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Posts Tagged ‘Teatro’

Comédia sobre os bastidores do teatro fica em cartaz de 01/07 a 28/08, sempre de sexta a domingo, às 20h.

 

Depois de uma pausa no mês de junho, a Cia Baiana de Patifaria traz de volta nessa sexta-feira (01/07) ao Teatro do ISBA Siricotico, uma comédia do balacobaco. O espetáculo tem direção de Fernanda Paquelet e texto de Vinnicius Morais e Lelo Filho, apresentando como pano de fundo a divertida história de uma companhia de teatro em busca do sucesso – com direito a crises artísticas, testes de elenco, brigas de ego e uma estreia nada ortodoxa. A peça fica em cartaz até 28 de agosto, sempre de sexta a domingo, às 20h.

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BTCA E OSBA estreiam “Pedro e o Lobo”

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Programação (sábados, domingos e feriados):

OS TRÊS PORQUINHOS | 15h

Adaptação e direção – Gil Santana

A história de ‘Os três porquinhos’ se passa numa fazenda na entrada de uma floresta. Os porcos entram cantando, estão indo par a um pic nic , quando encontra o Caçador atrapalhado Chico Chicó , que lhes avisam que o Lobo mal fugiu do zoológico e está solto. Apavorados eles resolvem que tem que fazer alguma coisa para se protegerem, é quando aparece o Lobo mau e quase os devoram mais espertos eles fingem de desmaios e até atacam de Pokémon, heróis dos porcos, a onde eles aprenderam alguns gestos de karatê. Assim eles conseguem fugir, e resolvem que vão construir casas, o primeiro porco Heitor muito preguiçoso, resolve que vai fazer casa de palha, pois encontram seu ‘Palhinha’ e pega palha com ele. O Cícero resolve fazer de madeira, também comprando madeira nas mãos de seu Palhinha, o terceiro porco, O Pratico, muito inteligente e serio e nada preguiçoso resolve que vai comprar tijolos e que vai construir sua casa com segurança mesmo que demore muito tempo. Assim eles constroem suas casas e o lobo aparece. Derruba a casa de palha, também a casa de madeira, mas não conseguem derrubar a casa de tijolos. Os dois irmãos pedem ajuda a Pratico que resolve que eles vão pegar o porco. Arma um plano e aí o lobo quando aparece é pego pelos porcos.

Elenco: Guilherme Guido Junior, Gil Santana, Ana Karla Rodrigues, Nina Nunes, Victor Fernandes

O PEIXINHO XEXEU E A GATINHA FIFI | 16h

Autoria e direção – Gil Santana

O peixinho xexéu vive no mar com sua mãe, uma cantora de operas. O seu grande sonho é conhecer o mundo dos homens. Isso acontece, quando a sereia,rainha do mar, manda que ele encontre a caixinha que purifica as águas da poluição. Ele vem para a terra e começa a ver que o mundo não é exatamente o que ele sonhava e conversava com sua amiga nuvem. Assim como no mar, a terra, a Floresta está preocupada com a poluição e sofrendo suas consequências. Disposto a cumprir a sua missão, ele em sua aventura, se deixa encantar com a gatinha Fifi, que está disposta a ajudá-lo. Só que eles terão que enfrentar o terrível Zé gatão e sua banda de gatos que querem pegar o peixe para almoço. Só a nuvem vaporosa poderá salvar o peixinho.

Elenco : Gil Santana, Guilherme Junior, Ana Karla Rodrigues, Thayse Luz, Victor Fernandes , Tayná Costa e Nina Nunes

BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES | 17 h

Dos irmão Grimmn

Adaptação e direção – Gil Santana

A história da bela menina branca como a neve, cabelos pretos como a noite e boca vermelha como o sangue, que com sua beleza desperta a fúria e a maldade de sua madrasta malvada, que quer matá-la. Branca com a ajuda do caçador foge para a floresta e encontra sete Anões amigos dispostos a ajudá-la. Mas a Rainha malvada logo descobre pelo espelho mágico que ela está viva e disfarçada de velhinha, vem lhe r vender maças envenenadas. Só um príncipe poderá salva-la.

Elenco – Guilherme Guido Junior, Gil Santana, Nina Nunes , Nanda Boaventura, Victor Fernandes, Thaise Luz , Ana Rodrigues , Tayná Costa , Vivian Santana, Edvan Soares e Dandara Correia

O CASAMENTO DE DONA BARATINHA | 18h

Conto popular português

Adaptação e direção – Gil Santana

Dona Baratinha vivia sonhando em se casar. Mas ninguém lhe queria namorar. Um dia ela arrumando sua casinha, achou um baú cheio de moedinhas. A noticia logo se espalhou. A baratinha famosa ficou. Toda alegre e feliz, ela se arrumou, com laços de fitas na cabeça e foi pra janela. Ela e logo começou a cantar:”Quem quer casar com a dona Baratinha, que tem fita no cabelo E tem dinheiro na caixinha?” Foi ai que começou a confusão, todos queriam agora com ela casar, passou o boi, o burro, o cabrito, mas todos eles com suas vozes estridentes, a sensível baratinha assustava. Já achando que não se casaria, aparece então o melhor partido da cidade, Dom Ratão, e com sua voz de ratinho conquista a linda baratinha. O casamento é marcado para dias depois. O banquete é organizado, doces, salgados e uma grande feijoada, feito pelo melhor chef dos pais, mestre Macaquê, renomado cozinheiro francês, contratado especialmente para a ocasião. Mas Don ratão muito guloso, antes de ir para o casamento, resolve provar um pouco da feijoada.

Elenco: Guilherme Guido Junior, Nina Nunes, Victor Fernandes, Tayná Costa ,Ana Karla Rodrigues e Gil Santana

INFORMAÇÕES GERAIS:

Endereço:
Teatro Gil Santana AGORA NO CABALLEROS DE SANTIAGO
Rua da Paciência, 441 – Rio Vermelho
Tels: 3489 2917 – 9933 6317

Programação
Quando: Aos Sábados, DOMINGOS e feriados
INGRESSOS: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Site: www.teatrogilsantana.com
Blog: http://teatrogilsantana.wordpress.com/
Email: gilsantana@uol.com.br

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Sétima montagem do grupo baiano está em cartaz no Teatro do ISBA, em temporada que se estende até o dia 15 de maio.

A Cia Baiana de Patifaria acaba de renovar a temporada da peça Siricotico, uma comédia do balacobaco em Salvador. Sendo assim, a montagem ficará em cartaz até o dia 15 de maio no Teatro do ISBA, sempre de sexta a domingo, às 20h. A peça é dirigida por Fernanda Paquelet e traz os atores Lelo Filho, Jarbas Oliver, Nilson Rocha e Alexandre Moreira vivendo 20 personagens para contar a história de uma companhia de teatro que busca o sucesso em meio a confusões que precedem a sua volta aos palcos – com direito a crises artísticas, testes de elenco, brigas de ego e uma estreia nada ortodoxa.

Siricotico, uma comédia do balacobaco estreou em 15 de janeiro de 2010 em Salvador. A peça é a sétima montagem da Cia Baiana, que em seus 24 anos de história contabiliza um público de quase um milhão e meio de pessoas. A montagem representa a continuidade da pesquisa que a Companhia vem desenvolvendo sobre as possibilidades da comédia como gênero teatral. A partir de um texto contemporâneo, a intenção é levar à cena uma farsa inspirada nas comédias clássicas de Moliére, Goldoni e Pirandello, somando a elas características marcantes no trabalho da Companhia: improvisações a partir de acontecimentos do noticiário, participação da platéia e críticas a comportamentos da sociedade contemporânea.

Serviço:

O Que: SIRICOTICO, uma comédia do balacobaco
Data: Até 15 de maio de 2011, sempre de sexta a domingo, as 20hs.
Local: Teatro do ISBA (Ondina, Tel: 4009-3689).
Ingressos: R$30,00 (inteira, as sextas e domingos) e R$ 40,00 (inteira, aos sábados).
Recomendação etária: 14 anos.

Site: www.ciadepatifaria.com.br

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A Companhia Calhandra de Teatro, ainda em comemoração no mês da mulher, apresenta nos dias 17 e 24 de março a peça “Ô Inho… e eu?”. Com direção do ator diretor e dramaturgo e Rai Alves, o espetáculo transporta o público para realidades trágicas e cômicas que revelam o universo feminino na busca por identidade, valorização e auto-estima em suas relações cotidianas e conflitos. As apresentações acontecem no Teatro Sesi do Rio vermelho.

O texto surgiu a partir de pesquisas em bairros, delegacias e, principalmente, com mulheres em suas relações afetivas. Retrata a vida de mulheres de idades e classes sociais diferentes que resolvem buscar ajuda para falar de seus sentimentos e angústias e denunciam as práticas abusivas do machismo e a relação de poder historicamente desigual entre homens e mulheres.

Representando os universos feminino e masculino, Nêga e Inho. Ela, uma mulher que tem sonhos, mas vive frustrada e desorientada com o casamento e a vida que leva, cuidando sozinha de cinco filhos. Inho, um homem mulherengo que a engravidou com 16 anos e na festa de casamento foi visto por ela se agarrando com outra mulher isso é só uma cena do nosso espetaculo.

Serviço:
O que: Peça teatral “Ô Inho… e eu?”
Quando: 17 e 24 de Março – às 20h
Onde: Teatro SESI Rio Vermelho – Rua Borges dos Reis, 9, Rio Vermelho
Ingressos: R$20 (inteira) e 10 (meia) – venda no local
Maiores informações: (71) 3616-7060

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Foto: Maira Lins/ Comunika Press

Este é o último final de semana para quem quer ver Pólvora e Poesia. A peça de Fernando Guerreiro – que encantou o público e crítica na Bahia – fica em cartaz até domingo, 20/fevereiro, no Espaço Cultural da Barroquinha.

De alta densidade dramática, retratando o amor entre 2 homens (os poetas franceses Arthur Rimbaud e Paul Verlaine), a montagem baiana do texto de Alcides Nogueira causou comentários e muitas catarses. Foram 34 apresentações entre dezembro de 2010 e fevereiro de 2011, mais de 3 mil espectadores, visitas de outros artistas, muitos elogios e 5 indicações ao Prêmio Braskem de Teatro (Melhor Espetáculo; Melhor Diretor (Fernando Guerreiro); Melhor Ator (Caio Rodrigo); Prêmio Revelação (para o ator Talis Castro) e Prêmio Especial (para o cenário de Rodrigo Frota), fazendo de Pólvora e Poesia o líder em indicações.

A equipe se despede de Salvador, mas recebe novo desafio: dias 31/março, 1, 2 e 3/abril se apresenta na capital paranaense, em meio à Mostra Fringe, a paralela da oficial do Festival de Curitiba, evento que faz parte do calendário do teatro nacional e vem sendo amplamente acompanhado pela imprensa.

Para Fernando Guerreiro, ir ao Festival de Curitiba representa “Um grande teste, vez que exibiremos o espetáculo a um público seleto e exigente. Estar no Fringe representa mais interação com a classe, já que o evento é o mais importante do teatro no país e poderá nos servir como um marco para nossa trajetória nacional. Tenho muita vontade de montar Pólvora em outras praças”.

Antes disso, em 25/março, Pólvora e Poesia se apresentará na sala principal do TCA, às 20h, como parte das comemorações do Dia Internacional do Teatro na Bahia. O público poderá acompanhar a trajetória da peça através do blog www.polvoraepoesia.com.br

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No último domingo, dia 06, o grupo AFRICANTAR estreou no Teatro Gamboa Nova, o show Lamento das Águas, que fica em cartaz até o dia 26/02, sempre aos domingos, às 17h.

Em Lamento das Águas, o AFRICANTAR apresenta canções que mergulham na ancestralidade afrodescendente, intermeadas por textos de autores que acentuam a temática.

O repertório passeia pelos Tincoãs, Afro-Sambas, Milton Nascimento, Edu Lobo e Roberto Mendes. Ao longo do show, são recitados ainda orikis, textos e poesias de autores como Pierre Verger, Craveirinha, Castro Alves, Reginaldo Prandi, Paulo César Pinheiro, Jorge Ben Jor, J. Velloso e Saul Barbosa e Juracy Tavares.

O grupo vocal é formado por Chicco Assis, Fabio Sacramento, Gil Ferreira, Raquel Monteiro e Tâmara Pessoa. Conta ainda com a participação especial de Ana Paula Albuquerque, que também faz preparação vocal do grupo, que é acompanhado pelo talento dos músicos Paulo Mutti (arranjos, direção musical e violões), Gabi Guedes (percussão) e Mateus Aleluia (trompete).

SERVIÇO:

O Que: Show Lamento das Águas – Grupo AFRICANTAR
Onde: Teatro Gamboa Nova (Largo dos Aflitos)
Quando: 06 a 27/02 (DOMINGOS), 17h
Quanto: R$10 e R$5 (meia)
Informações: 3329-2418A
FRICANTAR na Web: www.africantar.wordpress.com

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Foto: Márcio Lima

Em sua primeira investida solo, a atriz Maria José de Abreu (Volpone/ Comédia do Fim) foi buscar inspiração além-mar em cinco correspondências seculares sobre o amor. Cartas Portuguesas, autoria atribuída à freira Mariana Alcoforado (1640-1723) e destinadas ao Cavalheiro De Chamilly, oficial do exército francês, que serviu em terras lusas, são um dos mais ardentes escritos de que se tem notícia sobre a solidão e agonia amorosa, o retrato de um romance mal-aventurado que atravessou gerações.

Dirigido e adaptado por Cristina Dantas, Cartas Portuguesas estréia no Teatro Gamboa Nova, dia 11 de fevereiro e realiza temporada toda sexta e sábado do mês, às 20h, com ingressos a preços populares de R$ 10 e R$5. A peça apresenta, num tom confidencial, a superação de um amor não correspondido. Com o intuito de preencher o vazio da existência, a personagem se entrega a paixão, porém, depara-se com um mundo triste e fantasioso. “A personagem central escreveu textos preciosos como escoadouro de toda a sua angústia, que percorreram séculos e chegaram aos dias atuais com a mesma força e densidade, refletindo as fases de um sofrimento, cujas dores da ausência e da indiferença, vão se transformando no amor por si mesma”, diz a diretora.

No monólogo, Maria José de Abreu igualmente confidencia sua história de vida e, assim, expõe a força de superação, revelando a sua dolorosa luta com o próprio corpo e a sua face feminina. O jogo cênico se faz quando as realidades da freira e da atriz se misturam e se sintetizam na ficção, pois da mesma forma que no século XVII Mariana Alcoforado fez das epistolas o palco da sua vida, Maria José faz do palco uma ficção da própria existência. Em determinado momento, o público não vai saber mais qual personagem a atriz interpreta, se a freira ou a si própria.

Como metáfora ao universo feminino, a música da peça é introduzida através de um cravo tocado pela atriz, que dialoga com um baixo acústico executado pelo músico Alexandre Vieira, incorporando o universo masculino. O monólogo se divide em cinco quadros-estações, parafraseando a composição dramatúrgica do Drama de Estações que vestiu a fase expressionista da história do teatro. Esta estrutura se assemelha às Estações da Cruz ou Via Crucis, caminho percorrido por Jesus até o seu Calvário, onde em cada estação (foram 14 ao todo) se apresentam os acontecimentos que fizeram Jesus sofrer até ascender aos céus. A busca pelo autoconhecimento e amor próprio é a tônica da peça, mas sem o peso da máxima cristã de que para evoluir é preciso se sacrificar. Em todo caso, a personagem ao se deparar com as contingências que a fizeram sofrer ou com as suas próprias fantasias malogradas no plano da realidade, elabora de alguma forma, falando, escrevendo ou atuando para que possa escoar o fardo das dores.

SERVIÇO

O Que: Espetáculo – “Cartas Portuguesas”
Quando: 11 a 26/02 (sexta e sábado)
Horário: 20h
Valor: R$ 10 (inteira) R$ 5 (meia)
Onde: Teatro Gamboa Nova
Classificação: 14 anos
Informações: (71) 3329-2418 ou pelo site www.teatrogamboanova.com.br

FICHA TÉCNICA:

Direção e adaptação: Cristina Dantas
Elenco: Maria José de Abreu
Direção Musical: Jarbas Bittencourt e Alexandre Vieira
Figurino: Rino Carvalho
Iluminação: Fernanda Paquelet

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Interessados em participar das oficinas de teatro têm até sexta-feira (07) para realizar a inscrição. São oferecidas 17 vagas para surdos, entre 18 e 45 anos. Os selecionados terão direito a bolsa-auxílio e lanche.

As inscrições devem ser feitas no Centro de Surdos da Bahia – CESBA (Rua Augusto Guimarães, nº 172, Ladeira da Soledade, Barbalho/ Liberdade) em Salvador, de segunda a sexta, das 9h às 18h. Ao final da capacitação, três participantes atuarão num espetáculo teatral profissional, juntamente com três atores ouvintes, com direito a cachê durante quatro meses.

A peça tem estreia prevista para o primeiro semestre deste ano.   A iniciativa é uma das ações do Projeto Vozes em Gesto, realizado pelo CESBA, que conta com o apoio da Secretária de Cultura do Estado da Bahia (SECULT), através do Edital 33/2008 Cultura e Direitos Humanos.

O objetivo é promover a integração das pessoas com deficiência auditiva ao teatro.   Durante três semanas, os selecionados terão aulas de Teatro, de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) voltada para a comunicação cênica e Mímica Corporal Dramática. As oficinas serão realizadas, de 24 de janeiro a 12 de fevereiro, de segunda a sexta-feira, pela manhã, no Sitorne Estúdio de Artes Cênicas, no bairro do Rio Vermelho.

SERVIÇO:

O Que: Oficina de teatro para surdos
Quando: Até 07 de janeiro, segunda a sexta, das 8h às 18h.
Onde: CESBA (Rua Augusto Guimarães, nº 172, Ladeira da Soledade, Barbalho/ Liberdade).
Quanto: Gratuito
Mais Iinformações: – CESBA – (71) 3243-0828 – E-mail: cesba-cesba@hotmail.com -Leandro Rocha – Produtor–Tel. (71)8622-2519–E-mail: leocidadao@yahoo.com.br

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QUATRO LUAS PELAS PEDRAS é uma livre criação a partir da obra lírica e dramática do espanhol Federico Garcia Lorca. O espetáculo trata do amor e suas adversidades e tem como proposta a interferência do ator na construção dramatúrgica. A equipe artística é orquestrada pela encenadora Lilih Curi e conta com profissionais renomados do teatro baiano como Marcos Barbosa, na função de dramaturgista, e Luciano Bahia na direção musical e música original.

QUATRO LUAS PELAS PEDRAS é a história de quatro irmãs que se preparam para o casamento de uma delas. A noiva encontra-se dividida entre dois homens. Enquanto preparam as bodas, as rotas da família e dos homens são alteradas tragicamente. No elenco Ci Moura, Daniele França, Kadu Fragoso, Luiz Renato, Maria Bela e Rosario Bernaschina.

Serviço:
O Que: Estréia do espetáculo “Quatro Luas Pelas Pedras”
Onde: Teatro Martim Gonçalves
Quando: 15 de dezembro de 2010 (quarta)
Temporada: 15, 16, 17, 18 e 19 de dezembro (quarta a domingo)
Horário: Duas sessões diárias: 19:00 e 20:30 hs
Entrada Franca, MAS CONTRIBUA TRAZENDO FLORES!

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