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Posts Tagged ‘Márcio Meirelles’

A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia – SecultBA, através do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – IPAC, do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia – IRDEB, da Fundação Cultural do Estado da Bahia – FUNCEB, da Fundação Pedro Calmon – FPC, e do Núcleo de Culturas Populares e Identitárias, lança os Editais 2010 que vão dar apoio a cerca de 180 projetos culturais nos diversos territórios de identidade do estado. Esta é a última semana para inscrições nos editais, para efetuar as inscrições os textos e formulários estão disponíveis nos sites de todas as unidades da SecultBA.
Para o secretário de Cultura do Estado Márcio Meirelles, as seleções públicas são uma forma transparente e democrática de seleção. “É evidente o aumento de projetos apoiados em todo o estado desde que adotamos esse sistema”, declara o secretário. “Temos alguns desafios pela frente, até porque foram apenas três anos para implementar uma política pública nova para a máquina pública do nosso estado e relativamente nova no Brasil, mas o Ministério que já está na labuta há oito anos, mostra que a afinação é uma questão de tempo”, completa Meirelles.

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Com estrelaO teatro Vila Velha foi escolhido para receber a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça para julgamento oficial do pedido de anistia política do cineasta baiano, Glauber Rocha. O evento contou com a presença do ministro da Cultura, Juca Ferreira, do governador do Estado, Jaques Wagner, do secretário de Cultura do Estado, Márcio Meirelles e do presidente da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, Paulo Abrão.
Na platéia, representantes do audiovisual baiano, políticos, autorides e, em especial, a presença de Dona Lúcia Rocha e Paloma Rocha, respectivamente mãe e filha, esta última, autora da pedido do processo. Também estiveram presentes os filhos Pedro Paulo Rocha, Erik Rocha e Ava Rocha. O julgamento da Comissão de Anistia, tranferido para Salvador, foi presidida por Paulo Abrão e contou com a presença dos Conselheiros, Luciana Garcia, Prudente Mello e Ana Guedes, além do ministro da Cultura, Juca Ferreira, testemunha do processo.
“Estamos aqui para compreender que as ditaduras não suportam a liberdade de expressão. Milhares de Brasileiros ainda aguardam esse processo de reparação histórica. Eventos como esses são importantes para que esta geração transmita para a próxima o respeito a liberdade, pois o país que conhece seu passado não comete os mesmos erros. Ditadura nunca mais”, iniciou Paulo Abrão.
Após leitura resumida do processo com mais de 200 páginas, a Conselheira Luciana Garcia solicitou o pagamento de indenização à família no valor de R$ 234 mil e pensão vitalícia de R$ 2 mil, para a viúva de Glauber, Paula Gaitán. O processo de anistia julgou a prisão ilegal do cineasta por 19 dias na década 1970, o exílio de 6 anos, a censura dos filmes do artista, além da dificuldade de apoio financeiro para a realização dos filmes.
“É uma força simbólica muito grande eu, enquanto ministro da Cultura de um governo democrático servir de testemunha no processo político de Glauber Rocha. Ele que por muitas vezes informou publicamente a vontade de ser ministro da Cultura. Essa é uma boa oportunidade de pedir a ele, que, de onde ele estiver, nos anistie”, finalizou emocionado o testemunho o ministro Juca, também anistiado político.
Após o testemunho, os conselheiros Prudente Melo e Ana Guedes se colocaram a favor do pagamento de indenização à família. Guedes que também é integrante do movimento Ditadura Nunca Mais, fez referência a importância do Teatro Vila Velha na história da cultura na Bahia. “Esse espaço aqui, nos período dos anos 60 foi o espaço mais demicrático na Bahia. Esse espaço abriu as portas para reunião, debates, shows e hoje eu me sinto muito emocionada. O requerimento de anistia não podia ter um local mais indicado na Bahia”, afirmou.
No final da cerimônia, Paulo Abrão se dirigiu à família, principalmente à mãe do cineasta. “Gostaria de me dirigir aos familiares de Glauber, netos, filhos, irmã, ex-esposa e especialmente a sua mãe. Gostaria de me dirigir especialmente a senhora e tardiamente dizer que a Comissão de Anistia declara Gauber Rocha anistiado político. Pedimos desculpas e perdão por tudo que a senhora sofreu, as nossas mais justas homenagens. Que o espírito de Glauber Rocha invada nossa juventude”, finalizou.
Bando de Teatro Olodum – A cerimônia foi marcada pela presença dos integrantes do Bando de Teatro Olodum que fizeram uma apresentação especial para ocasião, com texto de Claudio Simões. Quem também participou da cerimônia foi o ator Diogo Lopes Filho, cantando um trecho do espetáculo “Esse Glauber”, texto de 2005 da dramaturga Aninha Franco.

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“Damário da Cruz é um dos mais importantes poetas do Recôncavo, em especial, da nossa Heróica Cachoeira. O amor do poeta pela terra, a defesa da liberdade e do direito de sonhar, tão bem descritos em seus versos, serão eternamente lembrados por gerações e gerações de escritores baianos. Seu Pouso da Palavra foi exemplo de dinamização sustentável da cultura local. A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia compartilha o mesmo sentimento de dor dos amigos, familiares e de todos os poetas e amigos de Damário que hoje choram a sua morte”

Márcio Meirelles – Secretário de Cultura do Estado da Bahia

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Três atrações musicais de Angola (África) vão se apresentar em Salvador pelo projeto Luanda_Suave e Frenética 2 – Concertos Musicais, no próximo dia 06 de maio [quinta feira], às 20h30, no Teatro Castro Alves (Campo Grande). A atividade, que faz parte dos eventos prévios da II Trienal de Luanda 2010_Geografias Emocionais – Artes e Afetos, tem o objetivo de revelar a atmosfera e o conceito da trienal e é realizada na Bahia pela Fundação Sindika Dokolo, em parceria com o Governo da Província de Luanda e o Governo do Estado da Bahia, através da Diretoria de Museus do IPAC.
O evento, que é patrocinado pela operadora Angolana de Telefonia (Unitel), apresenta o cantor Paulo Flores e banda, o grupo de percussão Celamar e a banda Next_som afro electro acústico. A noite será aberta pelo vice-presidente da Fundação Sindika Dokolo e curador-chefe da II Trienal, Fernando Alvim, que irá apresentar o projeto da Trienal de Luanda. Na mesma data, ainda durante o dia, os governadores do Estado da Bahia e da Província de Luanda trocarão convites oficiais para integrarem os comitês de honra da I Bienal Internacional de Artes Visuais da Bahia 2010 e da II Trienal de Luanda, além de assinarem termo de cooperação cultural mútua.
De acordo com o secretário de Cultura do Estado, Márcio Meirelles, essa gestão sempre acreditou nos acordos de interação com vários países, em especial com os do continente africano, e  Luanda_Suave e Frenética 2 – Concertos Musicais é mais uma oportunidade para se vivenciar esse intercâmbio cultural. “O evento reforça esses valores, seguindo uma recomendação do governador, desde que realizamos a viagem até o Benin. Para a Bahia, isso é fundamental, pois é uma forma de recuperarmos os laços que foram rompidos. A África e a Bahia contemporâneas querem se encontrar”. A viagem à República do Benin, que tinha o objetivo de estreitar os laços com o país, foi em setembro de 2008 e contou com a presença do Governador da Bahia, Jaques Wagner, e uma comitiva formada, entre outros dirigentes, pelo secretário Marcio Meirelles.
Serviço:
O que: Projeto Luanda – Suave e Frenética 2 – Concertos Musicais
Programação:
20h30 – Abertura oficial e apresentação da II Trienal de Luanda.
21h – Celamar grupo de percussão
21h15 – Next_som eletro acústico
22h – Paulo Flores e banda
Onde: Sala Principal do Teatro Castro Alves – Largo do Campo Grande, 331. Telefone (71) 3117.4899
Quando: Dia 06 de maio [quinta-feira], a partir das 20h30
Realização: Fundação Sindika Dokolo/Governo da Província de Luanda/ Governo do Estado da Bahia/Unitel
Entrada: evento para convidados

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Com o objetivo de conhecer na teoria e na prática alguns dos elementos que constituem o Sistema de Cultura, que será implantado pelo MinC – Ministério da Cultura no Brasil, dirigentes de cultura dos territórios Vale do Jiquiriça e Médio Rio das Contas, vinheram em comitiva à Jequié. O encontro foi realizado no Teatro Municipal e também contou com a participação dos Representantes territoriais da Secult-BA (Sudecult), Allan Borges e Ana Rita, Conselho Municipal de Cultura de Jequié, Wenceslau Nogueira, Gidásio Silva, ex-diretor de Cultura de Jequié, o jornalista Val Rodrigues, foi aberto pelo secretário da Cultura e Turismo do município de Jequié, Bené Sena, que falou da importância em criar estes mecanismos nos municípios baianos, que vem sendo frequentimente estimulados pelo Ministério da Cultura e pela Secretaria da Cultura do Estado da Bahia.
Após exibição de vídeo institucional da SECUT/Jequié, Alysson Andrade, fez o resumo de um importante trabalho iniciado em 2007 pela Secult-BA, início da gestão Márcio Meirelles, com a mobilização cultural do território Médio Rio das Contas, que hoje conta com ações efetivas do Governo da Bahia no campo da cultura.
“Esses encontros devem permanecer para socializar dúvidas e o que ocorrer referente a cultura, mesmo que eles sejam virtuais, por email. Jequié é parceira da SECULT-BA e se coloca à disposição de qualquer município interessado. Com esta articulação entre os municípios baianos, podemos fortalecer a cultura produzida aqui no interior. A partir da descentralização das ações do Estado, o interior tem respondido a altura da idéia proposta pelo Secretário Márcio Meirelles, e os números oficiais levantados pela SUPROCULT-BA comprova isso, mostra que o interior deve sim ter vez, tanto quanto sempre teve a capital”. finalizou Alysson Andrade.
 
http://www.enfoquecultural.blogspot.com/

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O trabalho focado no cidadão, assumido pela Secretaria da Cultura (Secult), foi pautado pela organização dos Territórios da Cidadania como uma política que deu certo. Com essa temática, o secretário Márcio Meirelles fez, nesta quarta-feira (24), sua apresentação no II Salão Nacional dos Territórios Rurais, no Centro de Convenções, em Brasília.
Ele expôs a territorialização das políticas públicas no estado da Bahia e destacou a importância do trabalho da cultura seguindo o conceito dos territórios, além do desmembramento da pasta da Cultura, em 2006, da Secretaria de Turismo, o que contribuiu para o desenvolvimento do setor e melhorias para o interior do estado.
O Sistema Estadual da Cultura vem sendo construído com entendimento de que o eixo da cultura não se restringe ao produto final cultural artístico, mas também na contribuição para o desenvolvimento da região.
Segundo o secretário, a meta do Governo da Bahia é o fomento à produção cultural e o oferecimento de serviços em bibliotecas, museus, eventos, para que os bens produzidos circulem. “A divisão feita com base nos territórios facilitou a implantação das ações culturais do estado. A Bahia foi referência pelo seu trabalho. E foi essa divisão que direcionou o planejamento da Secult”, acentuou Meirelles.
A secretaria mantém representantes em cada território, que realizam um trabalho conjunto com gestores dos municípios e diretorias de educação, visando a valorização das identidades regionais, atendendo suas demandas de acordo com a necessidade de cada uma dessas regiões.
As realizações apresentadas por Meirelles mostraram a expansão das políticas culturais e uma melhor distribuição dos recursos, para que eles não se concentrassem apenas na Região Metropolitana de Salvador (RMS), além de ter como meta a valorização da cultura produzida na Bahia.

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Veja entrevista do Secretário de Cultura,  Márcio Meirelles, ao Jornal da Bahia.  Começam hoje parte das ações no Pelourinho.

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