através da sua secretaria de Cultura e Turismo, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), Fundação Pedro Calmon e agência Volta ao Parque.
Tendo como temática principal “Os múltiplos olhares sobre a arte rupestre”, o encontro reúne, simultaneamente, o 5º Seminário de Arte Rupestre da Universidade Federal da Bahia (Ufba) e a 3ª Reunião da Associação Brasileira de Arte Rupestre (Abar), tendo como um dos expoentes a presença da mundialmente reconhecida arqueóloga brasileira Niède Guidon.

POLÍTICA PÚBLICA – O encontro integra as ações que o Governo do Estado da Bahia, vem realizando através do IPAC/SecultBA para desenvolver políticas públicas de preservação dos patrimônios arqueológicos da Bahia e atender expectativas do 1º Fórum de Patrimônio Material da Bahia, realizado em maio de 2008 sob promoção do IPAC/Secult-BA, na cidade de Lençóis, que recomendou a criação de um plano de manejo e um roteiro de visitação dirigida aos patrimônios materiais da Bahia. Desde então o IPAC realiza visitas seqüenciadas aos municípios da Chapada, promove cursos, seminários e oficinas de educação patrimonial, assina acordos, cooperações técnicas e parcerias com prefeituras municipais e com iniciativas como esta, da Ufba/Grupo de Pesquisa Bahia Arqueológica/CNPQ.
Para o secretário de Cultura, Márcio Meirelles, a Bahia é um dos estados brasileiros mais ricos em edificações significativas e sítios arqueológicos. “Nosso estado dispõe de extensa quantidade e qualidade de patrimônio material, como as construções seculares tombadas, pinturas rupestres, fósseis arqueológicos ou grutas”, diz Meirelles. O diretor geral do IPAC, Frederico Mendonça, explica que apesar da reconhecida riqueza patrimonial e arqueológica dessa região, faltavam ações de articulação entre as esferas governamentais e a sociedade civil que possibilitem a salvaguarda permanente e o usufruto desses patrimônios culturais e ambientais.
“Além de mobilização e informação técnica e valorização desses patrimônios arqueológicos, paleontológicos, naturais, paisagísticos e arquitetônicos, com essas iniciativas o governo estadual está formando uma rede voltada à conservação e promoção do patrimônio cultural da Bahia”, explica Mendonça. O diretor do Instituto alerta ainda da urgência dos gestores municipais conhecerem melhor os patrimônios arqueológicos dos seus municípios, criarem legislações próprias de preservação e políticas públicas efetivas que aglutinem as populações locais, organizações não-governamentais e órgãos públicos lá sediados.
Com os encontros fóruns e seminários que apóia, o IPAC/SecultBA pretende fomentar a criação de instrumentos normativos para a proteção e a promoção dos bens patrimoniais, catalogar e mapear esses mananciais, para, finalmente, explorar adequadamente e com segurança ambiental o turismo nessa região. “Essas são premissas básicas para a proteção, conservação e aproveitamento sustentável desses recursos, que, em última instância, serão transformados em vetores de desenvolvimento econômico e social desses municípios”, diz o diretor do IPAC.
“Com um circuito patrimonial, ambiental e turístico construído conjuntamente pelos poderes públicos federal, estadual e municipais, essa proposta pode trazer benefícios concretos para a preservação do patrimônio cultural e ambiental, além de novas perspectivas para o desenvolvimento econômico e social dessa importante região na Bahia”, completa Mendonça.
CHAPADA DIAMANTINA – É definida como uma região de serras, vales e cumes, situada no centro da Bahia, onde nascem quase todos os rios das bacias hidrográficas do Paraguaçu, Jacuípe e Rio de Contas, com formação de quedas d’água, corredeiras e cachoeiras. Na região foi criado um parque nacional, em 1985, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) do governo federal. A vegetação é exuberante, composta de espécies da caatinga e da florada serrana, com destaque para bromélias, orquídeas e sempre-vivas. As serras abrangem cerca de 38 mil quilômetros quadrados. Depois da formação da bacia sedimentar há cerca de 1,6 bilhão de anos, depositaram-se nessa região sedimentos sob a influencia de rios, ventos e mares. Posteriormente, aconteceu o “soerguimento” acima do nível do mar, e as inúmeras camadas de arenitos, conglomerados, e calcários, da Chapada de hoje, mostram esses depósitos sedimentares primitivos. Os conjuntos arquitetônico-históricos da região também são tombados como patrimônios culturais da Bahia e do Brasil.
·    Evento: Encontro Internacional – ARTE RUPESTRE, 5º Seminário de Arte Rupestre da Universidade Federal da Bahia e a 3ª Reunião da Associação Brasileira de Arte Rupestre – ABAR
·    Organização: Grupo de Pesquisa Bahia Arqueológica – UFBA/CNPQ e Instituto Julio Cesar Mello de Oliveira
·    Local: Hotel Portal de Lençóis e Auditório Afrânio Peixoto (Cidade de Lençóis, Chapada Diamantina, Bahia)
·    Data: 23 a 25 de agosto de 2010
·    Contatos: institutojcmo@gmail.com
·    Outras informações e inscrições: www.bahiarqueologica.com
·    Apoios: Governo da Bahia/IPAC/SecultBA, FAPESB, CNPQ, Fundação Pedro Calmon, Agência Volta ao Parque

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Fruto de um protocolo de cooperação estabelecido entre as Universidades do Minho e de Aveiro, especificamente através das suas unidades orgânicas Instituto de Ciências Sociais e Departamento de Línguas e Culturas, o Programa funcionará em cada ano numa das Universidades proponentes, em regime rotativo (nesta sua primeira edição começará a funcionar na Universidade de Aveiro).
O 3º Ciclo de Estudos Culturais dirige-se à formação de profissionais nas áreas da criação, promoção, animação, mediação e divulgação cultural, bem como responsáveis por bibliotecas públicas, editoras, centros de produção de informação e de eventos culturais, associações culturais, responsáveis culturais de embaixadas, institutos, fundações, centros culturais, entre outros.
A formação de investigadores nesta área tem, igualmente, como objectivo qualificar especialistas capazes de trabalhar em equipas multidisciplinares na resolução de problemas como o desenvolvimento sustentável, comunicação intercultural, ética empresarial, estudos fílmicos, de género, media, internet, pós-colonialismo, preservação, gestão e promoção do património material e imaterial, criação de públicos, turismo cultural, marketing cultural, políticas culturais,  biopoder,  biopolítica, genetização do ser humano, imaginário antropotecnológico, etc.
Este Programa estimulará ainda a capacidade de desenvolvimento de trabalho autónomo de pesquisa em contextos fortemente multidisciplinares, quer internacionais quer nacionais e locais, o trabalho de leitura e escrita científica bem como a apropriação e aprofundamento críticos dos conteúdos leccionados.
Para mais informações sobre estrutura e conteúdo do curso consulte os sites http://www.ua.pt/dlc ou http://www.ics.uminho.pt

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Dia 04 de agosto (quarta-feira), às 15h, no auditório (3º andar), acontecerá o lançamento dos livros: “Preservação de Documentos – Métodos e práticas de salvaguarda” e “A MEDICINA NA ERA DA INFORMAÇÃO”, e a Mesa-redonda: “Memória, digitalização e preservação” com os palestrantes: Zeny Duarte (doutora em letras e pós-doutora em ciência da informação, profª. da Ufba), Walter Jorge Oliveira da Silva (bacharel em história com habilitação em patrimônio cultural e coordenador de pesquisa do Centro de Memória da Bahia) e Neivalda Freitas deOliveira (doutora em história, atua nas áreas de antropologia e história, com ênfaseem Cidade e Patrimônio).

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O Museu Carlos Costa Pinto apresenta parte da programação para o mês de agosto. O 3º Módulo do curso HISTÓRIA SÓCIO-ECONÔMICA DA BAHIA A AFRODESCENDÊNCIA terá aulaA DANÇA E A MÚSICA AFRO-BAIANAS sob coordenação da Profa. Ms. Selma Fraga Costa. O endereço do Museu Carlos Costa Pinto é Av. Sete de Setembro, 2490 – Corredor da Vitória.

Serviço:

Curso: HISTÓRIA SÓCIO-ECONÔMICA DA BAHIA A AFRODESCENDÊNCIA
Aula: DANÇA E A MÚSICA AFRO-BAIANAS – Profa. Dra. Suzana Martins
Dias: 09, 10, 11, 12 e 13 de agosto
Horário: 17 às 19 horas
Local: Auditório do Museu Carlos Costa Pinto

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AFRICANTAR propõe um mergulho musical na história e ancestralidade afro-brasileira homenageando os Afro-sambas de Vinicus de Moraes e Baden Powell e fazendo releituras contemporaneas de canções originárias principalmente da década de 60, com destaque para o grupo Tincoãs. Os shows acontecem nos dias 8, 15 e 22 de julho, às 20h, no Tatro XVIII, Pelourinho.

Com: Ana Paula Albuquerque
Vozes: Chicco Assis, Fábio Sacramento, Gil Ferreira, Raquel Monteiro e Tâmara Pessôa
Guitarras, violões e direção musical: Paulo Mutti
Persussão: Gabi Guedes
Flauta: Helena Rodrigues

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