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Posts Tagged ‘Jazz’

Foto: Marcio Lima

Depois de uma pequena pausa para os festejos do final de ano, a JAM no MAM volta com sua programação semanal na área externa do Museu de Arte Moderna, já a partir do próximo sábado.

A primeira jam session de 2011 do projeto da Huol Produções acontece no dia 08 de janeiro, a partir das 18h, com a presença da BandaBase – formada por Ivan Huol na bateria, Ivan Bastos no baixo, Paulo Mutti na guitarra, André Magalhães no piano, André Becker no sax e flauta, Rowney Scott no sax e Orlando Costa na percussão – e a participação de músicos que, sem ensaio prévio, tocam conforme a regra número um do jazz: tema e improvisação.

Ponto de encontro garantido de músicos locais, o projeto é um espaçodemocrático para ouvir jazz com “sotaque baiano” e exercitar a arte da improvisação ao lado de músicos profissionais que são referência no mercado local. A apresentação acontece todos os sábados à beira mar, com vista para a Baía de Todos os Santose começa pontualmente às 18h.

Durante o verão, o projeto chega a reunir – confortavelmente – mais de mil pessoas por sessão, oferecendo, além de um set musical sujeito a grandes surpresas, intervenções de vídeo e espaço de pintura para crianças. O ingresso custa R$ 5,00 (inteira) e R$ 2,50 (meia).

SERVIÇO:
O Que: Jam no MAM
Data:
Todos os sábados.
Horário: A partir das 18h.
Local: Área externa do MAM – Museu de Arte Moderna (Av. Contorno).
Ingresso: R$ 5,00 (inteira) e R$ 2,50 (meia).
Realização: Huol Criações (Tel: 3241-2983)

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Aderbal Duarte Foto: Artur Ikishima

O Dia do Jazz no Pelô, realizado pela CUFA – Central Única das Favelas de Itapuã – em parceria com o Programa Pelourinho Cultural, do Instituto de Patrimônio Artístico e Cultural e Secretaria de Cultura de Estado da Bahia, passa a contar com duas noites dedicadas ao gênero musical a partir de outubro. O projeto, iniciado em junho, está com programação garantida até o fim do ano e hoje, dia 13 de outubro trará para Salvador os músicos Aderbal Duarte e Franklin Negrão. As bandas TupiFazTudo e Quarteto Contraste farão parte da festa no dia 27 do mesmo mês. Os shows, que acontecem sempre às quartas-feiras no Largo Pedro Archanjo, a partir das 20h, têm o objetivo de abrir espaço para o jazz, propiciando ao público o contato com expoentes do gênero e instrumentistas reconhecidos, tanto da Bahia quanto do Brasil.

Inicialmente realizado uma vez por mês e previsto para terminar em setembro, o sucesso garantiu a continuidade e ampliação do número de apresentações bem como do número de convidados do projeto. O apoio ao Dia do Jazz no Pelô integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo Pelourinho Cultural, que fomenta e estimula a diversidade das expressões culturais no Centro Histórico.  Com a ampliação do número de atrações do projeto será possível ter um maior contato com o trabalho de músicos veteranos e iniciantes.

Para a coordenadora da CUFA Itapuã, Analu França, “o grande êxito do Projeto Jam Session no MAM pode ser visto como medidor de público, comprovando que a boa música instrumental é aceita. Porém nota-se a necessidade de mais espaços para apresentações desse estilo, não só dos veteranos, mas também de talentosos iniciantes e tantos outros autodidatas apaixonados pela música instrumental. É igualmente importante trazer para a capital baiana, bandas em destaque de outros estados”.

Em sua opinião, o Pelourinho é um espaço propício para eventos dessa natureza, tanto pela infraestrutura das praças, como pela possibilidade de formação de uma platéia que tanto aprecia o jazz e a música instrumental em geral, uma vocação do Centro Antigo de Salvador. O projeto permitiu principalmente um intercâmbio de músicos de outros estados brasileiros com nomes locais e artistas em formação na Escola de Música da UFBA.

O Dia do Jazz no Pelô responde a uma das principais reivindicações dos artistas dedicados à música instrumental: a necessidade de mais espaços para apresentações na capital baiana. Nos próximos meses, o Dia do Jazz no Pelô receberá atrações como Nóis Três e Joatan Nascimento (10/11) e Triat’uan e Sarava Jazz Trio (24/11).  O projeto chega à sua fase final em dezembro, com shows de Duo Sense e do grupo Garagem (15/12), além das bandas Tamima Brasil & Itapuã Beat e Letieres Leite & Quinteto.

Instrumentistas – Já passaram pelo projeto o inusitado artista paraibano Babilak Bah, o baixista Luciano Calazans, acompanhado de sua banda, Ufonia, e o trio baiano Terno de Ás. Em agosto, o Largo Pedro Archanjo foi animado pelo instrumentista Amadeu Alves e pela banda Joseph Tourton, de Recife. O show mais recente, realizado em 30 de setembro, contou com a participação do músico Dom Lula Nascimento, acompanhado da Jazz Avant Garde Band, e de Marcio Diniz & Banda.

 

Amadeu Alves sublinha a importância da realização de projetos como o Dia do Jazz no Pelô para fortalecer a música instrumental, fomentar e preservar a diversidade cultural de Salvador. “O show que realizei em agosto, ao lado da banda Joseph Tourton, que produz uma musicalidade bastante diferente da minha, foi um momento especial. Principalmente porque era visível que o público que compareceu ao local era formado por apreciadores desse tipo de música. Além disso, a infraestrutura do Largo favoreceu a apreciação dos shows com comodidade”, comentou.

Serviço:

O Que: Dia do Jazz no Pelô
Quando: 13 e 27 de outubro, a partir das 20h
Onde: Largo Pedro Archanjo
Quanto: Gratuito

Confira outras atrações do Pelourinho Cultural no site www.pelourinho.ba.gov.br

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O Largo Pedro Archanjo foi palco de uma festa da música instrumental. Na segunda edição do projeto Jazz no Pelô, quem subiu ao palco foi o instrumentista baiano Amadeu Alves e o grupo de rock pernambucano A Banda de Joseph Tourton. O projeto, que levará até novembro, a cada última quinta-feira do mês, ao Centro Histórico, atrações de jazz e da música instrumental, é uma parceria entre o Pelourinho Cultural, Programa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, e a Central Única das Favelas (Cufa) de Itapuã.
A noite de música teve início com o som surpreendente do compositor e instrumentista Amadeu Alves. Criado ao redor de sons como sambas de beira de praia e das festas de largo de Itapuã, Amadeu apresentou trilhas que conduziram o público a sensações inesperadas, pois a música mudava de rumo e de ritmo de forma que, ao se perguntar como havia ocorrido a mudança, era difícil perceber o exato momento. Uma platéia atenta e imersa no som que vinha dos variados instrumentos como violão, flauta, bandolim e atabaques parecia viajar junto com a trilha que se desenrolava.

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Quatro baianos e um paulista atracaram em Salvador na última segunda-feira (23). Os “novíssimos baianos” da banda Os Barcos abrilhantaram a noite dos soteropolitanos com muito rock, jazz, blues e samba vindo diretamente de Vitória da Conquista. A banda foi a quarta atração a se apresentar pelo projeto Conexão Vivo na Sala do Coro, e o primeiro grupo do interior, dentre os três selecionados para subir ao palco nas próximas segundas.
Sob o comando de Marx Eduardo nos vocais e guitarra, Luca Oliveira no baixo, Ivan da Mata no piano, Netto Fernandes na bateria e a poderosa guitarra de Fernando Bernardino, a banda Os Barcos apresentou um estilo “rock ballad” regado ao bom samba. Com um repertório influenciado por The Beatles e Los Hermanos, as músicas, que são de autoria do grupo, foram aprovadas pelo público. “Os meninos são muito bons! Estou aqui porque a minha filha me trouxe, mas gostei tanto que já quero comprar um CD para mim”, empolga-se Rosália da Paixão, 51, corretora de imóveis.
E as velas continuam soprando a favor do grupo. “Este ano está sendo muito bom para nós. Em menos de uma semana já tocamos em dois grandes festivais e ainda vamos tocar nesta quinta-feira em um importante encontro”, comemora Marx Eduardo. O vocalista ainda afirmou que este foi o melhor show da banda em dois anos de apresentações.
Os Barcos navegam por uma onda de novas bandas que resgatam o rock dos anos 60 e fazem um novo som para um público cada vez mais diversificado. “Vitória da Conquista é historicamente conhecida pela música regional. O rock por lá era totalmente cover. Com o Conexão Vivo há mais oportunidade de surgirem bandas como a nossa”, celebra Marx.

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OS BARCOS - Foto: Edna Nolasco

Uma mistura entre rock e jazz é o que irá mostrar o grupo Os Barcos, uma das três atrações do interior da Bahia selecionadas para participar do projeto Conexão Vivo na Sala do Coro. O show dos artistas de Vitória da Conquista será na próxima segunda-feira, dia 23, com a promessa de mostrar ao público um som original. Marx Eduardo (vocal e guitarra), Luca Oliveira (baixo), Ivan da Mata (piano), Fernando Bernardino (guitarra) e Netto Fernandes (bateria) explicam que o nome Os Barcos é uma referência à frase de Fernando Pessoa, “Navegar é preciso, viver não é preciso”, que segue o pensamento: “Viver não é necessário; o que é necessário é criar”.

Além do show no TCA, acompanhado de cachê e de toda a visibilidade que a apresentação inclui, os músicos selecionados pelo projeto ainda ganham a gravação do show em áudio e vídeo, um programa especial na Rádio Educadora e na emissora TVE e uma faixa garantida no CD Conexão Vivo na Sala do Coro que será lançado posteriormente em meio físico e virtual.

Serviço:
Conexão Vivo na Sala do Coro – show do grupo “Os Barcos”
Data: 23 de agosto [segunda-feira], às 20h
Valor: R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia), à venda na bilheteria do TCA, duas horas antes de cada espetáculo
Mais informações:
www.conexaovivo.com.br

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Iniciado em julho de 2010, o projeto Dia do Jazz no Pelô trará novamente ao Largo Pedro Archanjo na última quinta-feira de agosto (26) atrações instrumentais com raízes no ritmo nascido em Nova Orleans, Estado Unidos. Idealizado pelo Coletivo de Música da Cufa Itapuã (Central Única das Favelas), o Dia do Jazz no Pelô conta com o apoio do Pelourinho Cultural, Programa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. Em agosto, irão subir ao palco o compositor e instrumentista baiano Amadeu Alves e o grupo independente de rock instrumental pernambucano A Banda de Joseph Tourton.

Revelação no cenário pernambucano do rock alternativo, A Banda de Joseph Tourton, surgiu em 2007 e desde então vem se destacando através de um som instrumental inovador que mistura o rock com estilos diversos como o ska e o samba.

Na mesma noite, os amantes do jazz poderão curtir ainda a apresentação do compositor e instrumentista baiano Amadeu Alves. Nascido em Itapuã, Amadeu aproveita toda a experiência que vivenciou, dos sambas de beira de praia às festas de largo de Salvador, e alia aos sons que cresceu ouvindo como a Banda de Pífanos de Caruaru, Hermeto Paschoal e Novos Baianos para criar um som instrumental com temas autorais e raízes fincadas em tradições culturais nordestinas,e latino-americanas. Tendo produzido trilhas sonoras para espetáculos de dança, teatro e circo, Amadeu apresentará no Pelourinho um repertório totalmente autoral acompanhado por instrumentos como violão, bandolim, flauta e percussão.

Em sua primeira edição, o projeto Dia do Jazz no Pelô surpreendeu baianos e turistas que compareceram ao Largo com atrações de extrema qualidade musical. Na ocasião, se apresentaram o grupo formado por estudantes da Faculdade de Música da UFBA Terno de Ás e o contrabaixista Luciano Calazans. “O evento busca atrair para o Pelourinho um público que gosta de música instrumental, possibilitar uma formação de platéia do estilo e divulgar trabalhos autorais de talentosos músicos baianos e brasileiros”, afirma Analu Franca, coordenadora da CUFA Itapuã e produtora do projeto.

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No Teatro Sesi será realizada a IV edição do festival de música – Noites Independentes. Os shows acontecem nos meses de agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro de 2010, encerrando-se em janeiro de 2011. As apresentações começam às 20h, sempre na primeira terça-feira e quarta feira de cada mês.
Nesta quarta edição do evento, se apresentam os locais Amadeu Alves, Amanae, Lú Santana e Grupo, Banda Oscàravelho, João Reis III & Alexandre Bloisi, Tribo do Sol, Dinho Oliveira, Banda Macaco Bambo, Dj Gug e Dj Netuno, Mensageiro dos Ventos, Moacy Mendes, Souza Johny e Tribo do Sol. Artistas esses, que trabalham cada qual a sua musicalidade, os mais variados gêneros da música, ressaltando assim num caleidoscópio de influências que passeiam pelo rock, funk, jazz, instrumental, reggae, samba, bossa nova a outras variações.

MAIS INFORMAÇÕES:
O quê : IV Festival Noites Independentes
Quando: De agosto a janeiro de 2011. As apresentações começam às 20h, sempre na primeira terça-feira e quarta feira de cada mês.
Quanto: R$ 10,00 (inteira) R$ 5,00 (meia)
Onde: Teatro Sesi, Rio Vermelho, Rua Borges dos Reis, 09 – Tel.: (71) 3535-3020.

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