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A Orquestra Afro Sinfônica tem um perfil que se aproxima tanto do erudito, devido à sua formação, quanto ao popular, devido aos arranjos das peças compostas pelo maestro Ubiratan Marques. Em todas as vezes em que a Orquestra se apresentou, houve uma identificação muito grande do público, que sempre manifestou, através de muitos aplausos, a referência afro-brasileira presente tanto em um quanto no outro. A partir dessa dupla empatia, nasceu a idéia de levar a Afro Sinfônica mais perto do público geral, sem delimitar nem estilizar o gosto popular.

O Projeto Ô de Casa tem como objetivo gerar apresentações de concerto da Afro sinfônica em comunidades que, dificilmente, tem acesso à formatos de Orquestras e música de Concerto, da mesma forma que os moradores não tem acesso à locais que oferecem este tipo de música. Da primeira etapa, dividida em quatro apresentações, já foram realizada em 03 em comunidades de Salvador: no Engenho Velho de Brotas (Centro Cultural Solar Boa Vista) 24/09, Centro Cultural da Plataforma dia 28/9 e no Bairro da Paz (Centro comunitário) no dia 02/10. A última apresentação será realizada na Praça Tereza Batista (Pelourinho) dia 11/10 às 19h. Todas as apresentações foram gratuitas.

 Já podemos considerar que o Projeto foi um sucesso, pois para uma Orquestra pouco conhecida e em comunidades onde a música que impera, definitivamente, não é a erudita, tivemos uma participação de público de quase lotação e um interesse, por parte das pessoas, que sempre ao término do concerto, se aproximava, para saber informações sobre a Orquestra, instrumentos e etc. Tinham pessoas que chegaram a perguntar se a Afro sinfônica era brasileira ou africana. Ficamos muito felizes e estamos gratificados, principalmente em perceber que, o povo baiano tem apuro musical sim, e, lógico, vai gostar do que lhe é mais oferecido. Então, vamos oferecer, também, música afro sinfônica para eles.

Serviço:

O Que: Orquestra Afro Sinfônica – Encerramento do projeto “Ô de Casa”
Quando: dia 11/10 às 19h
Onde: Praça Tereza Batista (Pelourinho)
Quanto: Gratuito

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Realizado através do Edital Cultura Negra, lançando pela Fundação Pedro Calmon, com apoio financeiro Do Fundo de Cultura – Governo do  Estado da Bahia e apoio cultural da Prefeitura Municipal de Camaçari. O “Projeto Terreiradas – Um samba na porta de minha cumade”, ganha vida, sob a coordenação de Elisângela Sena, Tatiana Pinheiro e Erick Cerqueira.

Buscando revitalizar as tradições da cultura negra através da dança, da comida, dos dizeres, dos griôs dentro das suas respectivas comunidades o projeto foi concebido de forma que se realizassem 10 apresentações com grupos tradicionais no município de Camaçari em 06 encontros nas suas comunidades de origem. São elas: A Samba de Roda Nativas de Arembepe,  Mandú de Monte Gordo,  Samba de Roda Raízes do Passado, Samba de roda Espermacete de Barra do Pojuca, Terno de Reis de Cachoeirinha, Samba de Roda Viola ao Vivo de Monte Gordo e Jacuípe, Samba de Roda de Vila de Abrantes, Boi Mirim de Parafuso e o Caboclo de Parafuso e a Boi Janeiro de Parafuso. Grupos esses que se apresentarão nas seguintes comunidades: Parafuso; Vila de Abrantes; Arembepe; Monte Gordo; Jacuípe e Barra do Pojuca.

O projeto contará também com 06 rodas de debates com o tema “O Negro e sua Cultura”, registros fotográficos e em vídeo. Material esse que será usado para documentário que será disponibilizado na internet e mídias públicas.

O primeiro encontro será dia 16/10/2010, a partir das 15h, na Casa do Mestre Miro em Parafuso. Com os grupos: Boi Janeiro de Parafuso, Samba de Roda Brilhos do Samba e o Boi Mirim e Samba de Caboclo de Parafuso

Para saber mais, acesse:

Site Oficial: http://www.terreiradas.com/
Para saber a programação completa, acesse: http://www.terreiradas.com/programa/

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O projeto “Diálogos no Palacete das Artes” começa às 18:30h de quarta-feira (dia 6) com a presença do professor da UFBa, o filósofo José Antonio Saja  que insere no “diálogo” com o público o tema “Arte e Verdade”. Estarão presentes aos debates as professoras Heloísa Helena Costa , responsável científica da coleção Rodin-Paris,Célia Gomes, da Escola de Belas Artes, e Lúcia Lobato, da Escola de Dança da UFBa.

Na quinta-feira, dia 7 o projeto dá início ao programa“ Diálogos na Música” sob a regencia do maestro Horácio Barros Reis e o convidado, violonista Raul Bermudéz que juntos interpretam Tom Jobim, Chopin, Zequinha de Abreu e Strauss.

Serviço:

O que: Diálogos no Palacete das Artes
Quando: Quarta e Quinta- feira ( dias 6 e 7 de outubro
Aonde: Palacete das Artes Rodin Bahia, rua da Graça 284 Graça , Salvador –Bahia
Apoio : Palacete das Artes/ IPAC/ Secult- Bahia

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A Orquestra Afro sinfônica tem um perfil que se aproxima tanto do erudito, devido à sua formação, quanto ao popular, devido aos arranjos das peças compostas pelo maestro Ubiratan Marques. Em todas as vezes em que a Orquestra se apresentou, houve uma identificação muito grande do público, que sempre manifestou, através de muitos aplausos, a referência afro-brasileira presente tanto em um quanto no outro. A partir dessa dupla empatia, nasceu a ideia de levar a Afro Sinfônica mais perto do público geral, sem delimitar nem estilizar o gosto popular. O Projeto Ô de Casa tem como objetivo gerar apresentações de concerto da Afro sinfônica em comunidades que, dificilmente, tem acesso à formatos de Orquestras e música de Concerto, da mesma forma que os moradores não tem acesso à locais que oferecem este tipo de música. A primeira etapa e inauguração do projeto serão em 04 comunidades de Salvador: no Engenho Velho de Brotas (Centro Cultural Solar Boa Vista) dia 24/09 às 20h, Centro Cultural da Plataforma dia 28/09 às 15h, no Bairro da Paz (Centro comunitário) dia 02/10 às 15h e encerramento na Praça Tereza Batista (Pelourinho) dia 11/10 às 19h.

Resumo da Orquestra Afro Sinfônica:

Em 2000, a partir de um Concerto com a Jazz Sinfônica na cidade de São Paulo, o maestro baiano Ubiratan Marques, então regente da orquestra, percebeu que, ultimamente a maioria das orquestras continuavam a seguir o mesmo padrão europeu em formação e repertório. A partir daí pensou em criar algo genuinamente brasileiro, baiano, fazendo uma fusão entre o Jazz e os conceitos europeus e americanos sinfônico, porém, buscando a personalidade regional, promovendo novas tendências e novos repertórios. Permanecendo com a mesma estrutura de uma orquestra tradicional, com todos os seus nipes de cordas, madeiras, metais e percussão, mas incorporando alguns instrumentos regionais, como xequerês e tambores. O principal está, certamente, no resultado musical, unindo o peso e as nuances sinfônicas à personalidade particular dos arranjos africanos. Com a formação de um centro de estudos de música criado por ele, em 2007, o Núcleo Moderno de Música ficou mais viável desenvolver a sua idéia da Orquestra, pois poderia incluir seus alunos, professores e músicos interessados. Dessa maneira, estabeleceu-se, em meados de 2008, a Orquestra Afro Sinfônica. Em 10 de Dezembro de 2009 fez a sua estréia no Teatro Sesc no Pelourinho, sendo ovacionados por 5 minutos de aplausos pelo público. Em Fevereiro se apresentou no Teatro Castro Alves, participando do DVD do cantor e compositor Gerônimo e mais uma vez foram aplaudidos de pé por 1.500 pessoas que lotavam o teatro. Em mais um trabalho do documentarista brasileiro, atualmente residente em Angola, Sergio Guerra, a Orquestra gravou a trilha sonora, que, posteriormente, deverá ser lançada como CD. Foi convidada por Mateus Aleluia, para participar de seu show, desta vez durante a abertura do III Afro Film Festival, em Cachoeira, no dia 14 de Maio. Em 18 de Julho, mais uma vez no Teatro Castro Alves, participou da gravação do DVD de Mateus Aleluia.

Maestro Ubiratan Marques:

Pianista, compositor, arranjador, produtor musical, regente e fundador da Orquestra Afro sinfônica. Natural de Salvador, Bahia. Iniciou seus estudos autodidáticos em 1983. Ingressou em 1986 na Universidade Federal da Bahia, onde estudou composição com Ernest Widmer, Lindenberg Cardoso e Agnaldo Ribeiro, em 1994 na Universidade Livre de Música Tom Jobim, onde estudou com Roberto Faria, Cyro Pereira e H. J. Kollreutter. Em 1998 ingressou nos estudos de filosofia, onde desenvolve diversos projetos integrados a música. Trabalhou com, Gilberto Gil, Luiz Melodia, Roberto Sion, Luís Avelima, Netinho, Toni Garrido, Chico César, Tito Bahiense, Ed Motta, Luciana Mello, Wilson Simoninha, Cláudio Zoli, Banda Reflexus etc. Fez os arranjos dos discos Kabiesselá e Maria Dapaz Indicados ao Grammy Latino.  Em 2004 foi convidado pelo maestro João Maurício Galindo, para participar do projeto Compositores Brasileiros ao lado de Ernani Aguiar. Fundou junto ao projeto guri a Orquestra Zumbi dos Palmares, trabalho sinfônico voltado à cultura negra, onde foi regente e dirigiu por dois anos crianças e adolescentes entre oito e dezoito anos, e em 2006 escreveu a suite afro terra da vida interpretada pela jazz Sinfônica. Foi professor do centro de estudos Musicais Tom Jobim 10 anos, atualmente é o produtor musical do Doctv Ibero América, fez as trilhas dos filmes Terras de Preto de Marcelo Brito, e Você já foi a Bahia nega, de Paulo Alcoforado. Trabalha como arranjador da Jazz Sinfônica, Orquestra Tom Jobim, e junto com Sizo Machado, Nen, Beto Angerosa e Bruno Oliveira forma o polêmico grupo instrumental Terreiro de Jesus. Com um estilo autêntico, trazendo muita personalidade, Bira Marques vem sido requisitado para projetos artísticos de diversas linguagens, buscando com isso colaborar no enriquecimento da arte.

Contato:

http://www.myspace.com/orquestraafrosinfonica

http://www.orquestraafrosinfonica.blogspot.com

http://www.myspace.com/biramarques

Youtube – orquestra afro sinfonica

salamandraproducoes@gmail.com

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Em cinco anos, o governo federal pretende aumentar de 5% para 10% o peso das atividades culturais. Um dos segmentos que deverão receber incentivos é o da geração de conteúdos digitais para a televisão, especialmente a animação. “Temos tudo para ser um dos maiores pólos exportadores de desenhos animados do mundo”, acredita o ministro da Cultura, Juca Ferreira. O MinC estimula a parceria de produtores com canais de TV por assinatura.

Na Bahia, o Irdeb – Instituto de Radiodifusão da Bahia – está afinado com a proposta de incentivo aos realizadores de desenho animado e desenvolve o edital Apoio à Produção de Projeto Completo para Série de Animação e Interprograma de TV, pelo Fundo de Cultura, da Secretaria da Cultura do Estado da Bahia. Com recursos de R$50 mil para cada projeto selecionado, até o fim de dezembro serão projetadas cinco séries baianas:

Tio Mussarela (Cláudio Guido), Ninguém – O Herói do Povo (Augusto Matos), Tadinha (Maria Luiza Barros), A Bruxinha Lili (Hugo Dourado) e A Mata Animada (José Vieira) são os projetos vencedores do edital.

Planejamento de "Ninguém"

INICIATIVAS NACIONAIS

“Animação é arte coletiva. É importante que o mercado de animação esteja sendo fomentado, neste momento em que a televisão fechada demonstra estar aberta às produções do gênero”, considera o animador Ducca Rios, citando iniciativas de autores nacionais que estão na grade do Discovery Kids, como Peixonautas, Meu Amigãozão e Princezinhas do Mar.

“A série feita para televisão possibilita o licenciamento de produtos, além de ser muito importante para formação de público simpático ao conteúdo nacional”, considera a produtora Maria Luiza Barros, que vai desenvolver os projetos Tadinha e A Bruxinha Lili, selecionados pelo edital do Fundo de Cultura.

Mas, mesmo considerando ser algo relativamente recente, especificamente no mercado de séries ainda não há um baiano da gema atuando com vigor. Por outro lado, um dos pioneiros do gênero animação no Brasil, o artista plástico baiano Chico Liberato está desenvolvendo o longa-metragem Ritos de Passagem, com recursos de R$1,2 milhão do Fundo de Cultura, Secult.

MERCADO INTERNACIONAL

Cartunista desde 1989, Augusto Matos enxerga a oportunidade dos editais do governo e de demais órgãos apoiadores das iniciativas relacionadas  à produção de filmes de animação no Estado da Bahia, como  pioneiras em termos de política cultural. “Está ocorrendo uma mudança no mundo das artes, a modernização das linguagens e a emergência de preservarmos o que temos de mais precioso, incluindo aí o nosso patrimônio tangível e intangível”, raciocina.
José Vieira diz que sempre foi cartunista e “é claro que do cartoom pode-se passar facilmente para a área de animação. Mas penso que não se deve deixar de pensar no regional, mas atingir o mercado internacional”. Ele cita o filme A viagem de Chihiro, impregnado pela cultura japonesa e pelo xintoísmo, como um exemplo de que o autor de animação não deve deixar de tratar de valores e questões de sua terra.

COMERCIALIZAÇÃO

Cláudio Guido conta que pretende experimentar o mercado profissional da animação. “A gente fica meio ansioso, o que é natural de artista, por querer sentar e produzir logo as animações. Mas é preciso criar uma cultura de trabalhar as coisas na ordem correta, de desenvolver primeiro roteiros e argumentos bem realizados, revisados, adequados à faixa etária”, contabiliza, já pensando em utilizar o fruto deste trabalho para fazer contatos com produtores.  “Imagino que com este planejamento feito, será mais fácil vender o projeto e realizar a série”, avalia Guido.
Diretor do Irdeb, Pola Ribeiro endossa a importância de se estruturar a animação baiana, para dar bases para a estruturação individual. “É uma atividade que exercita a paciência, reflexão crítica sobre cada plano que vai fazer, cada conhecimento que vai ser aplicado”, exemplifica.

BÍBLIA

Cada um dos projetos selecionados recebe o valor de até R$50 mil, totalizando R$250 mil, para fase de elaboração de personagens, projeto executivo, sinopses, roteiros e a produção de um interprograma de TV com 1 minuto e meio de duração, que será exibido na TV Educativa e servirá também para demonstrar como será a personalidade de cada uma das séries desenvolvidas, algo fundamental para conseguir parceiros e co-produtores para o desenvolvimento da série completa.

As propostas selecionadas recebem apoio para elaboração de projetos inéditos e originais de séries de animação (conhecidos como “bíblias”), compostos por treze episódios de treze minutos de duração cada, além da produção de um interprograma de televisão com um minuto e trinta segundos de duração, sobre a série proposta.
O diretor do Irdeb, Pola Ribeiro, fala do interesse governamental para que a cadeia produtiva do audiovisual seja pensada no sentido de produção e distribuição, pois “existe uma demanda pela animação independente”. Na última semana de agosto ele participou do Seminário Curta & Mercado, realizado em São Paulo, atento às oportunidades para o crescimento do segmento, no estado da Bahia.

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