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Autora fará lançamento de 30 títulos voltados aos leitores infantis

Palco dos principais eventos culturais da Ilha de Itaparica, a Biblioteca Juracy Magalhães Júnior, da Fundação Pedro Calmon/SecultBa, realizará no dia 19 março (sábado), às 19h, o lançamento de 30 livros da coleção de livros infantis Trabalhando Valores (Editora Ética SP), da escritora Reinalice Pereira dos Santos. A coleção é composta por 80 livros paradidáticos e tem como objetivo o desenvolvimento da leitura crítica do público infanto-juvenil, através de temas como: acessibilidade, educação no trânsito, racismo, meio ambiente, valores morais, cidadania e questões étnico-raciais.
A Editora informa que “os livros abordam temas atuais que auxiliam crianças e adolescentes na construção do caráter, buscando assim torná-los cidadãos conscientes e responsáveis consigo mesmo e com o mundo em que vivem”. As obras estão disponíveis para o púbico até o dia 31, através de uma exposição que a biblioteca oferece para os freqüentadores do espaço cultural mais badalado de Itaparica. No dia 30, às 10h e 15h, Reinalice Pereira volta à biblioteca e dessa vez para contar histórias para o público de todas as idades.
A paisagem que inspirou boa parte das histórias da escritora foi a Bahia de Todos os Santos. “A maioria das histórias foram criadas no momento em que eu fazia a travessia Itaparica – Salvador. O mar, as pessoas e o cenário despertaram a minha imaginação”, conta Reina, como é chamada pelos amigos e leitores. A escritora também revela que costuma inventar seus personagens a partir de causos que ela escuta pelas ruas, principalmente aqueles narrados pelas crianças.  “Uma viagem de uma sobrinha minha para fazenda, acabou virando o livro “A fazenda do meu avô”, conta. As obras de Reinalice Pereira seguem a lógica dos livros infantis e procuram sempre trazer uma lição de vida no final de cada história. A autora destaca que em A negra Lourdes, por exemplo, mostra que pessoas pobres, quando buscam estudar e trabalhar com fé e esperança, conseguem vencer os obstáculos da vida.
Reinalice Pereira dos Santos – Nasceu em Ruy Barbosa e atualmente reside na Ilha de Itaparica. Sua carreira literária começou após ter concluído um curso de datilografia, e a partir daí, descobriu o prazer de escrever. Já conta com mais de 60 histórias já publicadas e outras dezenas ainda por publicar, além de outras obras literárias em andamento. A escritora é a atual presidente da Associação Beneficente União de Mulheres de Ponta de Areia (Itaparica) – ABUMPA. Entre as suas obras estão: A Aventura de Tico, A colheita, A fazenda do meu avô, A metamorfose, A negra Lurdes, Aniversário esquecido, As olimpíadas na floresta, O planeta água.

Serviço:
O que: Lançamento da Coleção Trabalhando Valores
Onde: Biblioteca Juracy Magalhães Júnior – Rua Ruy Barbosa, s/n – Centro, Itaparica
Quando: Lançamento – Dia 19 (sábado), às 19h. Exposição das obras da autora – De 10 a 31, das 8h às 17h. Contação de histórias – Dia 30, às 10h e 15h
Entrada: Grátis
Contato: (71) 3631-1636 /3631-2955

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O poeta e ensaísta Rilton Primo fará lançamento trinacional do livro Poietké: Rimas e Análises, 215p, dia 24 de janeiro em Caracas, 28 de janeiro em Havana (data do nascimento do poeta José Martí, 1859-1895) e dia 14 de março em Salvador (nascimento de Castro Alves, dia Nacional da Poesia), Espaço Cultural Glauber Rocha, quando completará uma missão de solidariedade internacional pela América Latina.  Soteropolitano de 1975, Rilton fez sua estréia literária aos 17 anos obtendo “Menção Honrosa” no The Cepa International Poetry And Prose Contest (Trilíngüe – Inglês, Português e Espanhol) in Homenage to Elisapeth Bishop, Carlos Drummond de Andrade & Gabriela Mistral. Aos 30 anos, entre treze mil cento e dezessete concorrentes, é premiado pela Academia Brasileira de Letras (ABL) e pelo Jornal Folha Dirigida (JFD) no Concurso Literário Nacional Para Professores, prosopoema publicado pela ABL e JFD em 2005, ano em que recebeu ainda o Prêmio do Concurso Literário Nacional São Miguel em Prosa e Verso.

Diretor de Formação da Associação Cultural José Martí do Estado da Bahia, instituição que “tem por finalidade programar, difundir e defender a cultura dos povos da América Latina e Caribe”, conforme o Art.2º do seu Estatuto, Rilton Primo publica Poietké: Rimas e Análises enquanto um dos dez baianos habilitados a realizar, com mais 107 brigadistas de todo o Brasil, o projeto social voluntário da XVIII Brigada Sul-Americana de Solidariedade organizada pelo ICAP (Instituto Cubano de Amizade com os Povos) na seqüência da Brigada 1º de Maio (Internacional), da Brigada Che Guevara (Canadá), da Brigada Européia José Martí (Europa Ocidental), da Brigada ‘Pablo de La Tómete Brau’ (Europa Oriental), da Brigada Juan Luis Rivera (Porto Rico) e da Brigada Venceremos (EUA), missões nas quais jornadas de trabalho revezam-se a conferências, visitações de interesse histórico-social, encontros com personalidades latino-americanas, incursões institucionais de interesse científico, artístico e literário, ao longo de 14 dias de programação.

Inovador quanto à sua estrutura, Poietké: Rimas e Análises traz para esta missão 4 subseções de poesias (33 trabalhos ao todo) e as discute em 4 estudos interligados. Perquirindo seus temas ora pelos domínios da lingüística, da filosofia e da semiótica, ora pelos da psicanálise, da micropolítica e da história da cultura, na forma de um diálogo aberto sobre a Arte Poética, os ensaios defendem a necessidade da reaproximação entre a música e as belas letras em função da eufonia lírica, entendida como capacidade comunicativo-libertadora.

A publicação inova já por ser ilustrada com desenhos-retratos e pinturas do poeta e engenheiro de construção de aeródromos Antonio Guerrero desde a U.S. Penitenctiary, Florence, EUA, já pelo uso da técnica do palimpsesto em papel vegetal como suporte analítico dos poemas. Para o lançamento-conferência, em Salvador, as reservas estão abertas pelo e-mail: riltonprimo@homail.com. Enviar dados pessoais e institucionais com o título “Solidariedade não tem fronteira”. Informações Tel/Fax: 51 (71) 3321-5193 ou 51 (71) 9653-0044.

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Aos 41 anos de carreira, Moraes Moreira reuniu crônicas, cordéis, letras de músicas e fatos inéditos para compor Sonhos Elétricos, seu segundo livro em 3 anos. Lançado pela editora carioca Azougue e patrocinado pelo Banco do Nordeste do Brasil, a obra remonta a memória cristalina de Moraes e relata sua vida após saída do grupo Novos Baianos, começo de carreira solo, parceria com Armandinho Macedo e experiência nos carnavais de Salvador.

Faz uma refexão sobre a política cultural na Bahia e relata ainda sua angústia e exílio durante 10 anos em Pernambuco, de onde só voltou ao carnaval de Salvador em fevereiro de 2010. Com este livro, Moraes espera render uma homenagem à cultura brasileira e, principalmente, à memória dos criadores do trio elétrico, a dupla Dodô e Osmar. A noite de autógrafos acontece dia 14/12, na Livraria Cultura do Salvador Shopping, às 19h.

O livro é dividido em três partes. Na primeira, Moraes conta suas experiências em vários carnavais e relata a parceria com Armandinho, Dodô e Osmar. Na segunda, faz uma reflexão sobre a política cultural da Bahia – uma crítica pungente à instalação de megablocos de cordas e abadás, o que acabou com o espaço do folião pipoca e alijou vários artistas da festa. Por fim, o relato emocionado da sua volta ao carnaval de Salvador em 2010, em meio às comemorações dos 60 anos de criação do trio elétrico.

Serviço:
O Que: Lançamento de Sonhos Elétricos, novo livro de Moraes Moreira
Quando: 14 de dezembro de 2010, às  19h
Onde: Livraria Cultura [Salvador Shopping, av Tancredo Neves, 2915, Caminho das Árvores. Fone: 3505-9050
Quanto: R$36,90
programação: abertura às 18h30 [conversa com a imprensa no teatro Eva Herz – espaço que fica dentro da livraria Cultura do Salvador Shopping]; das 19h às 22h30 [sessão de autógrafos]; 22h30 [pocket show]; 23h15 [encerramento]

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O projeto Ocupação Cultural surpreende com um lançamento especial, previsto para o próximo dia 17 de dezembro. Especial por se tratar de uma produção da terra, o livro “Novos Valencianos”. Nesta data, se realiza a última edição do projeto no Centro de Cultura de Valença.

A coletânea de escritores da cidade, é produzida por  Adriano Pereira autor dos textos que abrem o livro. “Estamos finalizando o 2º ano do projeto e lançando ao mesmo tempo 13 jovens escritores, a grande maioria, artistas que se conheceram ou se fortaleceram no projeto Ocupação Cultural”.

Adriano aproveita ainda para convocar todos os artistas e apoiadores do projeto para confirmarem sua presença.

O livro, composto de poesias, contos e ensaios em prosa, é dedicado ao ator Judson Santos Conceição. Com ilustrações de Jamile Menezes, nele escrevem, além de Adriano Pereira, Ricardo Vidal, Thyson Pereira, Cadu Oliveira, Isabela Brito, entre outros.

Para saber mais clique aqui!

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Mam’etu significa nossa mãe, uma reverência às mulheres da alta hierarquia do candomblé na língua kibundo. Mam’etu também é o livro fotográfico da jornalista, Francilene Martins, que demonstra a tradição das indumentárias usadas em cerimônias do candomblé, em eventos sociais e no dia a dia das mulheres negras de Angola e do Brasil. O lançamento será no dia 27 de outubro, no Palacete das Artes Rodin Bahia, Rua da Graça 284, Graça, às 19h, com entrada franca.

Para os contempladores das manifestações ancestrais, essa é uma oportunidade de conhecer noções de hierarquia feminina no candomblé e como esta é representada nas roupas e nos acessórios.

Em Mam’etu, Francilene Martins tem como proposta descortinar o mundo das mães de Nkisi e de suas filhas, considerando a tradição matriarcal do candomblé, ela estabelece uma relação paralela entre a hierarquia e as roupas que traduzem esse universo de respeito e de valores basilares dentro das religiões de matrizes africanas.

Sobre a experiência de conceber o livro, Francilene Martins destaca a importância da percepção hierárquica. “Em Mam’etu pude perceber o saber do candomblé da nação Angola, os saberes que perpetuam a hierarquia. O poder das vestes não se trata de ostentação é uma relação de cultura ancestral, preservação dos valores dos nossos antepassados cultuando o Nkisi” destaca a jornalista e fotógrafa.

O candomblé expressa a essência da vida ancestral, religião que cultua a natureza, cuida e ensina a valorizar o mundo a partir dos valores humanos. Candomblé é uma palavra bantu, que significa pedir. Então o ato de fazer candomblé constitui em candombilar (peça por mim). Trazido pelos escravizados para o Brasil e adaptado à matriz afro-brasileira, é hoje sinônimo de luta e resistência de um culto religioso e educacional, que exprime na dança, na culinária, nas vestes e na sabedoria dos mais velhos, como reger o presente, compreender o passado, e semear o futuro, respeitando os ensinamentos da oralidade.

Mam’etu
Trata-se de um livro fotográfico que tem como tema destacar a tradição das vestes das mães de Nkisi (orixá) ou mãe de todos/as, quem cuida e quem cria no candomblé. Mam’etu é resultado da pesquisa de conclusão do curso de jornalismo de Francilene Martins, o objetivo dessa pesquisa foi registrar a indumentária da Mam’etu usada em cerimônias, nos eventos sociais e no dia a dia, e que hoje faz parte do cotidiano das mulheres negras no Brasil. O livro tem tradução nas línguas kibundo, francês, inglês e espanhol.

A autora
Francilene Martins, 37, é uma baiana feminista com mais de 16 anos de história no movimento de moradia popular, com trabalhos na área de habitação de interesse social e saúde. Também é diretora, produtora, jornalista e fotógrafa. Aluna especial do Mestrado em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo PPGNEIM/ UFBA e do Mestrado em Políticas Públicas, Gestão do Conhecimento e Desenvolvimento Regional PPGCD/UNEB. Pesquisadora colaboradora do AYOKÁ KIANDA Núcleo de Pesquisas e Estudos Multidisciplinares Africanos e Afro-Americanos (DCHT XXIV/UNEB).  Entre seus trabalhos de destaque estão a direção em parceria com Dayanne Pereira do curta metragem O Repente que Nasce do Repente – Paraíba da Viola, a  direção do filme Os quatro cantos dos Povos Bantu, a direção do documentário do Seminário Nacional da Associação Cultural de Preservação do Patrimônio Bantu (ACBANTU), a produção do lançamento da loja Katuka, a exposição fotográfica Desabafo de Mulheres e a produção do projeto dos  100 anos Ilê Axé Opó Afonjá, em parceria com o produtor Ramon Rocha.

Ativista do movimento negro vem construindo políticas públicas para comunidades tradicionais na agenda nacional com o Mapeamento dos Terreiros de Candomblé, além de projetos que propõem o cinema de inclusão que aborda as comunidades afro-brasileiras.

Serviço:

O que: Lançamento do livro Mam’etu
Autora: Francilene Martins
Onde: Palacete das Artes Rodin Bahia, Rua da Graça 284, Graça.
Quando: 27/10/2010
Horário: 19h
Entrada Franca

Agenda
20/11 – Exposição fotográfica Mam’etu – No campus Xique-Xique da UNEB, a partir das 9h.
25 a 27/11 – Participação de Francilene Martins na Semana científica da Faculdade da Cidade do Salvador para apresentar o livro Mam’etu, a partir das 9h.

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A obra “Os tempos Faústicos na Lírica do Lugar” aborda o pensamento poético, através da lírica de autores baianos

A escritora Dalila Machado lançará no dia 20 de outubro (quarta-feira), a partir das 19h, no Quadrilátero da Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris), o livro “Os Tempos Faústicos na Lírica do Lugar”. O lançamento é uma parceria da Fundação Pedro Calmon/Secult com a Editora da Universidade Federal da UFBA (EDUFBA).

A obra aborda a linha goethiana, ou seja, com base na obra do alemão Goethe (1749-183), no qual procura desvendar o pensamento poético carnal, através da lírica de autores baianos, além de propor uma análise da poesia do escritor dionisíaco, Alberto Luís Baraúna. Segundo o professor da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) José Niraldo de Farias, que também assina a orelha do livro, a obra lança novas luzes sobre os textos abordados, com o objetivo de contribuir na ampliação da comunidade de intérpretes. “Trata-se de um livro que vem para contribuir com a teoria e, sobretudo, com a crítica literária e com a história da literatura brasileira ao incluir autores poucos abordados, como Alberto Luiz Baraúna e Pedro Kilkerry”.

Dalila Machado – iniciou sua carreira literária em 1979, ao participar do concurso de contos promovido pelo Jornal da Bahia, que deu origem ao seu primeiro livro Prima, prima, primavera (FCEBA, 1981; Coleção dos Novos, série ficção) e em 2000, A história esquecida de Jacinta Passos (Selo Letras da Bahia). Tem trabalhos publicados em diversos jornais e revistas do país e, desde 1995, vem desenvolvendo projetos de Oficinas de Criação Literária. Em 2000, coordenou o relançamento do livro Rosa Mystica, de Afrânio Peixoto, com texto introdutório de sua autoria. A autora é Doutora em Letras e Linguística pela Universidade Federal da Bahia.

 

SERVIÇO:

O quê: Lançamento do livro “Os Tempos Faústicos na Lírica do Lugar”
Quando:
Dia 20 de Outubro, a partir das 19h
Onde:
Quadrilátero da Biblioteca Pública do Estado da Bahia – Rua General Labatut

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Vanderlei Nunes Rodrigues lança, no próximo dia 23 de outubro, às 19:30h, o livro “Entre o Sonho e a Realidade”, na Faculdade de Ciências Educacionais (FACE), localizada na Praça Dionísio Cerqueira, em Castro Alves/Ba.

Filho de João Rodrigues e Raimunda Nunes, Vanderlei nasceu na histórica cidade de Castro Alves, localizada nos limítrofes entre o recôncavo e o sertão da Bahia. É ator amador, diretor e autor de peças teatrais e agora se lança no mercado editorial.

Em 1997, como parte das festividades alusivas ao sesquicentenário de nascimento do Poeta Castro Alves, realizou uma mostra de teatro contando com a participação de várias companhias teatrais da região. Entre outros, participou em 2009 do curso “oficina de formação e capacitação em teatro – Construção do Personagem e Processo Cênico” promovido pela FUNCEB – Fundação Cultural do Estado da Bahia, ministrada pela arte-educadora e diretora teatral Cristiane Barreto. – As Beatas; E o Mundo não se Acabou; Os Amores de Jurema; Nada do que Foi Será?, além de Rosa e Severino; Nega maluca e A Mulher que não queria se casar (curtas), são algumas das 15 peças teatrais escritas e dirigidas pelo mais novo escritor castroalvense através da Cia. Teatral Skandalu´s.

Zaga Nunes, como é bastante conhecido, é membro fundador da Academia de Letras e Artes de Castro Alves (ALACA) e ocupa a cadeira de nº. 12, que tem como patronesse o nome de sua avó materna Cecília Nunes. Para ele, que é espírita kardecista, o livro é uma extensão da sua própria pessoa, por ser muito romântico, apaixonado pela vida, ter amizades que já duram mais de 20 anos com pessoas que mantém sempre contato e outras que surgem da noite para o dia, mas que parecem ter uma eternidade.

A abordagem literária é fruto de sua experiência de vida, ainda que tenra, na qual o autor nos converge a todo o momento a pensar até onde nossos sonhos podem nos levar. Ou apontar nossos destinos. A primeira edição, de início, terá uma tiragem de 200 exemplares e poderá ser adquirido na noite de seu lançamento ao preço de R$ 10,00 (Dez reais).

Você está convidado a mergulhar nessa fascinante viagem literária que revelará uma linda história de amor entre o sonho e a realidade.

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